sábado, 11 de julho de 2015

Meu primeiro salto de paraquedas





Estou nos céus, literalmente entre os céus
e a terra, há umas 10.000 milhas de altura. Saltando, pela primeira vez, de
paraquedas, em Luziânia/GO.
Daqui de cima, vemos o mundo tão pequenino
lá em baixo. As cidades, que se parecem grandes, ficam tão pequeninas e
inexpressivas. Como nós, habitantes estelares, nos deixamos nos envolver por
tantas picuinhas na terra?
O mundo que o Senhor nos fez é tão vasto e
imenso. Tão gigante e absurdamente imenso que seu tamanho vai além da nossa vã
imaginação. Tudo é vasto e imenso no universo criado por Deus, inclusive o
microcosmo. O microcosmo é tão pequeno, mas tão pequeno, que chega a ser
infinitamente imenso, guardadas, é claro, as devidas proporções.
No cosmo, criado pelo Criador, tudo tem o
seu lugar preciso. Você já reparou que o homem nunca nada fez, nem fará, para
que o Cosmos inteiro funcione regularmente? Ele não precisa corrigir órbita
alguma de nenhuma estrela, cometa, constelação, tudo foi criado e tudo funciona
perfeitamente. São dois princípios presentes, o da criação, porque Deus criou
todas as coisas e o da sustentação, porque Deus sustenta todas as coisas
criadas.
Será que não nos sustenta a nós, seres
humanos? Será que ele nos criou à parte de sua criação e não nos sustenta
também? Sim, ele tanto nos criou quanto nos sustenta. Porque então ficamos tão
envolvidos conosco mesmos e nos esquecemos de Deus? Porque nos preocupamos com
tantas coisas e nos esquecemos de que Deus existe? A criação nos ensina que
tudo tem o seu lugar devido e funciona regularmente.
Para que haja unidade na igreja, no corpo
de Cristo, devemos confiar no governo e na administração de Deus sobre todas as
coisas e sobre tudo. Eu creio que seu poder de criar (único! Somente Deus pode
criar coisas) e de sustentar todas as coisas estão presentes no cosmos inteiro,
incluindo-se ai, tudo o que o contem, inclusive o nosso interior, os nossos
governos, as nossas políticas, os nossos pensamentos, imaginações. Deus é
Senhor de tudo e de todos, mesmo dos que não o aceitam como Senhor.
Ele disse ao Pai que tinha transmitido aos
seus discípulos, a glória que Deus Pai tinha transmitido a ele e sabem para
quê? Para que sejamos um como ele era com seu Pai. Era o seu desejo a unidade.
O capítulo 17 de João é conhecido como o capítulo da oração sacerdotal de
Cristo.
A Bíblia de Estudo de Genebra nos fala do
capítulo 17 como dividido em três partes:
1.       
Dos
vs. de 1 a 5, ele nos fala de sua própria glorificação.
2.       
Dos
vs. de 6 a 19, ele ora pelos seus discípulos como aqueles separados das demais
pessoas da terra.
Ele os considerava especiais por terem
sido trazidos pelo Pai (meu comentário: olha que o Pai permitiu entre eles um
que era filho do diabo, Judas, o traidor).
Jesus pede ao Pai para eles: proteção,
dos vs. 11 a13 e para mantê-los separados do mundo, dos vs. 14 a19.
3.       
Dos
vs. 20 a 26, ele ora, finalmente, por aqueles que viriam a crer nele no futuro
(eu e você! – nós, que estamos buscando a unidade), pedindo ao Pai,
primeiramente, que sejam unificados e, depois, que um dia (creio que na sua
volta), reunidos a ele.
Amanhã, irei publicar toda a oração
sacerdotal! O mundo está precisando se unir. A igreja está precisando se unir.
A união deve ser em torno de Cristo. Deus escolheu a Cristo para nos unir e sem
ele não teremos união, por mais que nos esforcemos. É em Cristo que Deus
escondeu tudo o que precisamos para essa união.
Eu ainda creio que o Senhor nos dará, em
nossos dias, um grande avivamento que fará coisas sobrenaturais ocorrerem de
forma jamais vista e testemunhada por qualquer humano desde os dias de Adão.
Finalizo este post, daqui do céu, com
Miquéias 7:15: “ eu lhes mostrarei
maravilhas como nos dias de tua saída da terra do Egito


Continuamos com o nosso desafio pela
unidade. 

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No entanto, lembre-se de juntar Cl 3:17 com 1 Co 10:31 :
devemos tudo fazer para a glória de Deus e em nome de Jesus! Deus o abençoe.