segunda-feira, 2 de agosto de 2010

1000 dias de propósito! Faltam 998 dias!

TEMA:  A autoria de Gênesis!
 
Ontem, pela graça de Deus, preguei a mensagem REJEITANDO A REJEIÇÃO DO CONHECIMENTO DE DEUS a qual disponibilizei para os amados irmãos tomarem conhecimento e se quiserem colaborar, com críticas e sugestões, fiquem à vontade:  http://www.scribd.com/doc/35170082/Pregacao-A-rejeicao-da-rejeicao-do-conhecimento-de-Deus-parte-1.
 
Hoje, retomo minhas aulas no Seminário Presbiteriano da 906 Sul. Também, retornei de férias e agora vamos prosseguir para conquistarmos este segundo semestre para a glória de Deus. Iniciei também no SEBI um curso sobre Cantares com o professor Airton Willians.
 
Cantares é a história de amor entre um pastor e a Sulamita como crítica a Salomão. Não se trata, no entanto, de Cântico “de” Salomão, mas “para” Salomão. Há quem crê que Cantares é a história de amor envolvendo três personagens o Pastor , a Sulamita e Salomão. Ambos no entanto defendem que a linguagem, o gênero literário e o sentido de Cantares é extremamente picante, classificando-o como ERÓTICO SAGRADO.
 
Bem, conforme nosso tema, estamos inciando o livro de Gênesis e no momento a questão está sobre a autoria de Gênesis. Antes de qualquer coisa, vale a pena relembrar algumas características do livro de Gênesis:
 
  • Os hebreus deram-lhe o nome de “Bereshith”, devido à sua primeira frase “No princípio...”.
  • No período talmúdico, o livro foi conhecido como o livro da criação do mundo.
  • O título “Gênesis”, se encontra na versão do Antigo Testamento Grego, a LXX, traduzida por judeus em Alexandria, no Egito em 250 a.C.
  • conforme a tradução de Gn 2:4 (tradução: Este é o registro das origens do céu e da terra).
  • Jerônimo em 382 d.C. apenas transliterou da LXX, para a sua versão Latina, a Vulgata, o título “Liber Genesis”. E este título é utilizado pela maioria das Bíblias que receberam influência das línguas latina e grega, como o inglês, espanhol, francês e português.
  • O livro leva este nome em virtude de ter como conteúdo a narrativa da origem do universo e do homem na obra criativa de Deus, e em particular da aliança que compõe o povo redimido por Deus.  http://www.monergismo.com/textos/teologia_pacto/ensaio_alianca.htm
 
Quanto à questão da autoria, esta simples pergunta é muito complicada. O autor (alguns diriam autores) não deixou um selo digital ou um certificado válido que pudéssemos hoje comprovar sua autoria. Alias, quem na história deixou?
 
A informação que temos hoje é que a tradição judaica lista Moisés como o autor do Gênesis e dos outros quatro livros que o seguem. Também atestam de forma indireta que Moisés foi o autor de Gênesis a própria Bíblia e a tradição cristã por meio de seus muitos teólogos ilustres e renomados da nossa história.
 
O fato é que temos um autor e um livro muito importante para a compreensão de todo o cosmos que trata da origem de todas as coisas, do céu, da terra, do homem, do pecado, do dilúvio, da aliança e de muitos outros eventos e personagens importantes para a nossa fé. Por discorrer sobre assuntos importantes e por declarar sua inerrância e sua infalibilidade, esse livro tem sido muito atacado, tanto por sua historicidade quanto por sua autenticidade.
 
Um dos ataques mais ferozes é aquele que está focado na questão da autoria de Gênesis. Essa questão é muito importante de ser solucionada e como não temos a certificação ou o selo digital que comprovem a tradição judaica e cristã, os eruditos fizeram uso da crítica.
 
Sendo a crítica o “exame de algum problema, texto ou questão, etc, a fim de determinar a sua autenticidade, confiabilidade ou significação” McDOWELL, J. Evidência que exige um veredito 2. ed. São Paulo: Candeia, 1992 e a Alta Crítica como definido abaixo.
 
“... escrutínio cuidadoso, com base nos princípios usualmente aplicáveis a toda a literatura, dos fenômenos reais da Bíblia, com o intuito de deduzir dessas conclusões o que for possível no tocante à época, à autoria, ao modo de composição, às fontes, etc., de seus diferentes livros; e todo aquele que se ocupa de tais investigações, com qualquer propósito, ainda que não queira sê-lo, ...” McDOWELL, J. Evidência que exige um veredito 2. ed. São Paulo: Candeia, 1992,
A idéia principal seria o estudo dessas e outras questões de uma forma objetiva e desprovida de qualquer pressuposto. No entanto, infelizmente, a objetividade, a clareza e a busca da verdade deram lugar ao preconceito e a interesses próprios.
 
Há razões suficientes para confiarmos nas Escrituras? Essa é a pergunta mais óbvia e que necessita de uma resposta que não pode haver rodeios. Moises não se identificou como o autor dos relatos de Gênesis. Eu estou convencido disso, no entanto, é necessário verificarmos as evidências históricas, documentais, arqueológicas e bíblicas.
 
Acompanhamento de minhas leituras/áudios:
  • Estou na página 6 da leitura bíblica da Bíblia de Estudo de Genebra – segunda edição revisada e ampliada, The Spirit os the Reformation Study Bible, ed. Cultura Cristã, Sociedade Bíblica do Brasil, 2009 - texto bíblico: Almeida Revista e Atualizada.
  • Estou na pág. 72302, do livro No Crepúsculo do Pensamento – Estudos sobre a pretensa autonomia do pensamento filosófico (In the twilight os western though: studies in the pretended autonomy of philosophical thought), de Herman Dooyeweerd, ed. Hagnos, 2010.
  • Estou ouvindo ...
 
A Deus toda a glória!
 

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No entanto, lembre-se de juntar Cl 3:17 com 1 Co 10:31 :
devemos tudo fazer para a glória de Deus e em nome de Jesus! Deus o abençoe.