sábado, 19 de fevereiro de 2011

Faltam 797 dias para 26/04/13 (Inicio: 31/07/10).

Tema: Sobre a Intercessão do CMI da PIPT - 6

 

"E busquei dentre eles um homem que estivesse tapando o muro, e estivesse na brecha perante mim por esta terra, para que eu não a destruísse; porém a ninguém achei." (Ezequiel 22:30)

 

"E vendo que ninguém havia, maravilhou-se de que não houvesse um intercessor; por isso o seu próprio braço lhe trouxe a salvação, e a sua própria justiça o susteve. "  (Isaias 59:16 – g.n.)

 

A soberania de Deus exclui a responsabilidade do homem? Não, a soberania de Deus não exclui a responsabilidade humana.

 

Para aprendermos a orar devemos aprender que Deus não corre riscos. Deus não corre riscos em suas decisões. Ele sempre acerta tudo. Ele nunca erra. Ele também tem a visão daquele que vai do presente ao futuro e deste ao passado sem qualquer dificuldade. Eu nunca irei vencê-lo em minhas discussões e queixas diante dele. Ele irá me convencer sempre que errei.

 

Aprendemos a orar quando aprendemos sobre a soberania de Deus. Nos dois versículos acima, Deus está procurando quem possa tapar a brecha e se admira de que não haja um só sequer intercessor. Quem faria este papel de orar a Deus e se colocar diante dele por causa do homem?

 

Deus se maravilha de que ninguém se condoa pelo seu próximo. Não queremos interceder nem nos importamos, é verdade, pelo destino dos outros, mas somente pelo nosso próprio destino. A dor que eu sinto eu quero alívio e se o meu irmão me ajuda a aliviar a minha dor, eu por ele sou grato. Mas eu não to nem ai para a dor de ninguém, pois somente a minha dor é que importa.

 

Também me zango quando ninguém se importa com a minha dor. Fico triste e deprimido porque ninguém me ajuda, nem se importa, nem quer saber de me ajudar. Fico indignado, chateado, aborrecido e triste porque ninguém se importa, nem Deus parece se importar comigo.

 

No entanto, não me importo com a dor de ninguém. É por isso que não me ponho na brecha. É por isso que Deus se indigna, pois queremos receber, mas não gostamos de dar. Mais bem aventurado somos quando damos do que quando recebemos – At 20:35.

 

É impossível a conciliação entre a soberania de Deus e a responsabilidade do homem, mas eu creio em ambas. Não creio em conflito, mas em limitação de minha mente em compreender algo tão complexo. Não posso deixar de ser responsável por cada ato ou pensamento que produzo. Também, não creio que posso ser capaz de fazer qualquer coisa independentemente de Deus.

 

Outra discussão boa é sobre as obras e a fé. Eu não posso colecionar obras e por elas ganhar galardão, mas são as minhas obras que serão premiadas com galardões. Afinal, as obras são minhas ou não são minhas? Se as deixo de fazer, sou responsável por não fazê-las. Se as faço, não sou galardoado por fazê-las.

 

Eu entendo melhor isso quando me vem a idéia de eu ser um ramo da árvore. Eu não sou a árvore. Eu sou o ramo. O ramo, por si só, não pode produzir frutos – essas são as obras que tento fazer. Todo ramo que não der fruto, será cortado e lançado fora. Mas o que der frutos será limpo para que produza mais frutos ainda.

 

Eu produzirei frutos, muitos frutos, se eu simplesmente for um ramo que está enxertado na árvore. Depois, eu continuo.... to com sono... ontem estive em vigília no Monte do P Sul. Glórias a Deus!

 

A Deus toda a glória!

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No entanto, lembre-se de juntar Cl 3:17 com 1 Co 10:31 :
devemos tudo fazer para a glória de Deus e em nome de Jesus! Deus o abençoe.