quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

BEBER OU CEIAR? Netflix


A polêmica deste Natal vai ficar por conta do filme da Netflix cujo propósito explícito é ofender as pessoas que professam a fé cristã. 

Toda ofensa é baseada em algum tipo de arrogância e prepotência. A ofensa racial, por exemplo, tem sua gênese no arianismo que defende uma espécie de supremacia da raça branca sobre as demais. Já a ofensa religiosa tem como cerne a tentativa, por parte de alguns, de se colocarem acima dos princípios, sentimentos e crenças professados por uma parcela significativa da sociedade que vê a espiritualidade como um valor social a ser preservado visando o bem coletivo. 

Contrapor-se a tais valores significa querer atrair  para si o poder de ser mais aplaudido pela tentativa de desconstrução de algo consolidado (principalmente porque o que se tem para oferecer é infinitamente menor e menos relevante do que o que se pretende ridicularizar)  do que pela capacidade de produzir algo realmente digno de reconhecimento e de valor. Caso contrário não haveria a necessidade da ofensa. 

Desse modo, resta patente que a afronta aos valores cristãos é a prova viva de que a indústria cinematográfica, à semelhança dos inimigos de outrora, assina um atestado de reconhecimento do verdadeiro valor da mensagem evangélica. Que, em toda a sua simplicidade, e sem os apelos midiáticos forjados nos porões da amargura e da inveja, segue firme no seu curso de resgatar para o Criador a raça humana perdida em seus delitos e pecados. 

Se for beber não ceie é o exemplo típico do dependente químico que elege a droga como seu símbolo maior de lucidez. Tendo sua capacidade criativa condicionada por alucinações resultantes de um estado de torpor que anestesia a mente, anulando a capacidade de agir com equilíbrio e bom senso, o ébrio comete tolices e impropérios que mais o ridicularizam do que aqueles a quem pretende ridicularizar. Quem dá crédito a conversa de bêbado? Como não vou beber dessa fonte, escolho a outra parte: vou ceiar celebrando lucidamente o Natal de Cristo.

Quem quiser me acompanhar seja bem vindo! 

Aos que escolherem beber desse cálice de cinismo, que se esbaldem nos vômitos de suas próprias estultices - a consequência mais provável para aqueles que ao mal chamam bem; e ao bem chamam mal! (Pr. Peniel Pacheco)

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