segunda-feira, 7 de novembro de 2011

TEMA: Criação, Queda, Redenção e Consumação! - 32 - Faltam 537 dias para 26/04/13 e 948 dias para a Copa

Da segunda vez que Moisés desce do monte Sinai seu rosto estava resplandecente e a glória do Senhor brilhava na sua face. Ele trazia novamente as duas tábuas escritas pelas mãos de Deus. Paulo fala disso tão bem, mas dizendo que se a glória do que era para a morte fez o rosto humano resplandecer quanto mais não seria a glória do que é permanente?
4 E é por intermédio de Cristo que temos tal confiança em Deus; 5 não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus, 6 o qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica. 7 E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente, 8 como não será de maior glória o ministério do Espírito! 9 Porque, se o ministério da condenação foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça. 10 Porquanto, na verdade, o que, outrora, foi glorificado, neste respeito, já não resplandece, diante da atual sobreexcelente glória. 11 Porque, se o que se desvanecia teve sua glória, muito mais glória tem o que é permanente. 12 Tendo, pois, tal esperança, servimo-nos de muita ousadia no falar. 13 E não somos como Moisés, que punha véu sobre a face, para que os filhos de Israel não atentassem na terminação do que se desvanecia. 14 Mas os sentidos deles se embotaram. Pois até ao dia de hoje, quando fazem a leitura da antiga aliança, o mesmo véu permanece, não lhes sendo revelado que, em Cristo, é removido. 15 Mas até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles. 16 Quando, porém, algum deles se converte ao Senhor, o véu lhe é retirado. 17 Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. 18 E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito. (II Coríntios 3:4-18).
Afinal de contas, Cristo a razão de nossa esperança e para onde apontam todas as profecias e a palavra do Senhor são a razão de ser de toda a lei. A sua própria lei resumida por ele em dois mandamentos de amar a Deus acima de todas as coisas e de amarmos nosso próximo como a nós mesmos, resume ele próprio, pois sua vida foi dedicada ao seu Pai em perfeita obediência para exemplo nosso e sua vida entregue pelo amor dos pecadores para neles gerar vida.
Não podemos perder de vista os da linhagem messiânica neste deserto e nós já vimos que Moisés era contemporâneo, provavelmente, de Arão, Admim, Aminadabe, Naasson e talvez Salá, o trisavô de Davi! Alguns deles pereceram no deserto junto com Moisés, mas Naasson e Salá, talvez não e passaram a fase do deserto com Josué e Calebe.
A história de toda a Bíblia está ligada a história desses homens da linhagem messiânica que Deus ia preservando ao longo dos tempos até a chegada daquele prometido em Gênesis que esmagaria a cabeça da serpente.
Nossa jornada nestes escritos atuais está diretamente ligado a eles e fatos e pessoas que se destacaram durante este tempo ganham sua expressão e nos servem de lições, mas não podemos perder nosso foco. Lembramos que estamos na queda e em busca do Redentor, do Messias, do Mediador: Jesus Cristo! É em Cristo que ocorrerá a redenção de nossas almas e daí nossa meditação não mais seguirá a linhagem messiânica, pois ela se interromperá bruscamente em Cristo que não teve descendentes, segundo a carne.
A Deus toda glória! p/ Daniel Deusdete – http://www.jamaisdesista.com.br
 

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No entanto, lembre-se de juntar Cl 3:17 com 1 Co 10:31 :
devemos tudo fazer para a glória de Deus e em nome de Jesus! Deus o abençoe.