quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Deuteronômio 16: 1-22 – AS TRÊS FESTAS DOS JUDEUS.


Estamos vendo o detalhamento das condições da aliança – são 15 capítulos que vai do 12:1 até o capítulo 26:15. Estamos vendo, em cada capítulo, algum aspecto que Moisés queria enfatizar àquela segunda geração preparando eles para a ocupação da Terra Prometida.
No presente capítulo, 16, o assunto é as três festas dos judeus, já vista em outras partes. Elas são chamadas festas da peregrinação, assim chamadas porque todos os homens deviam celebrá-las no santuário.
Na verdade são cinco as festas celebradas, as quais estão relacionadas em Lv 23 e em Nm 28 e 29, mas aqui somente será falada dessas três.
1.    A Festa dos Pães Asmos e Páscoa, do vs. 1 ao 8 - Ex 23:14,15; 34:18; Lv 23:4-8.
2.    O Pentecoste, do vs. 9 ao 12 – Ex 23:16; 34:22; Lv 23:15-21.
3.    Os Tabernáculos, do vs. 13 ao 18 – Lv 23:33-43.
E, por fim, neste capítulo,  ainda veremos os deveres dos juízes, conforme também Ex 23:6-9.
Quando à festa dos Pães Asmos e da Páscoa que foram instituídas, foi determinado que elas deveriam ser comemoradas no “primeiro mês”, conforme Lv e Nm. Posteriormente, em Ex 23; 34, esse mês veio a ser chamado de abibe, um nome de origem cananéia. Nisã era um nome babilônico, mas os nomes babilônicos somente virão a aparecer no AT durante o exílio.
É interessante observar essas festas e associá-las com Cristo e com sua vida terrestre e com todos os eventos relacionados a ele, por que as festas, em suma, falarão dele ou de eventos relacionados a vida dele, de alguma forma.
Tudo tem a sua razão de ser justamente por causa da semente que Deus está preservando e guardando. Ali Moisés está recebendo a lei e os preceitos e conduzindo um povo, uma nação, separada e santa para o Senhor, não por causa, exclusivamente, do povo em si, mas por que no meio daquele povo havia a semente messiânica.
(...) Há uma forte relação entre as festas e todo cerimonial no Tabernáculo, inclusive o próprio tabernáculo, com o Messias, o Cristo que haveria de vir.”[1]
A Páscoa simbolizava substituição. Paulo em I Co 5:7 diz que Cristo é o nosso Cordeiro pascoal que foi imolado. Jesus, o Cordeiro que foi imolado, na última verdadeira festa de Páscoa, segundo padrões da antiga aliança, disse que o pão era sua própria carne e o vinho seu próprio sangue – Lc 22:19-20.
Por causa dos calendários da época, Jesus pode fazer as duas coisas tanto celebrar a última páscoa, como ser o Cordeiro da páscoa. Vejamos mais detalhes:
A páscoa:
1.      Era a primeira festa do povo israelense. Ela foi comemorada pela primeira vez na véspera da saída do povo judeu da terra do Egito. A última, com o próprio cordeiro pascoal, foi realizada com Jesus Cristo naquele 14 de Nisã, na quinta, junto com seus discípulos e também naquele 14 de Nisã, quando ele mesmo foi o cordeiro pascoal – aqui os seus discípulos o abandonaram.
2.      Era uma festa anual, todos os anos era comemorada por ordem de Deus.
3.      Era realizada no primeiro mês -“Abibe”, nome do mês cananeu ou “Nisã”, nome do mês babilônico - no 14º dia, no crepúsculo da tarde.
3.1.  Há dois sistemas de contagem dos dias na época de Jesus. Os galileus, os fariseus e os do norte contavam os dias do nascer do sol ao outro. Já os de Jerusalém, os saduceus e os do distritos circunvizinhos, a contagem do dia era do por do sol ao outro. Os discípulos de Jesus eram galileus, exceto Judas.
3.2.   Jesus e os seus discípulos comeram a páscoa na quinta-feira, dia 14 de Nisã, para os galileus e também morreu na páscoa, 14 de Nisã, para os de Jerusalém. Era importante que ele comesse aquela última páscoa com seus discípulos, pois a razão de ser daquelas, aproximadamente 1463 (valor estimado do número de páscoas desde a primeira páscoa com Moisés até aquela derradeira com Cristo) passadas páscoas era a pessoa dele, o verdadeiro cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.
Se tomarmos por referência o livro de Mateus, no capítulo 1, onde fala das genealogias, veremos que “De sorte que todas as gerações, desde Abraão até Davi, são catorze gerações; e desde Davi até a deportação para a babilônia, catorze gerações; e desde a deportação para a babilônia até Cristo, catorze gerações”.
Os pais de Moisés e Arão foram Anrão e Joquebede, levitas: “E Anrão tomou por mulher a Joquebede, sua tia, e ela deu-lhe Arão e Moisés: e os anos da vida de Anrão foram cento e trinta e sete anos.” (Ex 6:20). Moisés (viveu 120 anos) e Arão, filhos de Anrão (viveu 137 anos), filho de Coate, filho de Levi (137 anos).
De Abraão até Arão (este Arão não era o irmão de Moisés, mas descendente de Judá), são sete gerações e de Aminadabe até Davi, são também sete gerações. Moisés nasceu entre Aminadabe, filho de Arão (este de Judá) e Naasson, filho de Aminadabe. Quando a primeira páscoa foi instituída, creio, tanto Arão (o sétimo de Abraão até ele), quanto Aminadabe (o oitavo), quanto Naasson (o nono) estavam vivos, eram contemporâneos e parentes de Arão (de Levi) e seu irmão Moisés. Quanto a Esron, pai de Arão (de Judá), creio, não estava vivo por ocasião da primeira páscoa.
A páscoa foi comemorada (se eu estiver errado, por favor me corrijam), então por Arão (7º), Aminadabe (8º) e Naasson (9º). Salmon (10º), filho de Naasson não deveria estar vivo ainda. São, então, 7 + 14 + 14 = 35 gerações (5 x 7), das 42 (6 x 7) citadas por Mateus, que participaram da páscoa. Em meus cálculos – confesso que são muito superficiais – temos que aquela páscoa que Jesus realizou foi a de número 1463 (7 x 11 x 19)! Em dias, considerando os anos de 360 dias cada, teremos, 526.680 (2^3 x 3^2 x 5 x 7 x 11 x 19 = 360 x 1463) dias. Desculpem-me pelos cálculos: sempre gostei de números.
Era também importante para o cumprimento das Escrituras que ele morresse naquele 14 de Abibe ou de Nisã, no momento em que seria ou ocorreria a matança dos cordeiros – Jesus Cristo morreu, entregou o seu espírito, no exato instante em que o cordeiro era sacrificado. Coincidência ou propósito divino?
4.      Era comemorada por família. Um cordeiro por família. O sangue do cordeiro protegia a casa, a família, para que ninguém dela, nenhum dos integrantes da família, morresse. O zelo de Deus e a valorização da família vem desde quando o homem veio à existência.
5.      Era celebrada na véspera da libertação do povo de Israel do Egito. Engraçado que esta tão grande libertação era comemorada na véspera. A vitória antes da guerra! Imaginem uma festa comemorando a vitória de jogo de final de copa do mundo entre Brasil e Argentina. Antes do jogo a comemoração da vitória. Essa era a festa da páscoa: comemorada antes da luta! Isso significa que é de Deus que vem a nossa vitória! Ele tem controle sobre tudo e sobre todos. Com ele, sim, com ele, comemoramos a vitória antes da guerra!
6.      Era sacrificado um cordeiro, sem mácula, sem mancha, sem defeito, macho, de um ano.
6.1.  Era escolhido 4 dias antes, ou seja, no dia 10 de Nisã para ser sacrificado somente no dia 14 de Nisã. (Ex 12:3-6).
6.2.  Era separado do Rebanho até a páscoa. Jesus também foi escolhido e ungido – separado – por Maria quando o ungiu e o separou para ser sacrificado – Mc 14:3-9 e Jo 12:1-7 (como já salientei acima, provavelmente ele foi separado na terça-feira, 11 de Nisã para os de Jerusalém). Marcos fala que dali a dois dias seria a páscoa e João diz que Jesus chegou a Betânia 6 dias antes da páscoa. Não dá para saber precisamente, mas minha hipótese é que Jesus foi ungido por Maria, em Betânia, no dia 11 de Nisã, conforme contagem dos de Jerusalém.
Por causa daquela dupla maneira de se contar o dia em Israel, Jesus tanto foi o cordeiro separado como também separou um cordeiro para comemorar a última páscoa, ou seja, aquela que ele comeu com seus discípulos, a última páscoa.
6.3.  O cordeiro deveria ser morto em 2h antes do crepúsculo do dia 14 (Ex 12:6).
6.4.  Era levado por dois homens ao templo para o sacrifício.
6.5.  Assim que morto, tinha de ser levado imediatamente para casa para ser assado.
6.6.  Eram sacrificados cerca de 250.000 cordeiros, sendo necessário centenas de sacerdotes, mais ou menos, uns 600 deles.
6.7.  Metade morria na quinta-feira e a outra metade na sexta-feira – isso caindo 14 de Nisã, para os de Jerusalém, na sexta-feira.
6.8.  Era enorme a quantidade de sangue que descia para o Vale de Cedron e o riacho ficava vermelho de tanto sangue. Lembre-se que em Hb 10:14 está escrito que o sangue de touros e de bodes não tem poder para remover pecados, dizem as Escrituras que isso era “... impossível...”.
6.9.  O cordeiro era tipo de Cristo e João Batista apontou para o Cristo, o cordeiro que tira os pecados do mundo- Jo 1:29.
7.      A páscoa precedia a festa dos pães asmos, ou pães sem fermento –Lv 23:6.
7.1.  A festa dos pães asmos ou pães sem fermento durava uma semana. Ia de 15 de Nisã até 21 de Nisã.
7.2.  Eram preparados pães sem fermento, pois era comemorada às pressas.
7.3.  Nela havia oportunidades de reuniões de adoração.
7.4.  As reuniões eram para LEMBRAR como Deus havia tirado os israelitas do Egito: às pressas!
7.5.  O oitavo dia da festa, era chamado de o grande dia da festa.
7.6.  Muitos confundiam esses dois eventos, a festa da páscoa e a festa dos pães asmos. Tecnicamente, a festa da páscoa era somente em um dia, o dia 14 de Nisã e a festa dos pães asmos, do dia 15 de Nisã até o dia 21 de Nisã. Na prática, havia confusão, ou seja chamavam páscoa do período que ia de 14 a 21. Também chamavam esse período de festa dos pães asmos.
Veja que é comum as pessoas falarem do domingo de páscoa, mesmo os nossos pastores, mas eles falam assim por causa dessa confusão natural inclusive na Bíblia. Volto a repetir, a páscoa é somente no dia 14 de Nisã.
8.      No dia 16 de Nisã, no terceiro dia, ocorria a festa das primícias (primeiras colheitas). Era a oportunidade da oferta dos primeiros frutos das colheitas. Com o propósito de reconhecer que os frutos da terra vinham de Deus. Jesus Cristo foi o molho escolhido e apresentado a Deus, significando que aquela colheita de onde ele foi extraído, pertencia a Deus.
Nós separamos em nossa mente a ressurreição de Cristo e a distinguimos da nossa, mas é tudo uma só ressurreição. A colheita toda pertence a Deus. E Cristo foi as primícias apresentada e aceita por Deus. A conclusão disso é que se o primeiro fruto é santo, toda a colheita o é; se os primeiros frutos pertencem a Deus, todos os frutos pertencem; se Cristo, as primícias, ressuscitou, todos nós ressuscitaremos.
9.      Era necessário muitos preparativos. Além dos mencionados acima – ver itens acima de 6.1. a 6.9 – também era escolhido o local,  a mobília, os ingredientes, os principais elementos,  a hora certa, ... verificar: Mc 14:15; Mt 26:17-19; Lc 22:8-10; Jo 16:30.
10.   Os principais elementos da páscoa eram:
10.1.              Pão sem fermento.
10.2.              Vinho.
10.3.              Prato de ervas amargas.
Alguns detalhes da festa de pentecoste:
Depois disso, no dia 6 de Sivã, 50 dias após a festa das primícias, se comemorava a festa das semanas, ou do pentecoste, que celebrava a colheita de trigo. O propósito era mostrar alegria e gratidão a Deus pela colheita. Aqui os pães não precisavam ser comidos com pressa e portanto poderiam ser com fermento. O fermento aqui simboliza o crescimento.
Com a descida do Espírito Santo no Pentecoste, foi inaugurada a época da igreja, época de crescimento da massa, do povo de Deus. A colheita será muito abundante na volta de Jesus!
Algumas considerações gerais:
Como podemos perceber, todas as festas dos judeus, instituídas por Deus, tinham propósitos e um deles era revelar o seu Filho Unigênito.
Jesus e seus discípulos prepararam a páscoa, nos mínimos detalhes. Deve ter dado um trabalho enorme! Será que se utilizaram das mulheres para ajudá-los? Não sei.
Jesus devia estar ansioso, pois era a última refeição da páscoa com seus discípulos, que passaria a ter a responsabilidade de dar continuidade ao ministério de Jesus. Sendo instituída, como vimos, há uns 1463 anos antes, esta páscoa era muito especial, era a derradeira páscoa e todos os cuidados deviam ser tomados.
A hora dele, de Jesus, havia chegado! Era o momento para o qual ele tinha vindo. Agora os acontecimentos nesta noite de 14 de Nisã, introduziriam a culminação de tudo o que todas as páscoas anteriores prefiguravam. Aleluias!
O resultado da páscoa: o cordeiro foi morto em sacrifício; Jesus Cristo foi morto em sacrifício.
•         O resultado da páscoa? A morte de Jesus! 
•         A consequência da páscoa: a nossa salvação!
Três dias depois, um molho das primícias era apresentado a Deus pelo sacerdote em reconhecimento de que toda a colheita pertencia a Deus, era uma oferta de alegria.”[2]
Já a Festa dos Tabernáculos era também conhecida como Festa de Sucote – Cabanas – porque os israelitas deveriam se reunir no santuário e viver em abrigos temporários durante uma semana. Ela começava no décimo quinto dia do sétimo mês lunar, no outono. Ocorria no final do tempo das colheitas, depois que os cereais haviam sido debulhados e as uvas haviam sido colhidas.
Naturalmente, todos os dízimos das colheitas deveriam ser levadas para a festa. Deus determinou que essa comemoração lembrasse a experiência dos israelitas com os peregrinos, depois de terem saído do Egito – Lv 23:43 -, e que durante a festa se fizesse a leitura da lei – 31:10-13. (BEG).
Dt 16:1 Guarda o mês de Abibe, e celebra a páscoa ao SENHOR teu Deus;
               porque no mês de Abibe o SENHOR teu Deus te tirou do Egito,
                              de noite. Dt 16:2
               Então sacrificarás a páscoa ao SENHOR teu Deus, das ovelhas e das
                              vacas, no lugar que o SENHOR escolher para ali fazer
                                            habitar o seu nome.
               Dt 16:3 Nela não comerás levedado; sete dias nela comerás
                              pães ázimos, pão de aflição (porquanto apressadamente
                                            saíste da terra do Egito), para que te lembres do dia
                                                           da tua saída da terra do Egito,
                                                                          todos os dias da tua vida.
               Dt 16:4 Levedado não aparecerá contigo por sete dias
                              em todos os teus termos; também da carne
                                            que matares à tarde, no primeiro dia,
                                                           nada ficará até à manhã.
               Dt 16:5 Não poderás sacrificar a páscoa em nenhuma das tuas portas
                              que te dá o SENHOR teu Deus; Dt 16:6 Senão no lugar que
                                            escolher o SENHOR teu Deus, para fazer habitar o
                                                           seu nome, ali sacrificarás a páscoa à tarde,
                              ao pôr do sol, ao tempo determinado da tua saída do Egito.   
Dt 16:7 Então a cozerás, e comerás no lugar que escolher
                              o SENHOR teu Deus; depois voltarás pela manhã,
                                            e irás às tuas tendas.
               Dt 16:8 Seis dias comerás pães ázimos e no sétimo dia é solenidade
                              ao SENHOR teu Deus; nenhum trabalho farás.
               Dt 16:9 Sete semanas contarás; desde que a foice começar na seara
                              iniciarás a contar as sete semanas.
               Dt 16:10 Depois celebrarás a festa das semanas
                              ao SENHOR teu Deus; o que deres será oferta voluntária da
                                            tua mão, segundo o SENHOR teu Deus
                                                           te houver abençoado.
               Dt 16:11 E te alegrarás perante o SENHOR teu Deus, tu, e teu filho,
                              e tua filha, e o teu servo, e a tua serva, e o levita que está
                                            dentro das tuas portas, e o estrangeiro, e o órfão,
                              e a viúva, que estão no meio de ti, no lugar que o SENHOR
                                            teu Deus escolher para ali fazer habitar o seu nome.
               Dt 16:12 E lembrar-te-ás de que foste servo no Egito;
                              e guardarás estes estatutos, e os cumprirás.
               Dt 16:13 A festa dos tabernáculos celebrarás sete dias,
                              quando tiveres colhido da tua eira e do teu lagar.
               Dt 16:14 E, na tua festa, alegrar-te-ás, tu, e teu filho, e tua filha,
                              e o teu servo, e a tua serva, e o levita, e o estrangeiro,
                              e o órfão, e a viúva, que estão dentro das tuas portas.
               Dt 16:15 Sete dias celebrarás a festa ao SENHOR teu Deus, no lugar
                              que o SENHOR escolher; porque o SENHOR teu Deus te há
                                            de abençoar em toda a tua colheita,
                              e em todo o trabalho das tuas mãos;
                                            por isso certamente te alegrarás.
               Dt 16:16 Três vezes no ano todo o homem entre ti aparecerá
                              perante o SENHOR teu Deus, no lugar que escolher,
                                            na festa dos pães ázimos,
                                            e na festa das semanas,
                                            e na festa dos tabernáculos;
                              porém não aparecerá vazio perante o SENHOR;
               Dt 16:17 Cada um, conforme ao dom da sua mão, conforme a bênção
                              do SENHOR teu Deus, que lhe tiver dado.
Dt 16:18 Juízes e oficiais porás em todas as tuas cidades
               que o SENHOR teu Deus te der entre as tuas tribos,
                              para que julguem o povo com juízo de justiça.
               Dt 16:19 Não torcerás o juízo, não farás acepção de pessoas,
                              nem receberás peitas; porquanto a peita cega
                              os olhos dos sábios, e perverte as palavras dos justos.
               Dt 16:20 A justiça, somente a justiça seguirás; para que vivas,
                              e possuas em herança a terra que te dará
                                            o SENHOR teu Deus.
               Dt 16:21 Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do SENHOR
                              teu Deus, que fizeres para ti.
               Dt 16:22 Nem levantarás imagem,
                              a qual o SENHOR teu Deus odeia.
Ainda neste capítulo, Moisés fala dos juízes e de que eles deveriam ser instituídos em todas as cidades entre o povo para poderem julgar o povo com juízo e justiça. Exorta e adverte o povo com relação ao juiz para não serem tentados pelo suborno que cega o juízo e torce toda justiça.
A finalização do presente capítulo adverte contra o perigo da idolatria e vemos uma coisa que Deus odeia: as imagens! Não creio que qualquer imagem distintamente, mas imagens cuja finalidade era tornar-se um ídolo ou uma divindade.


[1] SAINDO DO CATIVEIRO - Reflexões bíblicas no livro de Êxodo.
[2] Da pregação do autor: A Páscoa e a Ressurreição de Cristo – I Co 15_12-34 e Jo 20_1-18, disponível para download no seu SCRIBD: http://pt.scribd.com/doc/53859694/Pregacao-A-Pascoa-e-a-Ressurreicao-de-Cristo-%E2%80%93-I-Co-15-12-34-e-Jo-20-1-18
A Deus toda glória! p/ Daniel Deusdete – 
http://www.jamaisdesista.com.br
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No entanto, lembre-se de juntar Cl 3:17 com 1 Co 10:31 :
devemos tudo fazer para a glória de Deus e em nome de Jesus! Deus o abençoe.