domingo, 28 de fevereiro de 2016

Hebreus 4 1-16 - VOCÊ TERÁ DE PRESTAR CONTAS A DEUS!

Como dissemos, a epístola de Hebreus foi escrita, provavelmente, antes de 70 d.C., com a finalidade de incentivar a fidelidade a Cristo e à sua nova aliança mostrando que ele é o novo, último e superior sumo sacerdote. Estamos vendo o capítulo 4/13.
Breve síntese do capítulo 4.
A advertência é para que temamos não entrarmos no descanso de Deus porque a todos foram anunciados as boas novas do evangelho. É o evangelho, como disse o próprio Senhor, como a semente lançada em terra na esperança de que frutifique para a glória de Deus.
Terrível coisa é endurecer o coração na hora da ministração da palavra de Deus porque é a oportunidade da salvação da alma humana que está sendo desprezada e Deus não irá tolerar a incredulidade.
Quando sou eu quem fala, tudo bem, pode ser desprezada e ignorada, mas quando é Deus quem fala por meio de mim, ou do homem, seja ele quem ele quiser usar, usando a sua palavra, as Escrituras, o desprezo delas poderá custar a própria vida!
Não desprezemos portanto ao que fala em nome do Senhor!
Vejamos o presente capítulo com mais detalhes, conforme ajuda da BEG:
II. CRISTO É SUPERIOR A MOISÉS (3.1-4.13) - continuação.
Como dissemos, Cristo, o Filho de Deus, nunca deve ser rejeitado por um retorno a Moisés, o servo de Deus. Veremos dos vs. 3.1 a 4.13 que Cristo é superior a Moisés. O autor não apenas afirmou que o Filho é superior aos anjos, mas também que Cristo é superior a Moisés.
Nós dividimos essa parte em duas seções: A. O Filho e o servo (3.1-6) – já vimos; e, B. Exortação a rejeitar a incredulidade (3.7-4.13) – concluiremos agora.
B. Exortação a rejeitar a incredulidade (3.7-4.13) - continuação.
Vimos que dos vs. 3.7 ao 4.13, veremos essa grande exortação a rejeitar a incredulidade. Isso nos parece ativo e não passivo; requer esforço, dedicação, luta e vigilância constante.
Uma promessa de Deus foi deixada para nós e é necessário ter o temor de não conseguir entrar no descanso de Deus. Ele nos fala para que temamos, literalmente "deixe-nos temer". O juízo divino inspira medo (10.27,31; 12.21), mas nós não deveríamos temer pelo que outras pessoas possam fazer (11.27; 13.6).
Tanto no Antigo como no Novo Testamento, o modo de salvação apresentado é o mesmo: fé nas promessas de Deus. Há, portanto, uma correlação entre a palavra de Deus que Moisés transmitiu aos israelitas do Antigo Testamento enquanto ele caminhavam para a Terra Prometida e o evangelho proclamado aos cristãos da época do Novo Testamento enquanto eles caminhavam na direção da eterna recompensa em Cristo.
Por exemplo, observe o uso de Paulo de Dt 30.14 em Rm 10.8. O escritor não quis dizer que a Palavra dada por intermédio de Moisés não tivesse valor ou que fosse fraca em si mesma quando diz que a palavra a eles não se aproveitou. No entanto, era sem valor porque muitos israelitas do Antigo Testamento não acrescentavam a fé ao que ouviam.
Pela descrença, eles negavam o valor da Palavra. Esse exemplo deveria motivar os cristãos a exercerem a sua fé juntamente com a Palavra de Deus que eles recebem.
Dos vs. 3 ao 5, por três vezes é mencionada a palavra “descanso”. O tema central desses versículos é o "descanso" de Deus, o qual existe desde o sétimo dia da criação (v. 4; Gn 2.2).
A entrada de Israel na Terra Prometida foi um passo importante com respeito à entrada do povo de Deus no descanso divino eterno. O cumprimento final da entrada do descanso de Deus irá ocorrer quando os cristãos se encontrarem na nova criação que Cristo trará quando voltar.
Ao dizer, no vs. 3, que “não entrarão no meu descanso”, o autor citou SI 95.11 por causa do tema do descanso. No vs. 7, ele retornou ao SI 95 para enfatizar o fato de que essa advertência veio muito depois de Josué ter levado Israel para a terra de Canaã. Possuir Canaã, portanto, foi somente uma antecipação, não a realização final, do descanso para o povo de Deus.
Havia uma promessa de entrarem no descanso de Deus e depois houve um juramento que não entrariam no descanso de Deus – vs. 4 ao 6. Ou seja, a porta continua aberta para se entrar nesse descanso pela fé. O texto esclarece que não entraram por causa da desobediência à palavra pregada uma vez que não foi acompanhada pela fé no que ouviram, antes a rejeitaram e escolheram seus próprios caminhos.
Ao se referir ao SI 95.7-8, falando de um novo dia chamado hoje, muito tempo depois – vs. 7 -, o autor observou a advertência de Davi de que a dureza do coração resultaria em ser impedido de entrar no descanso de Deus (veja 4.3).
Os leitores já tinham aprendido que eles viviam num tempo chamado "Hoje" (3.13). O autor usou esse termo de um modo incisivo, que corresponde aproximadamente à noção de "o Dia do Senhor", um dia em que nao haverá mais tempo para adiar uma resposta à misericórdia de Deus por causa do julgamento iminente.
Os cristãos, desde o tempo de Cristo, vivem durante um período que pede por urna decisão ("Hoje") porque o presente período inclui o "dia do juízo", o período no qual o castigo e a bênção de Deus começaram a ser dispensados.
A lógica da argumentação é muito contundente. Se Josué tivesse dado descanso ao povo, não haveria mais descanso algum e assim, Deus não falaria mais a respeito de outro dia. Essa, portanto, é outra indicação (cf. vs. 3-5) de que a terra física de Canaã não cumpria totalmente a promessa do descanso de Deus.
Davi escreveu as palavras do Sl 95 aproximadamente quatrocentos anos depois de Israel ter entrado em Canaã sob a liderança de Josué.
Se a terra para a qual Josué os guiou tivesse cumprido exatamente a promessa do descanso divino, então as advertências do salmo para a geração de Davi seriam sem sentido.
A confiança dos patriarca estava fixada numa pátria melhor, celestial (11.16). Observe argumentos semelhantes a partir do Antigo Testamento em 7.11; 8.7.
A conclusão é assim que ainda resta um descanso sabático para o povo de Deus. A celebração do dia do descanso final aguarda o povo de Deus no futuro. E todos que entram no descanso de Deus, também descansa de suas obras, como o Senhor descansou – vs. 10.
Isso provavelmente não se refere à conversão, em cuja ocorrência nós trocamos a confiança nas nossas próprias obras pela confiança na obra concluída de Cristo.
A comparação com o fato de Deus ter descansado de suas obras de organizar o mundo primevo e caótico indica que se trata de um descanso de executar boas obras na nossa luta contra o pecado.
Esse descanso vem somente com a nossa libertação final do sofrimento, da provação e do esforço (vs. 11) no retorno de Cristo. Aqueles que morrem no Senhor "descansam das suas fadigas" (Ap 14.13).
Então ele exorta e apela para que nos esforcemos. Embora a salvação seja pela graça divina do começo ao fim, os cristãos devem ativamente fazer uso de todas as suas forças para procurar a santidade, sem a qual a salvação é impossível (12.14). Essa obrigação indica que a "obra" no vs. 10 continua para os cristãos e que o "descanso" ainda está no futuro.
O argumento anterior (3.7-4.11) ilustra como a palavra de Deus expôs a incredulidade da geração do deserto, e como a Escritura (p. ex., o SI 95) penetra e julga aqueles a quem ela adverte a respeito do engano do pecado (3.13) e da possibilidade de não chegar à salvação (vs. 1).
A palavra de Deus, portanto, é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração – vs. 12. Embora alguns encontrem aqui a base para a divisão tripla do ser humano em corpo, alma e espírito, o contexto enfatiza o poder da palavra de Deus de penetrar no mais profundo ser da pessoa, e não a divisão desse ser em suas partes constituintes, separadas.
O autor adverte que, por causa da palavra de Deus que é “viva e eficaz” (vs. 12), todas as pessoas - incluindo a igreja - irão enfrentar o julgamento`final, onde terão de prestar contas ao Criador. Nada permanecerá encoberto (Lc -12.2-5; I Co 4.5; 2 Co 5). Esse fato destaca o quanto é importante procurar com diligência o descanso de Deus.
III. CRISTO É SUPERIOR A ARÃO (4.14-7.28).
O eterno sumo sacerdócio de Cristo é muito superior ao sumo sacerdócio temporário dado a Arão e a sua família.  Dos vs. 4.14 ao 7.28, veremos que Cristo é superior a Arão.
Tendo estabelecido que Cristo é superior aos anjos e a Moisés, o autor voltou-se para a sua terceira principal preocupação: a superioridade de Cristo a Arão. Esse material se divide em quatro partes importantes: Cristo é o eterno sumo sacerdote (4.14-5.10), a necessidade de crescer na fé (5.11-6.12), o juramento divino que confirma o sumo sacerdócio de Cristo (6.13-20) e a relação entre Cristo e Melquisedeque (7.1-28). Isso formará nossa seguinte divisão proposta, conforme a BEG: A. Cristo, o eterno sumo sacerdote (4.14-5.10) – começaremos a ver agora; B. Exortação à maturidade espiritual (5.11-6.12); C. Um sacerdote eterno por juramento divino (6.13-20); e, D. Um sacerdote eterno da ordem de Melquisedeque (7.1-28).
A. Cristo, o eterno sumo sacerdote (4.14-5.10).
Dos vs. 4.14 ao 5.10, veremos que Cristo é o eterno sumo sacerdote. O autor explicou que Jesus su-perou em muito os sacerdotes do Antigo Testamento de diversas maneiras.
Só o fato de pensar em estarmos completamente expostos diante de Deus nos arrasta para o grande e misericordioso sacerdote que, tendo ele mesmo sido tentado, pode nos ajudar em nossa fraqueza (cf. 2.17-18).
Uma exortação para “conservar firmes a nossa confissão" (vs. 14) completa a parte anterior, e um convite para se aproximar do trono de Deus introduz a discussão sobre Cristo como o misericordioso sumo sacerdote.
Cristo ressuscitou, ascendeu e agora está sentado à destra do trono da Majestade nos céus (8.1), onde ministra como o nosso grande e eterno sumo sacerdote (7.26; 9.11,24). Agora, sim, portanto, temos um grande sumo sacerdote que adentrou os céus, Jesus, o Filho de Deus, por isso que ele adverte para que nos apeguemos com toda a firmeza à fé que professamos – vs. 14.
Nosso atual sumo sacerdote não é mais fraco, nem humano, mas o próprio Filho de Deus – vs. 15. Como homem, ele também foi tentado em todas as coisas e pode, eficazmente nos socorrer. Jesus pode nos entender em nossas fraquezas porque ele realmente viveu como um verdadeiro ser humano. Essa é uma clara reafirmação de 2.17-18.
Apesar do seu conhecimento das lutas humanas e em face de tentações muito reais, Cristo continuou "sem pecado". Isso o torna diferente e aprovado para sempre. Seu sacerdócio é por toda a eternidade.
Sendo assim, devemos nos achegarmos confiadamente, com ousadia mesmo e segurança. Nós podemos nos achegar com toda confiança diante de Deus porque Cristo foi adiante de nós e compassivamente intercede por nós.
Foi causa da sua intercessão em nosso favor - porque fomos purificados da poluição do pecado pelo sacrifício de Jesus (7.19; 10.19,22) - podemos oferecer sacrifícios de ações de graças que são agradáveis a Deus (12.28; 13.15-16).
No vs. 16, o autor conclui sua lógica argumentativa dizendo que devemos mesmo nos aproximarmos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade. A misericórdia aponta para a nossa incapacidade de obter uma boa posição perante Deus, e a graça nos dá apoio oportuno nas ocasiões em que estamos enfrentando tentação ou sucumbindo a ela (2.18). Ele é poderoso para nos socorrer, nos livrar e fazer triunfar para a glória de Deus Pai.
HB 4:1 Temamos, portanto, que,
sendo-nos deixada a promessa de entrar no descanso de Deus,
suceda parecer que algum de vós tenha falhado.
HB 4:2 Porque também a nós foram anunciadas as boas-novas,
como se deu com eles; mas a palavra que ouviram
não lhes aproveitou,
visto não ter sido acompanhada pela fé naqueles
que a ouviram.
HB 4:3 Nós, porém, que cremos,
entramos no descanso, conforme Deus tem dito:
Assim, jurei na minha ira:
Não entrarão no meu descanso.
Embora, certamente, as obras estivessem concluídas
desde a fundação do mundo.
HB 4:4 Porque, em certo lugar, assim disse,
no tocante ao sétimo dia:
E descansou Deus, no sétimo dia,
de todas as obras que fizera.
HB 4:5 E novamente, no mesmo lugar:
Não entrarão no meu descanso.
HB 4:6 Visto, portanto, que resta entrarem alguns nele e que,
por causa da desobediência,
não entraram aqueles aos quais
anteriormente foram anunciadas as boas-novas,
HB 4:7 de novo, determina certo dia,
Hoje, falando por Davi,
muito tempo depois, segundo antes fora declarado:
Hoje, se ouvirdes a sua voz,
não endureçais o vosso coração.
HB 4:8 Ora, se Josué lhes houvesse dado descanso,
não falaria, posteriormente,
a respeito de outro dia.
HB 4:9 Portanto, resta um repouso para o povo de Deus.
HB 4:10 Porque aquele que entrou no descanso de Deus,
também ele mesmo descansou de suas obras,
como Deus das suas.
HB 4:11 Esforcemo-nos, pois, por entrar naquele descanso,
a fim de que ninguém caia,
segundo o mesmo exemplo de desobediência.
HB 4:12 Porque a palavra de Deus
é viva,
e eficaz,
e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes,
e penetra até ao ponto de dividir
alma e espírito,
juntas e medulas,
e é apta para discernir
os pensamentos
e propósitos do coração.
HB 4:13 E não há criatura que não seja manifesta na sua presença;
pelo contrário, todas as coisas estão
descobertas
e patentes aos olhos daquele
a quem temos de prestar contas.
HB 4:14 Tendo, pois, a Jesus,
o Filho de Deus,
como grande sumo sacerdote
que penetrou os céus,
conservemos firmes
a nossa confissão.
HB 4:15 Porque não temos sumo sacerdote
que não possa compadecer-se das nossas fraquezas;
antes, foi ele tentado em todas as coisas,
à nossa semelhança,
mas sem pecado.
HB 4:16 Acheguemo-nos, portanto,
confiadamente,
junto ao trono da graça,
a fim de recebermos
misericórdia
e acharmos graça
para socorro
em ocasião oportuna.
É a promessa para nós os que cremos e que fomos alcançados pela palavra da pregação e assim nos tornamos também anunciadores dessa palavra: chegar, achegar-se confiadamente ao trono da graça! Antes era muito difícil se achegar a este trono, mas agora, por meio do Filho, de seu sangue, temos livre acesso para alcançarmos duas coisas importantes nas nossas vidas: - misericórdia e graça e isto em tempos oportunos! Glórias a Deus!
A impecabilidade de Jesus: Por que era necessário que Jesus não tivesse pecado?[1]
O Novo Testamento ensina repetidamente que Jesus não teve absolutamente nenhum pecado (Jo 8.46; 2Co 5.21; Hb 4.1 5; 7.26; 1 Pe 2.22; 1Jo 3.5). A natureza moral de Jesus não estava sujeita aos efeitos da queda de Adão, sendo, portanto, semelhante à natureza de Adão antes do seu pecado. Jesus amava a lei de Deus e guardou-a perfeitamente. Ama-va o Senhor "de todo o (seu] coração, de toda a [sua] alma e de toda a [sua] força" (Dt 6.5).
Jesus precisava ser sem pecado por vários motivos. Em primeiro lugar, a impecabilidade de Jesus era necessária para que a ele pudesse ser um substituto adequado para todos os pecadores ao morrer na cruz. Se não tivesse sido um "cordeiro sem defeito e sem mácula", seu sangue não teria sido "precioso" (1Pe 1.19) aos olhos de Deus. Nesse caso, Jesus teria precisado de um salvador para si mesmo e sua morte não poderia ter nos remido do julgamento eterno. Sua perfeição o qualificou para ser o nosso sacrifício expiatório.
Em segundo lugar, ao viver uma vida em conformidade ativa e absoluta com a lei de Deus, Jesus obteve o direito de se assentar no trono de Davi para sempre (SI 89; 1 3 2; Mt 1.1). Desse modo, ao reinar sobre tudo em nosso favor, ele também garante a nossa salvação.
Em terceiro lugar, a justiça ativa de Cristo torna os cristãos justificados diante de Deus. Além de serem perdoados de seus pecados pela expiação de Cristo, os cristãos também são "feitos justiça de Deus" (2Co 5.21), pois a justiça de Cristo lhes é imputada pela fé no Salvador. Quando os cristãos estão em Cristo, Deus o Pai os vê da mesma maneira com vê o seu Filho sem pecado.
Em quarto lugar, Jesus enfrentou e venceu a tentação para se tornar nosso sumo Sacerdote compassivo diante do Pai nos lugares celestiais. Ele foi "tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado" (Hl) 4.15). Isso significa que enfrentou todos os tipos de tentação que nós enfrentamos, mas não se entregou a nenhuma delas; antes, resistiu mesmo em meio à agonia do Getsêmani e da cruz (Mt 2 6.3 6ss.; Mc 1 4.3 2ss.). A impecabilidade de Jesus diante da tentação fez dele o nosso sumo Sacerdote perfeitamente solidário e garantiu o seu direito de nos representar permanentemente diante do Pai (Hb 5.9-10; 7.2 5-8.13).
p.s.: link da imagem original:
Contagem regressiva: Faltam 52 dias para 20/04/16 (Inicio: 05/05/15). Tu, SENHOR, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em ti. (Is 26.3).
A Deus toda glória! p/ pr. Pr. Daniel Deusdete. http://www.jamaisdesista.com.br




[1] Extraído na íntegra da BEG, referente ao cap. 4 de Hebreus. Pg. 1.648.
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No entanto, lembre-se de juntar Cl 3:17 com 1 Co 10:31 :
devemos tudo fazer para a glória de Deus e em nome de Jesus! Deus o abençoe.