sexta-feira, 11 de março de 2016

Tiago 3 1-18 - PARE DE QUEIXAR-SE! NÃO FAÇA MAU USO DA LÍNGUA!

Como falamos, Tiago foi escrito com o objetivo de ensinar a sabedoria de Deus para podermos perseverar em meio às dificuldades até o retorno de Cristo. Ela, provavelmente, foi escrita entre 44-62 d.C. Estamos vendo o capítulo 3/5.
Breve síntese do capítulo 3.
Tiago, inspiradíssimo, poeta do Senhor, fala da língua com maestria e deixa o recado pelo Espírito Santo de Deus aos nossos corações. Como será que está a nossa língua e o uso que fazemos dela diante do Senhor que nos deu este instrumento valioso capaz de colocar “navios” na direção certa?
Uma de nossas malditas especialidades é a queixa e as murmurações diante do Senhor. “Nossas orações algumas vezes parecem cópia dessa palavra de Elias: queixas e lamentos diante do Senhor. Precisamos orar para agradecer e louvar, para engrandecer e glorificar, para interceder e suplicar... sem queixas, sem lamentos, porque o Senhor tem o melhor para nós. Assim devemos lançar sobre ele a nossa ansiedade, certos de que ele cuida de nós; só assim, podemos prosseguir dentro do plano que o Senhor tem para nós.[1]
Vejamos o presente capítulo com mais detalhes, conforme ajuda da BEG:
II. A SABEDORIA E SEUS EFEITOS NAS PROVAÇÕES (1.2-3.12) - continuação.
Estamos vendo de 1.2 a 3.12 a sabedoria e seus efeitos nas provações. Tiago passou imediatamente para a sua preocupação central: a sabedoria divina em meio às provações e aos sofrimentos.
Estamos seguindo a seguinte divisão proposta, conforme a BEG: A. Pedindo a Deus por sabedoria (1.2-18) – já vimos; B. Ouvir e fazer (1.19-27) – já vimos; C. Favorecendo o rico (2.1-13) – já vimos; D. Fé e obediência (2.14-26) – já vimos; e, E. O controle da língua (3.1-12) – veremos agora.
E. O controle da língua (3.1-12).
Tiago forneceu ainda outra visão da maneira com que a sabedoria age nas provações e nos conflitos que testam a nossa fé. Ele apontou para a importância de controlar a nossa língua na comunidade cristã.
Ele começa o capítulo desestimulando aqueles que querem se tornar mestres; essa é uma sensata advertência com relação à responsabilidade dos mestres. Os mestres têm tanto a habilidade como a responsabilidade de estudar e conhecer a verdade. Como resultado, Deus os considera responsáveis de acordo com um padrão mais elevado (cf. Lc 12.47-48).
Os mestres também exercem unia influência sobre os alunos confiantes, um relacionamento que torna os alunos vulneráveis a sérios erros da parte dos seus mestres.
Esse julgamento mais severo deveria reprimir os mestres de dizer palavras incorretas ou descuidadas. A igreja antiga dava grande valor aos mestres (Mt 5.19; 18.6).
Ainda assim, Tiago rapidamente ampliou a sua perspectiva além deles para incluir todos os cristãos.
O fato é que mestres e não-mestres, todos tropeçamos. Tiago ainda estava falando principalmente dos mestres, indicando que ensinar algum erro é inevitável.
Assim, o rigoroso julgamento contra o pecado inevitável deveria dissuadir energicamente muitos de se tornarem mestres. Tiago usou esse ponto para prosseguir falando a respeito de ensinamentos que são universalmente aplicáveis ao uso da língua.
Dos vs. 3 ao 5, Tiago fez uso de metáforas da experiência comum para ilustrar o seu argumento principal de que grandes resultados podem ser alcançados por simples ações.
A língua é a menor parte do corpo, mas ela é capaz de criar tanto enormes desastres como fornecer orientações que elevam a vida.
Uma língua desenfreada é como um fogo que devasta sem controle (SI 120.3-4; Pv 16.27). Essa imagem realça o inacreditável prejuízo que pode ser feito com palavras - não somente àqueles aos quais as palavras são direcionadas, mas também aos outros em seu caminho e àqueles que as pronunciaram.
Como as palavras perversas podem causar muito (frequentemente imprevisível) prejuízo, os cristãos especialmente devem ser muito cuidadosos com o que dizem.
O mau uso das palavras (incluindo blasfêmia, fofoca, calúnia, mentiras, falso juramento e assim por diante) tem o poder de destruir, manchar ou corromper todo o caráter de uma pessoa.
O fato de que ela é posta ela mesma em chamas pelo inferno – vs. 6 -, trata-se de uma afirmação exagerada que indique a gravidade dos resultados das palavras perversas, ou uma indicação de que os próprios demônios tentam os cristãos a usar palavras destrutivas.
No vs. 7 quando ele afirma que todas as espécies de animais, aves, répteis e criaturas do mar tem sido domada, Tiago não tinha em vista a domesticação, mas a sujeição que a humanidade exerce sobre o reino animal (Gn 1.28).
No entanto, apesar disso, a língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar. A língua é mais difícil de domar do que os animais selvagens, ou seja, o pecado verbal está entre os mais difíceis de serem resistidos, pois que a língua está carregada de veneno mortífero.
A língua é mais cheia de veneno peçonhento do que uma víbora (SI 58.4; 140.3; Rm 3.13-14). Nessa metáfora, Tiago talvez estivesse fazendo referência à serpente no jardim do Éden: suas palavras aparentemente inocentes trouxeram a destruição sobre toda a raça humana (Gn 3).
Embora os pecados verbais sejam fáceis de serem cometidos, eles podem provocar terríveis destruições.
Nos vs. 9 ao falar das bênçãos e maldições, Tiago estava aplicando seus princípios aos relacionamentos humanos. Sua principal preocupação a respeito do controle da língua era que os cristãos deveriam perceber que amaldiçoar a imagem e semelhança de Deus equivale a amaldiçoar o próprio Deus.
Além disso, é totalmente inaceitável que alguém faça declarações piedosas enquanto ignora ou maltrata os outros, especialmente aqueles que são fracos e desamparados.
A consideração apropriada pelas pessoas como portadoras da imagem de Deus nos motivará a falar com elas com a dignidade e a honra que Deus concedeu a elas (veja 1Jo 3.17; 4.8). Veja também o excelente artigo teológico da BEG: "Criados à imagem de Deus", em Gn 1.
Sobre essa imagem e semelhança, podemos ainda nos valer do sermão A ORIGEM DA FAMÍLIA[2] (Pr. Daniel Deusdete), a seguir copiado.
“Adão no hebraico é הָֽאָדָ֗ (Adam) que no original está conectado a duas palavras hebraicas que significam “sangue” (dam) e “solo” ou “terra” (adamah) – essas duas palavras nos remetem à humanidade. Sangue + solo = humanidade. Para se tornar alma vivente, Deus teve de soprar em suas narinas aquilo que é a sua essência, o seu Espírito. Deus jogou para dentro dele aquilo que era a sua própria essência, o seu Espírito.
Em Gn 2.7, nós lemos que o Senhor Deus:
ü  Formou o homem do pó da terra.
ü  Soprou em suas narinas o fôlego de vida.
ü  O homem se tornou um ser vivente.
Assim, Adão não é simplesmente formado a partir da “terra” (adamah), mas a partir de עָפָר֙ (afar) da terra, ou do pó (pó, cinzas ou restos) da terra.
E agora Deus ao criar o homem, o faz à sua imagem (tzelem) e à sua semelhança (demut). Quando Deus disse que iria criar o homem à sua imagem e à sua semelhança ele estava já executando seu plano eterno desde quando nem tempo havia.
A criação do homem por causa da imagem e da semelhança de Deus é algo especial e único no universo. O homem foi a última coisa a ser criada por Deus. E nada da criação se compara ao homem.
Pois a ninguém disse o que disse Deus ao homem quando o criou, nem em criatura alguma criada ele soprou em suas narinas para que se tornasse alma vivente. Deus teve de soprar algo de si mesmo ao homem para torná-lo alma vivente.
Deus soprou nele aquilo que é a sua essência, o seu espírito. Deus jogou para dentro dele aquilo que era a sua essência, seu Espírito.
O homem não foi criado por causa do mundo, mas o mundo foi criado por causa da família!
Calvino fala sobre a imagem e a semelhança como termos sinônimos que não representam características físicas do Criador porque Deus é espírito e não tem aparência física, nem características suas de domínio, mas representam:
·         Retidão e verdadeira santidade
·         Imortalidade
·         Inteligência, razão e afeição.
A Bíblia de Estudo de Genebra fala que a imagem e a semelhança representa aspectos pessoais, criativos, racionais e morais pertencentes a Deus e comunicados aos homens na sua criação. Deus tem atributos que não são comunicáveis como a onipotência, onisciência, onipresença, mas compartilha com o homem de sua imagem e semelhança quanto aos seus atributos comunicáveis como a verdade, a justiça, o amor, a bondade.
Mesmo o homem caído por causa do pecado do primeiro Adão guarda a imagem e a semelhança de Deus por causa dos seus atributos comunicáveis. Certamente que maculada ou deturpada, mas ele a carrega.
No hebraico temos uma construção literária chamada de paralelismo onde a segunda linha (neste caso a palavra “imagem” e “semelhança”) está dizendo basicamente a mesma coisa que a primeira, ampliando assim o significado do primeiro conceito. É o que se chama também de expansão. Por exemplo, eu digo “a” e depois “aa”, o primeiro significado é o de “a” e o segundo é, no mínimo, o dobro do primeiro.
  • (Tzelem) está ligado com a ideia de uma "sombra".
  • (Tzel), uma imagem imperfeita que se assemelha ao que a projeta. Apesar de imperfeita, essa sombra/imagem guarda conexão com aquilo que a projeta.
  • (Dmut) é paralela à (tzelem) e são conectadas com as ideias, "semelhança" e "imaginação".
Tanto "imagem" e "semelhança" usam diferentes prefixos, “bet” (para) e “caf” (como/de acordo com), mas isso é normal no Hebraico e não há um significado peculiar nessa construção.
Cada ser humano que anda por ai, mesmo os ímpios foram criados por Deus e portanto levam de alguma forma a imagem e a semelhança de Deus neles. Destruí-los é afrontar a Deus porque ali está a sua imagem e a sua semelhança.
Vejamos um pequeno trecho de João Calvino falando disso e reforçando em nós o conceito do perdão que Jesus nos ensinou:
“Seja quem for que se apresente a nós como necessitado do nosso auxílio,
não há o que justifique que nos neguemos a servi-lo.
Se dissermos que é um estranho,
o Senhor imprimiu nele uma marca
que deveríamos reconhecer facilmente. 
Se alegarmos que é desprezível e de nenhum valor,
o Senhor nos contestará,
relembrando-nos que o honrou criando-o à Sua imagem.
Se dissermos que não há nada que nos ligue a ele,
o Senhor nos dirá que se coloca no lugar dele
para que reconheçamos nele os benefícios
que Ele nos tem feito.
Se dissermos que ele não é digno de que demos sequer um passo para ajudá-lo,
a imagem de Deus,
que devemos contemplar nele,
é digna de que por ela nos arrisquemos,
com tudo o que temos.
Mesmo que tal homem,
além de não merecer nada de nós
também nos fez muitas injúrias ultrajantes,
ainda assim
isso não é causa suficiente para que deixemos de
amá-lo, agradá-lo e servi-lo.
Porque, se dissermos que ele não merece nada disso de nós,
Deus nos poderá perguntar que é que merecemos dele.
E quando Ele nos ordena
que perdoemos aos homens as ofensas
que nos fizeram ou fizerem,
é como se o fizéssemos a Ele.
 (Mt 6.14,15; 18.35; Lc 17.3)”. (João Calvino).
Com relação aos vs. 11 e 12, observe a semelhança aqui entre as metáforas de Tiago e as usadas por Jesus em Mt 7.16. Usar a língua para pecar é incompatível com o caráter do cristão e a identidade em Cristo.
III. A SABEDORIA E SEUS EFEITOS NAS DISPUTAS (3.13-5.11).
Num segundo momento, Tiago explicou como a sabedoria divina era necessária para as provações que os seus leitores estavam enfrentando, especialmente a provação dos conflitos entre os cristãos.
A sabedoria proveniente de Deus é humilde, mas a sabedoria terrena é orgulhosa e invejosa. Os cristãos devem evitar falar mal uns dos os outros porque somente Deus é nosso juiz.
Os cristãos devem evitar também o orgulho perante Deus, sabendo que ele controla a nossa vida. O rico que oprime o pobre arrisca-se a receber o eterno castigo de Deus. A paciência é necessária para todos nós porque iremos receber a nossa recompensa quando Cristo retornar.
Veremos, pois, dos vs. 3.13 ao 5.11, a sabedoria e seus efeitos nas disputas. Tiago retornou explicitamente ao tema da sabedoria.
Seus interesses aqui são semelhantes àqueles expressados na primeira metade da sua epístola, mas agora ele focaliza mais na sabedoria manifestada no contexto do conflito.
Sua discussão se divide em cinco partes: humildade e paz como sinais distintivos da sabedoria proveniente de Deus (3.13-4.10), a impropriedade da maledicência (4.11-12), a arrogância (4.13-17), advertências aos os cristãos ricos (5.1-6) e a importância da paciência (5.7-11). Elas formarão a nossa seguinte divisão proposta, conforme a BEG: A. Distinguindo a sabedoria proveniente de Deus (3.13-4.10) – começaremos a ver agora; B. Maledicência (4.11-12); C. Advertências contra a presunção (4.13-17); D. Advertências aos ricos (5.1-6); e, E. Paciência (5.7-11).
A. Distinguindo a sabedoria proveniente de Deus (3.13-4.10).
Dos vs. 3.13 ao 4.10, estaremos distinguindo a sabedoria proveniente de Deus. Há dois tipos de sabedoria: uma de Deus e outra do mundo. Tiago informou a seus leitores sobre como distinguir uma da outra.
Assim como Tiago exorta os cristãos a demonstrar a fé por meio das obras, ele também insiste que a sabedoria seja demonstrada mediante uma vida piedosa.
Um sinal de sabedoria é um espírito manso e humilde. Como a arrogância e a insensatez andam juntas, assim também é com a humildade e a sabedoria.
De maneira realista, a sabedoria dá valor à vida e promove a humildade na pessoa sábia. Conquanto até mesmo o exemplo de Jesus demonstre que a passividade recatada nem é sempre apropriada (Jo 2.15-16), as pessoas sábias possuem suficiente conhecimento sobre si mesmas e sobre o mundo no qual vivem para servir a Deus com um espírito de humildade e mansidão.
Abrigar no coração inveja amargurada e sentimento faccioso – vs. 14 – é um péssimo sinal. A inveja e a cobiça envenenam o espírito. Elas estão ligadas à ambição egocêntrica e egoísta. Essas imperfeições surgem da insensatez. Elas são contrárias ao verdadeiro entendimento e ao amor ao próximo.
Aqui – vs. 15 - a verdadeira sabedoria é colocada em nítido contraste com a "sabedoria" deste mundo a qual é terrena, animal e demoníaca. A sabedoria da carne reflete o engano de Satanás e é loucura aos olhos de Deus (veja 1Co 1.19-21).
E onde há inveja e ambição egoísta, haverá confusão e toda espécie de coisas ruins. A inveja e o egoísmo resultam da falta de sabedoria divina. Essa insensatez leva a diferentes tipos de pecados prejudiciais.
No entanto – vs. 17 -, a sabedoria verdadeira vem lá do alto. A sabedoria que é um dom de Deus reflete a pureza do próprio Deus. Novamente a sabedoria é ligada à piedade, uma vez que o próprio Deus é a fonte e o manancial da verdadeira sabedoria a qual é pura; depois pacífica, amável, compreensiva, cheia de misericórdia e de bons frutos, imparcial e sincera – vs. 17.
Assim, ela está livre de qualquer atitude belicosa; é atenciosa e gentil com os sentimentos das outras pessoas; é tratável, isto é, disposta a ouvir e a submeter-se à opinião dos outros quando apropriado; é plena de misericórdia - não avarenta quanto a mostrar misericórdia, mas suficientemente consciente de sua própria necessidade por misericórdia para ser misericordiosa com os outros; é imparcial, sem fingimento; é justa e livre de fraude ou de engano.  
O fruto colhido pelo plantio da sabedoria – vs. 18 - é uma abundante safra de retidão, tanto em si mesmo como naqueles que foram afetados positivamente por atitudes e ações da pessoa.
Tg 3:1 Meus irmãos, não vos torneis, muitos de vós, mestres,
                sabendo que havemos de receber maior juízo.
Tg 3:2 Porque todos tropeçamos em muitas coisas.
Se alguém não tropeça no falar,
                é perfeito varão,
                capaz de refrear também todo o corpo.
Tg 3:3 Ora, se pomos freio na boca dos cavalos,
                para nos obedecerem,
                               também lhes dirigimos o corpo inteiro.
Tg 3:4 Observai, igualmente,
                os navios que,
                               sendo tão grandes e batidos de rijos ventos,
                                               por um pequeníssimo leme são dirigidos
                                                               para onde queira o impulso do timoneiro.
Tg 3:5 Assim, também a língua,
                pequeno órgão,
                               se gaba de grandes coisas.
Vede como uma fagulha
                põe em brasas tão grande selva!
Tg 3:6 Ora, a língua
                é fogo;
                é mundo de iniquidade;
a língua está situada entre os membros de nosso corpo,
e contamina o corpo inteiro,
e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana,
                como também é posta ela mesma em chamas pelo inferno.
Tg 3:7 Pois toda espécie de feras, de aves, de répteis e de seres marinhos
                se doma e tem sido domada pelo gênero humano;
Tg 3:8 a língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar;
                é mal incontido,
                carregado de veneno mortífero.
Tg 3:9 Com ela,
                bendizemos ao Senhor e Pai;
                também, com ela, amaldiçoamos os homens,
                               feitos à semelhança de Deus.
Tg 3:10 De uma só boca procede
                bênção e maldição.
Meus irmãos, não é conveniente que estas coisas sejam assim.
Tg 3:11 Acaso, pode a fonte jorrar do mesmo lugar
                o que é doce e o que é amargoso?
Tg 3:12 Acaso, meus irmãos,
                pode a figueira produzir azeitonas
                ou a videira, figos?
                Tampouco fonte de água salgada pode dar água doce.
Tg 3:13 Quem entre vós é sábio e inteligente?
                Mostre em mansidão de sabedoria,
                               mediante condigno proceder,
                                               as suas obras.
Tg 3:14 Se, pelo contrário, tendes em vosso coração
                inveja amargurada
                e sentimento faccioso,
                               nem vos glorieis disso,
                               nem mintais contra a verdade.
Tg 3:15 Esta não é a sabedoria que desce lá do alto; antes,
                é terrena,
                animal
                e demoníaca.
Tg 3:16 Pois, onde há inveja e sentimento faccioso,
                aí há confusão e toda espécie de coisas ruins.
Tg 3:17 A sabedoria, porém, lá do alto
                é, primeiramente, pura;
                depois, pacífica,
                indulgente,
                tratável,
                plena de misericórdia e de bons frutos,
                imparcial,
                sem fingimento.
Tg 3:18 Ora, é em paz que se semeia o fruto da justiça,
                para os que promovem a paz.
Permitam-me uma singela oração. Obrigado Senhor pela língua que me deste para louvá-lo, engrandecer-te, cantar-te louvores e adorá-lo. Perdoe-me o uso insensato que as vezes faço para queixas e lamentos como se o Senhor não cuidasse de mim. Estou envergonhado... perdoe-me!
p.s.: link da imagem original: nossa.
Contagem regressiva: Faltam 40 dias para 20/04/16 (Inicio: 05/05/15). Tu, SENHOR, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em ti. (Is 26.3).
A Deus toda glória! p/ pr. Pr. Daniel Deusdete. 




[1] Moraes, Jilton. HOMILÉTICA – do púlpito ao ouvinte. Pg. 204. Ed. Vida Acadêmica.

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No entanto, lembre-se de juntar Cl 3:17 com 1 Co 10:31 :
devemos tudo fazer para a glória de Deus e em nome de Jesus! Deus o abençoe.