Faça Sempre o Melhor 7 – Cl 3: 17-25 a 4:1.
Ontem nós fizemos o nosso melhor na ARCA DA ALIANÇA (visite-nos:
http://grupofamiliararcadaalianca.blogspot.com/). A reunião de adoração a Deus ocorreu em nossa casa e apesar de não sermos uma multidão, Deus nos honrou com palavras, testemunhos, orações e grande alegria no Espírito Santo. A ministração da Palavra coube ao jovem preletor Gabriel, meu filho.
Tema: CRUZ.
Ref. Bíbl: MC 8:34 A 38.
Não dá para se falar de nada na Bíblia sem que tenhamos que passar pela cruz. Para os judeus, a cruz era um escândalo e para os gregos, uma loucura, mas para os que são chamados para o Reino de Deus e sua Justiça, poder e sabedoria de Deus.
O texto bíblico da referência começa falando de uma multidão. Era a multidão que seguia a Jesus, mas o Senhor nos falou da cruz à multidão. Seu objetivo era peneirar a multidão para ao final obter os seus genuínos seguidores. A primeira função da cruz foi a de peneirar e selecionar os que realmente seguiriam ao Senhor. Era a multidão x os discípulos. Começa com uma multidão, peneira-se e obtêm-se os discípulos, mas a multidão prossegue o seu caminho.
Estamos em plena época do carnaval e a onda é “liberar geral”. As pessoas vibram, se entusiasmam, se empolgam e até se matam pela paixão carnal. Em algumas torcidas organizadas de times de futebol também são assim. São os loucos pelo seu time e por eles, na multidão, cometem as mais terríveis atrocidades. Se o time ganha, comemoram destruindo, batendo, espancando, se perdem, furiosos, também destroem e batem e se empatam, por nada terem de fazer e para não perderem o costume também depredam.
Na multidão se soltam as feras e ta liberado geral. Cada um faz o que quer como quer. São os loucos pelo seu clube, pela sua escola de desfile, pela sua ideologia. Uma geração adúltera, assim disse o Senhor, me pede sinais. Geração adultera é aquela que tendo ao Senhor, o desprezam e vão atrás de outros deuses para satisfazerem seus apetites desenfreados.
Muitos são os crentes na multidão, mas poucos são os discípulos. A mesma multidão que seguiu a Jesus e que por ele foi alimentada e cuidada foi a que clamou: “crucifica-o!” e “desce daí e creremos em ti”.
Você já reparou que no pecado não há satisfação, pois quem se entrega ao pecado, quer pecar ainda mais? Já na prática da santidade é diferente, pois é Deus quem nos aprova. Quem busca a santidade, se liberta; quem se entrega ao pecado, se escraviza a ele.
A cruz lembra responsabilidade, luta, esforço, peso para suportar, mas era sinal de vergonha, de desprezo, de condenação e morte. Assim ser discípulo e não estar na multidão é um peso para nós, pois somos desprezados, no entanto, para Deus, somos aperfeiçoados. O mundo tem a sua forma de pensar, mas Deus tem outra para nós. Depois da cruz, o jogo virá: vem a ressurreição e a vida eterna.
O perfil da multidão é como o daquele jovem que vestia um linho fino sobre o corpo que quando o guarda o apanhou fugiu nu, deixando nas mãos do soldado as suas vestes (ver Mc 14:51). Essa é a religião da multidão e também a sua filosofia, nada protege nem cobre. Faça, pois, o seu melhor: saia da multidão e use o manto de Jesus!
A Deus toda a glória! - Acompanhamento de Minhas Leituras Diárias
- Provérbios – estou no cap. 27/31 - Bíblia Shedd (Shedd Bible), ARA – 2ª ed. – Ed. Vida Nova, Russell P. Shedd.
- Estou na pág. 374/656, do livro Criação e Consumação (From Creation To Consummation), Vol. 1 – O Reino, a Aliança e o Mediador – ed. Cultura Cristã. Gerard Van Groningen.
- Estou com 16h36m01s de 25h03m39s de áudio ouvido(*) do livro As Institutas ou Tratado da Religião Cristã, Parte 4, João Calvino. (também estou ouvindo a CONSTITUIÇÃO DA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL – estou com 30m18s, de 01h51m41s).
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Observações: