quarta-feira, 28 de outubro de 2009

365 dias de propósito! Dia 99/365

A minha LBH foi até I Re 4:34. Começa o reinado, efetivamente, de Salomão. Saul reinou 40 anos. Davi reinou 40 anos. Salomão começa seus 40 anos de reinado. Um grande desafio estava posto diante dele e seu desejo era executar a justiça e o juízo, sem que seus atos pudessem punir o inocente ou livrar o culpado.
 
Deus aparece a Salomão em sonhos e lhe diz: “Pede-me o que queres que eu te dê”. (I Re 3:5). Salomão não parou para pensar o que ia pedir. A sua boca falou do que estava cheio o seu coração. Não é disso que nossa boca fala? Ele estava cheio de preocupações com a justiça e gostaria de governar o povo com sabedoria. Salomão não pediu a sabedoria em si mesmo: Senhor, eu quero ser sábio ou quero ser o homem mais sábio.
 
O foco e a ênfase de Salomão não foi a sabedoria em si mesmo, ou riquezas, ou a morte de seus inimigos, ou a vida longa em seu reinado, ou qualquer outra coisa. Salomão mostrou-se verdadeiramente humilde e a palavra de Deus diz que os humildes serão exaltados. A resposta de Salomão a Deus, após dizer-lhe que não passava de criança e que estava diante do povo de Deus mui numeroso, foi:
 
Dá, pois, ao teu servo coração compreensivo para julgar a teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal; pois quem poderia julgar a este grande povo?” (I Re 3:9). Deus, diz a palavra, se agradou do pedido de Salomão e não somente lhe deu o que pedira como também muito mais: riquezas, fama, sabedoria.
 
Precisamos aprender a pedir as coisas de que necessitamos a Deus em nossas orações. O desafio de Salomão era enorme. Diz as Escrituras que Salomão amava ao Senhor e gostava de andar nos seus preceitos de Davi, mas tinha um grave defeito, gostava também de sacrificar nos altos e queimar incenso. (I Re3:3). Posteriormente, veremos que Salomão teve uma queda feia apesar de o Senhor por duas vezes ter se manifestado de forma extraordinária a ele.
 
Ainda no que toca ao pedir a Deus eu tenho meu palpite sobre a oração e as situações que enfrentamos que parece totalmente perdida. Eu costumo brincar com meus filhos dizendo a eles que eu sou do tipo que pode cair, mas eu vou cair sempre de pé! Enquanto Deus conceder o fôlego de vida a qualquer ser humano, esteja ele na situação desesperadora e desenganada que for dentro da medicina e mesmo visivelmente, eu jamais abrirei mão da oração por cura.
 
Eu vou orar pela cura da criança ou de quem quer que for até quando o fôlego de vida já não mais estiver presente e, se duvidarem, sou capaz de buscar o ressuscitamento. Eu não abro mão da minha fé em que Deus cura. Se eu tiver que ser frustrado por causa de minha fé. Deus é quem me frustrou e se me frustrou, não foi porque é mal. Deus é sábio e também disso não abro mão.
 
Jamais desista, meu irmão, da tua fé em Deus! Eu ainda irei explorar mais esse assunto, em outra oportunidade. Hoje, estarei pregando na “Primeirona”, na Sandu Norte. Será uma honra encontra-lo lá. A Deus toda a glória. Amém.
 

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No entanto, lembre-se de juntar Cl 3:17 com 1 Co 10:31 :
devemos tudo fazer para a glória de Deus e em nome de Jesus! Deus o abençoe.