quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

365 dias de propósito! Dia 142/365

Minha LBH: Terminei o livro de Neemias. No livro NÃO ERA PARA SER ASSIM – Um resumo da dinâmica e natureza do pecado, de Cornelius Platinga Jr, ed. Cultura Cristã, avancei para a página 195/204 (estou terminando). Quanto às Institutas de João Calvino, parte III, que estou ouvindo em meu N95, no UNO, já estou em 10h13m40s/25h56m37s.

 

Ontem no culto das causas impossíveis, na Primeira Igreja Presbiteriana de Taguatinga, o Rev. Sabino Cordeiro Dourado nos trouxe uma palavra rápida mas muito eficaz sobre o perdão. Ele nos contou o testemunho de uma senhora, Amara, que encontrou na praia, que vendia panos de prato e que andava mancando. Amara trazia em seu coração uma dor muito forte, uma amargura com a vida por causa de seu marido, sr. José (os nomes foram mudados para evitar constrangimentos), que com ela cometeu atos de tamanha brutalidade que até foi capaz de amarrar o filho morto ao seu corpo por 4 dias e ainda por cima cometer violência sexual.

 

Sua vida ganhou uma tamanha marca ruim e problemática que já muitas vezes foi parar num hospício. Ela sustenta mais dois filhos e vive somente das rendas das vendas dos panos de prato. Olhando olhos-nos-olhos deu-lhe atenção, ouviu a sua história, pagou-lhe um caldo de peixe e por 1h30 conversaram, riram, choraram. Sem se identificar como pastor ou religioso, espiritual, conduziu-a, diligentemente, ao perdão, procurando convencê-la de que deveria, apesar dos pesares, perdoar ao sr. José.

 

Ele então disse a sra. Amara que o ódio, devido a falta do perdão, é um veneno que a gente toma para o outro morrer, só que quem morre, ou vai, aos poucos morrendo, é a gente mesmo. Tudo o que aquele homem fez e sabemos é errado, vai continuar a produzir seus males tirando de ti a doçura da vida por causa do amargor das lembranças e do ódio que se sente. Para conquistar a liberdade e sairmos desse laço vicioso é preciso juntar todas as forças e exercer o perdão.

 

Em seguida, orou com ela, por ela, pelo sr. José e lhe ensinou a perdoar. Disse-lhe que todas as vezes que viesse à sua mente lembranças do sr. José e dos atos malígnos que ele praticou, ela deveria liberar uma palavra, uma frase simples: “José, eu te perdôo em Nome de Jesus”. Se 100 vezes no dia viesse essa lembrança, 100 vezes deveria dizer “José, eu te perdôo em Nome de Jesus”. Se mil vezes viesse tais lembranças, 100 vezes deveria liberar a frase: “José, eu te perdôo em Nome de Jesus”.

 

Explicou-lhe que cada vez que ela liberasse a frase “José, eu te perdôo em Nome de Jesus” aquela palavra subiria e um anjo do Senhor a pegaria. Disse que no reino espiritual aquela liberação iria operar o milagre na sua mente e no seu coração libertando-a do veneno deixado pelo sr. José. Não vale a pena ficar tomando um veneno para o outro morrer. Assim é aquele que não perdoa o outro.

 

Jesus já nos ensinou o valor do perdão e quantas vezes devemos perdoar o nosso irmão ao dia. Bem aventurados seremos se colocarmos em prática.  A Deus toda a glória.

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No entanto, lembre-se de juntar Cl 3:17 com 1 Co 10:31 :
devemos tudo fazer para a glória de Deus e em nome de Jesus! Deus o abençoe.