sábado, 5 de dezembro de 2009

365 dias de propósito! Dia 137/365


Minha LBH: Li até o capítulo 6 de Esdras e no livro NÃO ERA PARA SER ASSIM – Um resumo da dinâmica e natureza do pecado, de Cornelius Platinga Jr, ed. Cultura Cristã, avancei para a página 147/204. As Institutas de João Calvino, parte III, que estou ouvindo em meu N95, no UNO, já estou em 5h48m57s/25h56m37s.

 

Apesar de viver uma vida regular, graças a Deus, de oração, de busca do Reino de Deus e de sua Justiça, de meditação e de escrita (todos os dias postar uma mensagem dessas, sem repetir e sem fazer por fazer – tentem! – não é fácil), eu ainda estou achando que é muito pouco para aquilo que Deus quer de mim nesta vida. Sinto que ele exige mais, muito mais, pois sabe o que está pedindo. Não devemos nos entregar a Deus apenas 90% ou que seja 99,99%, Deus nos quer cabalmente e ponto final.

 

Ou Deus é meu Deus ou eu sou deus, não há outro caminho. Se Deus é meu Deus, eu sou vaso, vaso vazio. Devo-lhe obediência. Ele é o Senhor. Caso contrário, eu é quem ditarei as regras ainda que eu o procurarei servir por meio de outras religiões, filosofias, gnoses, conhecimentos transcendentais, etc. Eu já tentei me livrar de Deus, sim do Deus que fez os céus e a terra, sim, já tentei me livrar dele, mas aquele versículo de Pedro ("para onde iremos nós, Senhor, se só tu tens a palavra de vida eterna?" - Jo 6:68), falado a Jesus de uma forma especial, pois veio de dentro do mais íntimo do ser de Pedro, venceu-me.

 

Eu entendo que ali não foi somente Pedro falando ao Senhor, mas toda a alma que tem sede e fome da justiça e da verdade. Pedro, ali, representou a humanidade que tem em si o mesmo clamor: para onde iremos nós? Mas porque alguém quereria fugir de Deus ou tentar se livrar dele? Simples, não  queremos ir a ele (Jesus) porque somos servos do pecado (Jo 8:34). Amantes e servos do pecado! Eis a principal razão porque nos afastamos de Deus ou procuramos nos livrar dele.

 

A nossa vida enquanto estamos nestes tempos é uma luta incessante contra o pecado e somente conhecem o horror do pecado quem conhece a Deus. Não existe pecado sem a idéia de Deus. Eu posso, deliberadamente, ignorar tudo isso e viver à vontade com meus pecados, mas não posso viver com ele, o pecado, e com Deus ao mesmo tempo. Então porque sou crente, fiel a Deus, eu não peco? De modo algum, peco demais da conta, mas não vivo em função do pecado. É diferente!

 

A questão é que Deus, para meu bem, está em minha vida e não tenho como afastá-lo de mim, pois ele não me deixa. "jamais te deixarei, nunca jamais te abandonarei" (Hb 13:5). Se é assim, óbvio que eu devo querer orar mais, buscar mais, desejá-lo mais... eu quero muito mais de Deus! Se eu quero muito, muito mais de Deus, logo tenho de dar mais, mais, mais de mim mesmo a Deus. Assim, como comecei a presente meditação: sinto que preciso orar mais.

 

Dizem que David Paul Yonggi Cho quando tem um problemão para resolver que é muito grande mesmo, ele gasta mais tempo na oração. Este me parece crente! Tem crentes e crentes que diante de um grande problemão, marcam reuniões infindáveis, discussões, fazem planos, estratégias, mais reuniões, novos planos, pedem ajudas (às vezes, infelizmente, à Baal!), fazem parcerias, buscam conselhos, apoio político e gente influente e de grana na sociedade... e se esquecem do Senhor dos problemas. Ora que é este Senhor dos problemas? Deus! Nosso Pai!

 

Diz um desenho animado no Discovery Kids Brasil, da Pink Dink Doo: "se eu tenho um problema que eu não sei o que fazer, eu penso, penso, penso até eu resolver ... pensa Pink ... pensa Pink!". Pois bem, farei bem em parafraseá-lo da seguinte forma: se eu tenho um problema que eu não sei o que fazer, eu oro, oro, oro até eu resolver... ora Deto...ora Deto! A Deus toda a glória!

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No entanto, lembre-se de juntar Cl 3:17 com 1 Co 10:31 :
devemos tudo fazer para a glória de Deus e em nome de Jesus! Deus o abençoe.