quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Dia 39/40 - ELES ESTAVAM JUNTOS PROCURANDO POR JESUS.

Convido novamente os amados a meditarem no Jamais Desista de hoje, referente ao capítulo 9, do Evangelho de Mateus, principalmente nos primeiros versículos.
Mateus 9:1 Entrando Jesus num barco,
passou para o outro lado
e foi para a sua própria cidade.
Mt 9:2 E eis que lhe trouxeram
um paralítico deitado num leito.
Vendo-lhes a fé,
Jesus disse ao paralítico:
Tem bom ânimo, filho;
estão perdoados os teus pecados.
Mt 9:3 Mas alguns escribas diziam consigo:
Este blasfema.
Mt 9:4 Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse:
Por que cogitais o mal no vosso coração?
Mt 9:5 Pois qual é mais fácil? Dizer:
Estão perdoados os teus pecados, ou dizer:
Levanta-te e anda?
Mt 9:6 Ora, para que saibais que o Filho do Homem
tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados
- disse, então, ao paralítico:
Levanta-te,
toma o teu leito
e vai para tua casa.
Mt 9:7 E, levantando-se,
partiu para sua casa.
Mt 9:8 Vendo isto, as multidões,
possuídas de temor,
glorificaram a Deus,
que dera tal autoridade aos homens.

Como eu disse no blog hoje, essa série de narrativas - curando e chamando - focaliza os feitos do reino demonstrados pelos milagres de cura de Jesus e pelo chamado de seus discípulos.
Jesus parecia gostar de barcos e de pescadores. Aqui ele entra em um barco, atravessa o mar e vai para a sua própria cidade. Alguns homens, crentes, resolvem ajudar um paralítico e saem JUNTOS por ai pelas ruas com ele a procura de Jesus.
Reparem que eles estavam todos juntos em um propósito e aquele propóstio não era particular, mas correspondia a uma necessidade de um deles, do grupo deles.
Jesus ao vê-los se impressiona e nota a fé deles que era enorme e estava focada não neles mesmos, mas naquela figura daquele paralítico.
Estavam ali diante dele alguns mestres da lei e Jesus aproveitando a ocasião, aproveita para lançar diante deles um grande desafio ao qual seria impossível para eles a solução.
Ele diz ao paralítico que estavam perdoados os seus pecados. O perdão é a prerrogativa de uma pessoa contra a qual foi cometido um pecado. Para Jesus, perdoar os pecados cometidos contra Deus era o mesmo que reivindicar divina autoridade (cf. Is 43.25).
Aqueles mestres da lei ficaram pasmos diante de tanta audácia. Em última análise, perdoar pecados é muito mais difícil do que fazer um milagre, como presumivelmente os escribas saberiam, uma vez que eles reconheceram que somente Deus pode perdoar pecados. Mas perdoar pecados é também algo não verificável empiricamente. Assim, Jesus realizou a ação mais fácil para demonstrar a mais difícil.
Reparem que a sua ação mais fácil era mesmo impossível para eles, portanto seria, por outro lado, mais fácil perdoar, porque não era verificável, do que curar o paralítico, o que era mesmo impossível. Com isso, Jesus provou claramente que ele era quem reivindicava ser e podia, sim, perdoar os pecados. A reação desses mestres deveria ser de arrependimento e reconhecimento da ação divina ali e não o endurecimento de seus corações.
Jesus percebeu no paralítico a fé! Realiza então um grande milagre na vida daquele homem de tal forma que as multidões proclamam e glorificam a Deus por ter dado aos homens tal poder. Jesus era homem (ainda é! Aliás é o único homem ressuscitado dentre os mortos, o primogênito!). Deus deu tal poder aos homens?
A multidão que via tudo aquilo, ficou assustada e passaram a glorificar a Deus. O medo é uma resposta apropriada à reivindicação de ter autoridade para perdoar pecados (SI 130.4).
Assim como Jesus não havia se contaminado quando teve contato com leprosos, ele também não se corrompeu por estar em contato com "pecadores".
Ele é o médico que cura tanto as doenças espirituais como as físicas. Porém, aqueles que não sabem que estão doentes não vão ao médico. A falta de percepção de uma doença grave é muitas vezes o mais traiçoeiro dos "sintomas".

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No entanto, lembre-se de juntar Cl 3:17 com 1 Co 10:31 :
devemos tudo fazer para a glória de Deus e em nome de Jesus! Deus o abençoe.