quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

365 dias de propósito! Dia 149/365

Minha LBH: Estou no capítulo 12 do livro de Jó. No livro O ESCÂNDALO DO COMPORTAMENTO EVANGÉLICO - Por que os evangélicos estão vivendo exatamente como o resto do mundo?, de Ronald J. Sider (Título original: The Scandal of the Evangelical Conscience), estou na página 85/134. Quanto às Institutas de João Calvino, parte III, que estou ouvindo em meu N95, no UNO, já estou em 15h01m00s/25h56m37s.

 

PARABÉNS PASTOR PRESBITERIANO!

 

Você sabia que hoje é comemorado o dia nacional do pastor presbiteriano? Embora eu já quase seja teólogo formado no IMPAR com certificado emitido e reconhecido pelo MEC/RR, eu já dei entrada em minhas papeladas para solicitar créditos no seminário presbiteriano. Dia 18 de janeiro participarei do vestibular unificado e, no semestre que vem, se Deus o permitir, estarei cursando o seminário rumo à conquista de meu objetivo de me tornar pastor presbiteriano. Então pela fé, hoje é o meu dia!

 

Porque hoje se comemora esta data? Por que em 17/12/1865, há 144 anos, foi ordenado pastor, o primeiro pastor presbiteriano do Brasil, aos 42 anos de idade, o ex-padre, José Manoel Conceição.

 

Só para lembrar um pouco da história, José Manoel Conceição, nasceu em 1823 e foi ordenado padre em 1844. Em 1863, o missionário americano Backford em viagem missionária ao interior paulista visitou e falou de Cristo ao padre. Aquele padre era diferente dos outros, pois ensinava e exortava o povo a ler a Bíblia. Isso foi o que chamou a atenção do missionário americano.

 

Em 1824, Conceição, como era conhecido, é que vai à procura de Backford em SP. Juntos eles vão ao RJ e se encontram com o Rev. Ashbel Green Simonton. Em 23/10/1964, Conceição é batizado na igreja presbiteriana e passa a ajudar Simonton, Backford e Scheneider na evangelização do Brasil.  Em 16/12/1865, foi organizado o primeiro presbitério da Igreja Presbiteriana do Brasil que jurisdicionava as igrejas do RJ, SP e na cidade de Brotas. Foi nesse Concílio que Conceição se apresentou manifestando o interesse em ser ordenado.

 

Por que quero eu me tornar pastor, pastor presbiteriano? Eu já tenho uma vida econômica parcialmente estabilizada e daqui uns 7 para 8 anos me aposentarei em meu emprego. Meus filhos estão bem nos estudos e, creio, serão bem melhores do que eu. A minha filha menor também está seguindo o rumo dos meninos. Também creio que ela irá longe e conquistará grandes coisas. Minha esposa também está bem. Trabalha, estuda e tem potencial para se destacar realizando-se profissionalmente.

 

Sabe o que eu poderia fazer, então? Curtir o restante de minha vida juntamente com minha família. Viajar, passear, cuidar de um sítio, e esperar ela chegar, ou ele, numa boa, sem stress. O fato de eu querer me tornar pastor presbiteriano, portanto, nada tem a ver com realização profissional, econômica. Não estou me preparando para me aposentar na igreja.

 

Então por que estou com esse propósito que envolve sacrifício, dedicação, trabalho se ele não se coaduna com o que eu deveria e poderia fazer? Por acaso estou sendo pressionado? A resposta, de fato e de verdade, não está nesta terra, nem em sua lógica ou pretensa coerência, mas em Deus. Os meus ouvidos estão sendo ensinados a ouvir a voz de Deus que clama por obreiros preparados não apenas pelas faculdades, mas pela própria vida.

 

Por causa de Deus, unicamente dele, é que estou caminhando rumo ao meu objetivo de tornar-me pastor, pastor presbiteriano. Em suas mãos eu quero ser um vaso, um vaso vazio, para ele colocá-lo e usá-lo da maneira que lhe agrade, em qualquer hora, em qualquer lugar. Eis aqui a minha vida, usa-me! Usa-me como farol que brilha a noite, como abrigo no deserto, como ponte sobre as águas, como flecha que acerta o alvo. A Deus toda a glória. Amém!

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No entanto, lembre-se de juntar Cl 3:17 com 1 Co 10:31 :
devemos tudo fazer para a glória de Deus e em nome de Jesus! Deus o abençoe.