quarta-feira, 15 de setembro de 2021

CORAGEM PARA SER DIFERENTE, COMPROMISSO PARA FAZER DIFERENÇA


IGREJA PERSEGUIDA...

Um aluno perguntou ao Rev. Francisco Leonardo: “Pastor, se a igreja for mais perseguida será mais fiel? A resposta dele foi: Não, se for mais fiel, será mais perseguida”. A nossa religião deve custar para nós as lágrimas do arrependimento e o sangue da perseguição, diz Thomas Watson. A cruz vem antes da coroa. O deserto precede a terra prometida, o sofrimento precede a glória. Importa-nos entrar no reino por meio de muitas tribulações.

ORFANATO...

Nossa equipe esteve reunida para discutir os passos com vistas a construção do nosso orfanato. Uma reunião muito saudável e com muita harmonia da equipe. Devido a demora na aprovação da documentação junto ao governo e a necessidade de termos um espaço para as crianças que estão temporariamente em uma escola, tomamos as seguintes decisões: 1) No terreno que ganhamos, temos alguns quartos construídos, porém, abandonados. Decidimos restaurar esses quartos para podermos usar de imediato; 2) Vamos também construir alguns banheiros para atender os pequenos; 3) Trabalhar com a preparação do terreno para a construção do orfanato; 4) Separar um pedaço do terreno para fazer uma horta e também plantar algumas árvores; 5) Planejar um playground para as crianças; 6) Continuar o processo de aprovação junto ao governo; Bom, essas foram nossas decisões. Já estamos em processo de contratar mão de obra para isso. Esteja na brecha em nosso favor. Qualquer projeto dentro de um país muçulmano é um desafio muito grande. Existe muita resistência e perseguição. Ore por nós!!!!

FAMÍLIA...

Louvado seja Deus Tiago meu filho está bem melhor da síndrome do pânico, sem ter mais nenhuma crise. Está tomando um medicamento para o coração e sendo acompanhado por um psicólogo cristão daqui. A Débora, minha filha está bem e tem até ajudado o irmão. Os dois estão muito felizes com a volta as aulas presenciais. Também estão felizes de morar em um vilarejo do deserto. Deus é fiel!!!!  

BATISMO...

Em uma cerimônia simples, mas muito edificante realizamos o batismo de um casal e de mais 2 jovens no dia 07/09. Por motivos de segurança, o batismo foi realizado em uma residência com poucas pessoas presentes. O casal deu um testemunho muito abençoado e chorou o tempo todo. Estavam muito emocionados. Um tempo precioso onde Deus esteve presente em nosso meio.     

CASAMENTO ZUBAIR...

Infelizmente o casamento do nosso pastor Zubair, no Paquistão foi cancelado. Os casamentos no país são arranjados pelos pais do noivo e da noiva. Os noivos não se encontram e nem conversam antes do casamento. Só se conhecem mesmo no dia do casamento. No caso do pastor Zubair, nesse processo de preparação do casamento, os familiares se desentenderam e decidiram cancelar o casamento. O pr Zubair ficou bastante chateado e decepcionado com a decisão, porque queria muito casar-se. Ore por ele e por uma esposa que seja bênção no ministério que ele abraçou.    

MISSÃO RESGATE...

Seguimos na missão de resgatar vidas, especialmente crianças, do reino das trevas. Precisamos muito do seu apoio e sua cobertura espiritual. Hoje (09/09) tivemos uma reunião e planejamos mais 4 viagens de resgate para as próximas semanas. Esteja na brecha em nosso favor, orando por proteção divina sobre nós. 

POR QUE DEUS PERMITE TANTOS CRISTÃOS MORREREM?

O Iraque já teve 1.5 milhões de cristãos, mas hoje conta com apenas 150 mil. Esse número abaixou drasticamente nos últimos 10 anos, com as investidas do Estado Islâmico e outros grupos terroristas. Essa tem sido a realidade de outros países ao redor do Iraque também. Cristãos tem sido mortos, perseguidos, torturados por causa da sua fé diariamente. São milhares de irmãos nossos que arriscam suas vidas diariamente para levar a mensagem de salvação a outros. A pergunta óbvia que vem em nossas mentes é: Por que Deus permite tamanha perseguição? A única resposta que encontramos é que a mensagem de amor e reconciliação de Jesus sobrevive mais em um clima onde a hostilidade e o martírio são presentes. A propagação do Evangelho e a perseguição são inseparáveis. Por isso, que Jesus afirma que são bem-aventurados os perseguidos (Mateus 5: 10-12). O sofrimento dos cristãos impulsiona o crescimento da Igreja em todo o mundo. Para nós cristãos de países livres resta-nos responder duas perguntas essenciais do Evangelho: 1) Estamos dispostos a sofrer por amor a Cristo? 2) Estamos prontos para morrer por Cristo, se for necessário? Se sua resposta for “sim” para essas duas perguntas tudo será diferente daqui para frente. 

WHATSAPP...

Nos envie seu numero de whatsapp para receber noticias, fotos e vídeos do nosso dia a dia aqui no campo.   

BOLETIM PROJETO ABRAÃO...

Segue em anexo o boletim do Projeto Abraão, referente ao mês de setembro. Ore pela Coreia do Norte. Nessa semana o líder ditador recolheu da população todos os animais de estimação para matar e servir de alimento, tal é a situação grave de fome no país. Oremos!!!! 

ORANDO PELOS POVOS NÃO-ALCANÇADOS

POVO: Os Bijagós – Guiné Bissau. POPULAÇÃO: 31.000 pessoas. MODO DE VIVER:  São apenas 2% da população do país. Seu idioma é o bijagó. Vivem no Arquipélago dos Bijagós, onde há muito pântanos que favorecem o cultivo de arroz, sua principal atividade. Sua religião tem como base a adoração aos antepassados. Muitos poucos são cristãos (3,5%) e sofrem muita oposição. OREMOS: Pelos cristãos Bijagós, para que preservem a fé e compartilhem sobre Cristo a outros.

  

Mis. OSNI FERREIRA

“Juntos Somos a Diferença”

APMT - Oriente Médio 

Osni.ferreira@generalmail.net  

fourferreira@apmt.org.br

 fourferreira@yahoo.com.br  

sábado, 11 de setembro de 2021

A BÍBLIA E SUA INFLUÊNCIA NA LITERATURA

         


Das várias versões da Bíblia Sagrada, há uma que me chamou muito a atenção: a Bíblia de Estudo de Genebra – BEG.

A primeira vez que li a respeito dela foi por Harold Bloom, crítico de literatura, um americano não cristão. Em uma obra sua, Anatomia da Influência, afirma o escritor que a Bíblia de Estudo de Genebra foi uma grande influência nas obras literárias de Willian Shakespeare, tanto na estrutura quanto no estilo.

É reconhecida a influência da Bíblia na literatura ocidental. Erick Aver Bach a reconhece na sua obra Mimesis. O autor compara a Bíblia com as obras de Homero. “Os próprios seres humano dos relatos bíblicos são mais ricos em segundos planos do que os homéricos; eles têm mais profundidade quanto ao tempo, ao destino e à consciência.

Outros estudiosos da linguagem, como Gladstone Chaves de Melo, também falam dessa influência bíblica. Neste caso, menciona a influência do livro de Eclesiastes nas obras de Machado de Assis. “Nas suas percucientes observações, nas suas aflitas indagações, Machado compreendeu vitalmente o começo de Eclesiastes.”

Em suas afirmações, Gladstone diz: - será que o autor sagrado (de Eclesiastes), instrumento de Deus, quer nos levar ao desespero cínico? Mil vezes, não! Desde logo, ele nos previne que “Tudo é vaidade e perseguição do vento”, “Deus é inocente”, como já descobrira Platão no termo de sua República, num voo alto do seu alto espírito. Quanto mais sabe disto quem recebeu as luzes da revelação que lhes acrescenta: “Deus é amor” (I Jo 4.16).

Muitos outros autores apontam para a influência bíblica, como o crítico literário canadense Northop Frye. O escritor e professos de literatura no Whe Aton College publicou uma obra: Para Ler a Bíblia como Literatura, demonstrando as suas narrativas, poesias, cartas etc.

Portanto, nós conhecemos o valor espiritual da Bíblia, e ele vai além em sua riqueza de estruturas e estilos literários.

FRANCISCO DE ASSIS E CHAVES

Chavesbrown7@instagram

+51-63-99273-0867

 

quinta-feira, 26 de agosto de 2021

CONGREGAR E SEUS BENEFÍCIOS...



  1. Maturidade integral (cresce em espírito, culturalmente, socialmente, intelectualmente, humanamente, etc).
  2. Filantropia (permite a pessoa abençoar pessoas dentro e fora da igreja).
  3. Disciplina Individual e coletiva (torna a pessoa autodisciplinada e coletivamente contribui para a disciplina da igreja, das famílias, da comunidade e da sociedade).
  4. Cumprimento da Escritura (quem congrega está cumprindo a Escritura – obedece a Palavra).
  5. Testemunha a respeito do Reino (mostra aos não congregantes que o congregar é relevante e é uma estratégia de Deus para os eleitos na terra dos viventes).
  6. Profilaxia (ajuda na prevenção de doenças emocionais, espirituais e psicossomáticas).
  7. Didático comportamental (proporciona um novo aprendizado comportamental aos cristãos – gerando um habitus e um ethos social cristão que trará impacto na população mundial).
  8. Ajuntamento de forças (facilita o ajuntamento de forças financeiras, logísticas, e, reúne dons, capacitações humanas de profissionais, e, gera uma pluralidade de potenciais que poderão ser utilizados nos campos missionários e nos trabalhos sociais da comunidade).
  9. Terapêutico (congregar ajuda na cura de muitas enfermidades do corpo e da alma – pois, enquanto se caminha em comunhão as enfermidades podem achar cura).
  10. Propósito (na comunhão o propósito se aprimora e a chance de manter o alinhamento no propósito fica mais evidente).
  11. Oxigenação vocacional (congregar oxigena a vocação individual e coletiva dos cristãos, dando ânimo e direcionamento, fazendo com que a congregação apoie, envie e sustente, fazendo assim, com que a Missio Dei tenha continuidade).
  12. Construção da imagem de Cristo (a imagem de Cristo é forjada melhor nos cristãos congregantes do que nos não congregantes. A comunhão de uns com os outros na congregação burila em cada um a imagem de Cristo).
  13. Negação do ego (no ajuntamento de cristãos, o ego de cada um, precisa morrer sempre, para que o perdão, e, o amor flua no meio da congregação, portanto, congregar ajuda a matar o “eu” do indivíduo para o bem geral do corpo ou da congregação
  14. Alegria (a alegria de um, encontra combustível para ser a alegria de todos).
  15. Consolo e suporte (a tristeza de um, encontra consolo e suporte de todos, distribuindo o fardo pesado da dor, com demais pessoas).
  16. Pluralidade (congregar faz com que a pluralidade prevaleça sobre o individual respeitando a pessoalidade de cada pessoa – milagre este – somente visto na vida dos congregantes, pois quem não congrega não prova deste milagre).
  17. Maior resistência ao império das trevas (a vulnerabilidade ao mundo tenebroso e às hostes espirituais do mal, perdem espaço nas vidas daqueles que congregam, tornando-os mais sensíveis e sábios na batalha espiritual contra as potestades do mal).
  18. Adoração coletiva ou congregacional (congregar aqui na terra nos treina para a adoração congregacional que teremos na eternidade vindoura – nos introduz no grande coral celestial – portanto – congregar aqui na terra é um ensaio constante para louvarmos e adorarmos no céu).
  19. Comermos e bebermos em volta da mesa (a mesa do Senhor é para ser desfrutada por aqueles que se reúnem (congregam). – “fazei isso todas as vezes que vos reunir em meu nome”, portanto, congregar é comer do pão e beber do vinho, em pluralidade, para anunciação da morte e da ressurreição de Cristo até que Ele volte. Congregar é KERIGMA = PROCLAMAÇÃO.
  20. Unidade (Congregar expõe a nossa cumplicidade e reciprocidade, traduzindo assim, a nossa unidade de fé e de senhorio).

Conclusão: Há, com certeza, outros benefícios, como resultado de quem congrega! Estes listados acima, são apenas, alguns que me vieram à mente neste momento.

Quem não congrega, perde mais do que ganha!

Quero te encorajar a não deixar de congregar e a valorizar os momentos de coinonia (comunhão).

Se você é alguém que não congrega, reveja seus pensamentos e volte o quanto antes a congregar, pois os dias são maus, e, tendem a piorar!

Deixo contigo – leitor – a liberdade de aumentar esta lista acrescentando outros benefícios não lembrados. Escrevam outros benefícios! (sintam-se à vontade para emitirem suas opiniões, sempre com amor e respeito).


Grande abraço.
De um congregante que, independentemente da congregação ser boa ou má, para mim, insisto em congregar, pois, é projeto de Deus para minha vida!

Pastor Labieno Palmeira
Agosto de 2021
Goiânia – GO
Brasil

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quarta-feira, 30 de junho de 2021

AMAR A DEUS É OBEDECÊ-LO! AI DOS QUE O REJEITAM...

 


Quem são os desobedientes a Deus? Todos aqueles que insistem no caminho contrário aos mandamentos santos de Deus. Nós, os cristãos verdadeiros, fomos chamados por Deus para sermos suas testemunhas e andarmos mesmo na contramão do mundo. Eu não tenho, nem devo pensar e agir como todos agem e apregoam, mas sim, como entendo que Deus quer, e isso segundo a Bíblia.

Quem não teme a Deus costumam alegar:

1.       Deus é amor. Jesus é amor.

"Quem dera fossem firmados os meus caminhos na obediência aos teus decretos" (Sl 119.5).

Sim, Deus é amor. Jesus é amor. E como iremos agradá-lo ou retribuir o seu grande amor?

"Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos" (Jo 14.15).

Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados.” (1 Jo 5:3).

Se verdadeiramente amamos a Deus, devemos amar os seus mandamentos, ensiná-los, vivê-los e praticá-los e não os rejeitar ou tentar anulá-los.

“Mestre, qual é o grande mandamento na lei?

E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.

Este é o primeiro e grande mandamento.

E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.” (Mt 22:36-40).

O primeiro mandamento é amar a Deus acima de tudo... Logo, rejeitar a sua palavra ou trocá-la por nossas ilações e interpretações, é uma afronta a Deus.

Jesus não veio, como ele mesmo disse, revogar a lei, mas cumpri-la e disse que quem ensinar a lei é sábio e o que a rejeitar é louco.

Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim abrogar, mas cumprir.

Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei, sem que tudo seja cumprido.

Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus. (Mt 5:17-19).

Ai dos que promovem os escândalos... Com Deus não se brinca!

E disse aos discípulos: É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem!

Melhor lhe fora que lhe pusessem ao pescoço uma mó de atafona, e fosse lançado ao mar, do que fazer tropeçar um destes pequenos. (Lc 17:1,2).

2.       Vocês se acham melhores e santos, mas são pecadores.

Esta é a maior de todas as verdades. Como disse Isaac Newton, sou um grande pecador nas mãos de um tão grande Salvador.

O fato de eu também ser pecador não me faz ser melhor do que qualquer um. Na verdade, não sou não. Somos todos pecadores e réus do inferno por vivermos nossas vidas rejeitando a Deus e desprezando os seus mandamentos.

3.       Você é preconceituoso.

Na verdade, quem é mesmo preconceituoso? Nós queremos viver uma vida que agrade a Deus seguindo os seus mandamentos conforme está escrito na Bíblia Sagrada; outros querem viver a vida segundo suas próprias crenças.  O que deve haver é tolerância e respeito de um para com o outro e não imposição ou anulação do outro. O respeito exige mão dupla!

4.       Você não me aceita como eu sou.

Não somos nós que devemos aceitar um ao outro, mas ambos (todos nós) quem devemos aceitar a Jesus Cristo e seguirmos os seus passos para herdarmos dele a vida eterna e nossa salvação.

Jesus nos aceita como somos (eu irei a ele como eu sou, pecador!). Não será homem algum quem irá gerar em nós mudanças, mas o Espírito Santo ao nos convencer do pecado, da justiça e do juízo.

5.       Temos de respeitar as diferenças.

O respeito exige mão dupla. Ele não é concordância, mas tolerância. Não podemos ter comunhão com quem não tem, nem quer ter comunhão com Deus.

6.       Todos somos iguais perante a Deus.

Por isso que todos haveremos de prestar contas a Deus. Ai dos que insistem em rejeitar a Deus e seguirem o seu próprio deus.

7.       Quem se sente incomodado é quem está inseguro.

Eu posso conviver com pecadores pois também sou pecador. Não sou mais, nem sou menos. Ambos somos pecadores. A diferença é que agora o Espírito Santo é meu guia e não o pecado. Quando seguimos o Espírito Santo e não o pecado isso traz incômodo ao que quer permanecer nas trevas. A luz incomoda porque não deixa nada nas trevas. Não há comunhão nem harmonia entre a luz e as trevas. Quando a luz chega, as trevas têm de sair.

8.       A igreja não os acolhe.

A igreja e seus pastores e líderes estão de braços abertos aos que quiserem buscar forças para andar na luz como Cristo é a luz, mas jamais para pactuar com uma vida de desobediência e rejeição às palavras de Deus.

Não existem “tadinhos”, mas víboras, serpentes enganosas se fazendo de vítimas para enganar os incautos. O amor verdadeiro corrige, disciplina, pune e adverte. O acolhimento sempre existirá aos que quiserem e reconhecerem que estão com dificuldades de sair do pecado.

Nunca iremos rejeitar aos que querem ajuda. Se caírem 1000 vezes, estaremos juntos para erguerem-no 1001 vezes; no entanto, se quiserem viver de fato e por vontade longe de Deus e de seus mandamentos, não se há o que fazer senão orar e buscar em Deus novas oportunidades.

Seguem alguns versículos bíblicos importantes sobre os mandamentos de Deus:

Se me amais, guardai os meus mandamentos. João 14:15

Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados. 1 João 5:3

Irmãos, não vos escrevo mandamento novo, mas o mandamento antigo, que desde o princípio tivestes. Este mandamento antigo é a palavra que desde o princípio ouvistes. 1 João 2:7

E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom. Romanos 7:12

Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas. Mateus 22:40

E nisto sabemos que o conhecemos: se guardarmos os seus mandamentos. 1 João 2:3

Tu ordenaste os teus mandamentos, para que diligentemente os observássemos. Salmos 119:4

E o seu mandamento é este: que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o seu mandamento. 1 João 3:23

Sou peregrino na terra; não escondas de mim os teus mandamentos. Salmos 119:19

Apressei-me, e não me detive, a observar os teus mandamentos. Salmos 119:60

E recrear-me-ei em teus mandamentos, que tenho amado. Salmos 119:47

Por isso guardareis os meus mandamentos, e os cumprireis. Eu sou o Senhor. Levítico 22:31

E o amor é este: que andemos segundo os seus mandamentos. Este é o mandamento, como já desde o princípio ouvistes, que andeis nele. 2 João 1:6

E guarda os mandamentos do Senhor teu Deus, para andares nos seus caminhos e para o temeres. Deuteronômio 8:6

Senhor, tenho esperado na tua salvação, e tenho cumprido os teus mandamentos. Salmos 119:166

Mas, se não me ouvirdes, e não cumprirdes todos estes mandamentos,... Levítico 26:14

Correrei pelo caminho dos teus mandamentos, quando dilatares o meu coração. Salmos 119:32

Pequeno sou e desprezado, porém não me esqueço dos teus mandamentos. Salmos 119:141

O que envia o seu mandamento à terra; a sua palavra corre velozmente. Salmos 147:15

E faço misericórdia a milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos. Deuteronômio 5:10

Então não ficaria confundido, atentando eu para todos os teus mandamentos. Salmos 119:6

Abri a minha boca, e respirei, pois que desejei os teus mandamentos. Salmos 119:131

A circuncisão é nada e a incircuncisão nada é, mas, sim, a observância dos mandamentos de Deus. 1 Coríntios 7:19

Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; Efésios 6:2

Ensina-me bom juízo e ciência, pois cri nos teus mandamentos. Salmos 119:66

Tenho visto fim a toda a perfeição, mas o teu mandamento é amplíssimo. Salmos 119:96

O sábio de coração aceita os mandamentos, mas o insensato de lábios ficará transtornado. Provérbios 10:8

Filho meu, se aceitares as minhas palavras, e esconderes contigo os meus mandamentos, Provérbios 2:1

Tu estás perto, ó Senhor, e todos os teus mandamentos são a verdade. Salmos 119:151

Apartai-vos de mim, malfeitores, pois guardarei os mandamentos do meu Deus. Salmos 119:115

Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor. João 15:10

Guarda, pois, os mandamentos e os estatutos e os juízos que hoje te mando cumprir. Deuteronômio 7:11

Em vão, porém, me honram, Ensinando doutrinas que são mandamentos de homens. Marcos 7:7

Guarda os meus mandamentos e vive; e a minha lei, como a menina dos teus olhos. Provérbios 7:2

Todos os teus mandamentos são verdade. Com mentiras me perseguem; ajuda-me. Salmos 119:86

Porque o mandamento é lâmpada, e a lei é luz; e as repreensões da correção são o caminho da vida, Provérbios 6:23

Aflição e angústia se apoderam de mim; contudo os teus mandamentos são o meu prazer. Salmos 119:143

terça-feira, 18 de maio de 2021

AS SAGRADAS ESCRITURAS - Hermann Bavinck

Vejamos agora as claras afirmações que a Escritura faz sobre si mesma. 

Primeiro, Deus frequentemente envia Seus profetas não meramente para proclamar a revelação pela palavra de seus lábios, mas também para escrevê-la. Em Êxodo 17.14 Moisés recebe ordem do Senhor para escrever o registro da luta e da vitória contra Amaleque - uma batalha que foi de grande importância para Israel - como memorial no livro dos atos redentivos de Deus. Em Êxodo 24.3,4,7 e 34.27 Moisés é incumbido de escrever as leis e o estatutos de acordo com os quais Deus firmou Seu pacto com Israel. E quando Israel chegou ao fim de sua jornada pelo deserto e chegou novamente a Jericó nos campos de Moabe, nós somos expressamente informados de que Moisés relatou as jornadas dos filhos de Israel de acordo com o mandado do Senhor (Nm 33.2). Além disso, é dito especificamente sobre o cântico de Moisés registrado em Deuteronômio 32 que ele deveria ser escrito e ensinado aos filhos de Israel para que em dias de apostasia ele servisse de testemunha contra Israel (Dt 31.19,22). Ordens semelhantes para registrar a revelação recebida foram dadas aos profetas em seu tempo (Is 8.1; 30.8; Jr 25.13; 30.12; 36.2; Ez 24.2; Dn 12.4; Hc 2.2.). Embora tais ordens se refiram somente a uma pequena parte da Escritura, elas mostram que Deus proíbe que o homem acrescente ou diminua algo de suas palavras (Dt 4.2; 12.32; Pv 30.6) e tem dedicado um cuidado especial ao registro escrito de Sua revelação.

Em segundo lugar, Moisés e os profetas são perfeitamente conscientes do fato de que eles estão proclamando a mensagem de Deus não apenas de forma oral, mas também de forma escrita. Moisés é chamado para sua tarefa especial, isto é, é chamado para ser o líder do povo de Israel (Ex 3). Mas o Senhor também fala com ele face a face, como um homem fala ao seu amigo (Ex 33.11), e coloca-o a par de todos os Seus estatutos e ordenanças. Repetidas vezes, e como um preâmbulo para cada lei específica, são mencionadas as palavras: “E o Senhor disse”, “e o Senhor falou”, e outras semelhantes (Ex 6.1,10,13). Tanto nos livros de Moisés como em toda a Escritura, toda a entrega da lei é atribuída ao Senhor. Ele mostrou Sua palavra a Jacó, Seus estatutos e Seus juízos a Israel. Não fez assim a nenhuma outra nação, e para seu julgamento, outras nações não o conheceram (Sl 147.19,20; 103.7). Os profetas também são conscientes da fonte de sua profecia. Eles sabem que o Senhor os chamou (1 Sm 3; Is 6; Jr 1; Ez 1-3; Am 3.7,8; 7.15), e que receberam dele a Sua revelação (Is 5.9; 6.9; 22.14; 28.22; Jr 1.9; 3.6; 20.7-9; Ez 3.16,26,27; Am 3.8). O que Amós diz era a convicção de todos eles: “Certamente o Senhor não fará coisa alguma sem primeiro revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas” (Am 3.7. Compare com Gn 18.17). Mas eles também sabiam que quando escreviam estavam proclamando a palavra do Senhor, e não a sua própria palavra. Assim como fez Moisés ao registrar as leis, assim também os profetas introduziam suas profecias com as fórmulas: “Assim diz o Senhor”, “a palavra do Senhor veio a mim”, ou “a visão”, “a palavra”, ou “a mensagem” do Senhor (Is 1.1; 2.1; 8.1; 13.1; Jr 1.2; 2.1; 4.11; Ez 1.1; 2.1; 3.1; Dn 7.1; Am 1.3,6,9).

Em terceiro lugar há o testemunho do Novo Testamento. Jesus e os apóstolos repetidamente faziam citações do Velho Testamento sob o nome de Moisés, Isaías, Davi e Daniel (Mt 8.4; 15.7; 22.43; 24.15). Com a mesma frequência eles faziam uso das seguintes frases introdutórias: “Está escrito” (Mt 4.4), ou “como diz a Escritura” (Jo 7.38), ou “assim diz o Espírito Santo” (Hb 3.7), e outras frases semelhantes. Por esse método de referência eles indicam claramente que a Escritura do Velho Testamento, apesar de ter sido composta de várias partes e escrita por vários autores, é um conjunto orgânico também em sua forma escrita, e seu autor é Deus. Nem Jesus nem Seus apóstolos mencionam a Escritura de forma indireta. Eles fazem citações diretas com as mesmas palavras usadas pelo escritor. Jesus declara que a Escritura não pode ser quebrada - isto é, não pode ser destituída de sua autoridade (Jo 10.35), e declara também que Ele pessoalmente não veio para anular a lei ou os profetas, mas para cumpri-los (Mt 5.17; Lc 6.27). O apóstolo Pedro escreve que a palavra da profecia é verdade e digna de aceitação, e é uma luz que brilha em lugar tenebroso. Isso acontece porque a Escritura contida no Velho Testamento não repousa sobre uma pregação pessoal e uma interpretação pessoal sobre o futuro, pois a profecia da Escritura não provém de particular elucidação; porque nunca jamais qualquer profecia  foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo (2 Pe 1.19-21; 1 Pe 1.10-12). No mesmo sentido Paulo testifica que as Sagradas Escrituras podem fazer-nos sábios para a salvação, se nós as lemos e pesquisamos pela fé que está em Cristo Jesus, pois elas nos são dadas pela inspiração de Deus, e por isso são úteis para o ensino, para a repreensão, para a correção na justiça (2 Tm 3.16).

Em quarto lugar, sobre as Escrituras do Novo Testamento, podemos dizer que embora Jesus não tenha deixado um documento escrito sobre Si mesmo, Ele escolheu, chamou e qualificou Seus apóstolos para sair pelo mundo, particularmente depois de Sua partida, para serem Suas testemunhas (Mt 10.1; Mc 3.13; Lc 6.13; 9.1; Jo 6.70). Ele os equipou para a realização dessa tarefa dando-lhes graças e poderes especiais (Mt 10.1,9; Mc 16.15ss.; At 2.43; 5.12; Rm 15.19; Hb 2.4), e mais especificamente dotou-os com o Espírito Santo, que traria todas as coisas que Jesus tinha feito à sua lembrança (Jo 14.26) e que os guiaria a toda a verdade, inclusive à verdade sobre coisas que ainda estavam por vir (Jo 15.26,27; Jo 16.13). Assim como Filho veio para glorificar o Pai, o Espírito Santo veio para glorificar o Filho e, para alcançar esse objetivo, o Espírito recebe do Filho tudo o que Ele fala e faz (Jo 16.14).

Os apóstolos deram seu testemunho de Cristo não apenas aos seus contemporâneos e aos seus compatriotas, que viviam em Jerusalém, Judéia e Samaria, mas também a todas as criaturas e até aos confins da terra (Mt 28.19; Mc 16.15; At 1.8). Nesse mandato de ir por todo o mundo estava contida a ordem de dar testemunho de Jesus também em forma escrita, apesar dos apóstolos não terem recebido sua missão nesses termos específicos. Mas se a promessa dada a Abraão também alcançaria toda a raça humana em Cristo, ela não poderia cumprir seu propósito a menos que fosse registrada por escrito e desta forma fosse preservada por todas as épocas e distribuída a todos os povos. Os apóstolos foram guiados em sua missão pelo Espírito Santo, que eles naturalmente proclamavam através de sua pena e através das epístolas pelas quais eles davam testemunho da plenitude da Graça e da verdade que existia em Cristo Jesus. Não apenas em sua pregação oral, mas também em seus escritos, eles demonstravam ter claramente percebido o propósito divino de que eles revelassem a verdade que Deus tinha revelado em Cristo e que através de Seu Espírito tinha tornado conhecida a eles.

Mateus escreve o livro da geração, isto é, da história de Jesus Cristo, o Filho de Davi (Mt 1.1). Marcos fala como o Evangelho começou com Jesus Cristo, o Filho de Deus, e teve seu ponto de origem nEle (Mc 1.1). Lucas quer, por meio de uma cuidadosa investigação e de um registro organizado, dar segurança a Teófilo a respeito das coisas que eram verdadeiramente cridas entre os santos com base nos testemunhos dos apóstolos (Lc 1.1-4). João escreve seu Evangelho para que nós creiamos que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhamos vida em Seu nome (Jo 20.31); e em sua primeira carta ele também declara o que tinha visto e ouvido, e o que os seus olhos tinham contemplado, e o que suas mãos tinha apalpado, com relação ao Verbo da Vida (1 Jo 1.1-3). Paulo está persuadido de que foi chamado não apenas para ser um apóstolo pelo próprio Cristo (Gl 1.1), e que recebeu seu Evangelho do próprio Cristo através de uma revelação (Gl 1.12; Ef 3.2; 1 Tm 1.12), mas também que pela palavra de seus lábios e de sua pena ele está proclamando a Palavra de Deus (1 Ts 2.13; 2 Ts 2.15; 3.14; 1 Co 2.4,10-13; 2 Co 2.17). Ele chega até mesmo a dizer que se alguém pregar outro Evangelho é maldito (Gl 1.8). E, como todos os apóstolos conectaram a vida eterna ou a morte eterna com a aceitação ou com a rejeição da mensagem que pregavam, o apóstolo João, no último capítulo do Apocalipse diz que todos aqueles que acrescentarem ou tirarem qualquer coisa desse livro receberão pesadas punições (Ap 22.18,19).

Ref.: Livro: Teologia Sistemática - Fundamentos Teológicos da Fé Cristã. Autor: Hermann Bavinck. Editora: SOCEP -  Sociedade Cristã Evangélica de Publicações Ltda. Págs. 104-108. 

(Contribuição de Alexandre Dias - Igreja Anglicana)

quinta-feira, 8 de abril de 2021

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quarta-feira, 7 de abril de 2021

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sábado, 13 de fevereiro de 2021

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sábado, 6 de fevereiro de 2021

O CORTE (tragédia) e a CORTE (farsa)


Pois é, minha boa gente, agora vemos, em pleno curso de uma pandamia coronavirus, o surgimento do que eu chamaria de "síndrome de Jezebel" -- a mulher de Herodes. 

Que nos diz a Bíblia, a tal  propósito?  Diz-nos que certa rainha, por não suportar o peso das imprecações que o profeta João Batista lhe dirigiu, a titulo de reprovação à sua conduta imoral, em vez de ela refutar com argumentos a saraivada de críticas, passou a exigir de Herodes, seu marido,  a morte do profeta acusador. 

Pois bem, não é que, in caso hodierno,   vê-se  Marx ter razão?  Sim, a história se repetiu -- não por tragédia, mas como farsa; digamos: -- uma espécie de versão tipiniquim do que ocorreu outrora. 

Contemplemos a cena rediviva em  expressão trágíco-bufa. Um eventual  presidente  Supremo Tribunal Federal, fiel a sua notória incompetência jurídica,  sentindo-se molestado pelas críticas que expressiva  parcela da população cidadã dirigia aos seus pares, decidiu cometer missão inconstitucional a um tope incomodado. 

Desse modo abriu investigação  (apenas  cabível à  Procuradoria Geral da República ) para apurar suspeitos crimes. De que tipo? De farta expressão de opinião crítica  ao STF em redes sociais e nas ruas do povo -- do qual emana, em reza constitucional,  "todo poder". 

Tais críticas, de fato verbalmente exasperadas, não excediam o consagrado direito opinião , cuja origem,  multiplicidade per capita e revestimento legal, não justificavam cortes de cabeças dos críticos daquela Corte, nem sua exposição na bandeja do satânico arbítrio. Isto é, em cenário contextual também  farsante, uma espécie de arremedo da conhecida lei dos medos e dos persas: mais olho por olho, dente por dente; ou, digamos: o corte da fonte do pensamento democrático -- feito por iníquo e galopante golpe de Corte. 

Em foco histórico, sim -- corte e Corte.  Eis uma metáfora cruel, que simboliza  o gultural (voz de povo) e o nasal (a escória fétida do arbítrio). De quebra, talvez a tragédia da História seja testemunhar  a presença de um Alexandre, o Grande,  e suportar  a presença de um Alexandre tão pequeno. "Basta, a quem baste/O bastante de lhe bastar".

Autor: Antonio Magno Figueira Netto, com autorizada divulgação.