terça-feira, 9 de julho de 2013

Provérbios 23: 1-35 - OS CUIDADOS DO CORPO E OS PERIGOS DO ÁLCOOL

Passamos nossas vidas quase todo tempo comendo, bebendo e dormindo. É incrível como somos frágeis e dependentes e ainda achamos que somos alguma coisa especial no sentido de autossuficiência. E por comermos e bebermos tanto, precisamos aliviar nossos ventres e rins. E o que falar dos cuidados que devemos ter com higiene, descanso, relaxamento, atividade física.
Já dizia um médico famoso no Brasil que quem não arranja tempo para cuidar de sua saúde irá, com certeza, ter de arranjar tempo para cuidar dos problemas gerados pelo não cuidado com a sua saúde, com agravante: a situação poderá ser irreversível.
Cuidar de nosso corpo é uma orientação bíblica porque ele também é Templo do Espírito Santo. Das criações de seres viventes, somente o homem foi soprado em suas narinas para receber de Deus o fôlego de vida. Somente ele também recebeu a imagem e a semelhança de Deus.
Provérbios 23 nos adverte seriamente contra os perigos do consumo de álcool que podem prejudicar seriamente nossos corpos trazendo e despertando vícios que nos prejudicam e nos tornam dependentes de coisas vãs, como o próprio álcool, as drogas, o tabaco e tantas outras porcarias.
A campanha da copa de 2014 sem álcool nos estádios ninguém mais ouviu falar. Eu fico triste de ver que em nossas reuniões a rainha de nossas festas é a bebida alcóolica. É a cerveja, o vinho, a cachaça, o whisky, a caipirinha... e por quê bebemos?
Bebemos para ficarmos mais alegres, para descontrairmos, para sermos mais sociáveis, no entanto, qual o custo disso? Quem é a pessoa que diz que tudo está no seu controle e acaba perdendo o controle? E as vidas que já foram ceifadas e os lares que já foram destruídos por causa dela?
A primeira vez que esta frase – Comamos e bebamos que amanhã morreremos! - foi dita na Bíblia foi no livro de Isaías. O cenário que se vislumbrava no dia seguinte era a morte por causa do cerco à cidade por parte de Senaqueribe. O apóstolo dos gentios, muito tempo depois, a aplicou àqueles que poderiam dizer isso se Cristo não tivesse ressuscitado, mas ressuscitou.
Se Cristo não tivesse ressuscitado, estaríamos todos presos ao pecado e a nossa morte seria certa, sem ao menos qualquer esperança de salvação. Por isso, comeríamos e beberíamos até morrer. Quem bebe desenfreadamente é semelhante aos que perderam a esperança e não querem mais saber de nada desta vida. Eles estão dizendo: “- Deus você não se importa com a gente e eu não estou nem aí para você! Eu quero mesmo beber...”
Desculpem-me, mas eu a odeio por causa de sua potência destrutiva. Sou abstêmio por opção: escolhi não beber, nem me drogar, nunca.
Pv 23:1 Quando te assentares a comer com um governador,
atenta bem para o que é posto diante de ti,
Pv 23:2 E se és homem de grande apetite,
põe uma faca à tua garganta.
Pv 23:3 Não cobices as suas iguarias
porque são comidas enganosas.
Pv 23:4 Não te fatigues para enriqueceres;
e não apliques nisso a tua sabedoria.
Pv 23:5 Porventura fixarás os teus olhos
naquilo que não é nada?
porque certamente criará asas
e voará ao céu como a águia.
Pv 23:6 Não comas o pão daquele que tem o olhar maligno,
nem cobices as suas iguarias gostosas.
Pv 23:7 Porque, como imaginou no seu coração, assim é ele.
Come e bebe, te disse ele; porém o seu coração
não está contigo.
Pv 23:8 Vomitarás o bocado que comeste,
e perderás as tuas suaves palavras.
Pv 23:9 Não fales ao ouvido do tolo,
porque desprezará a sabedoria das tuas palavras.
Pv 23:10 Não removas os limites antigos
nem entres nos campos dos órfãos,
Pv 23:11 Porque o seu redentor é poderoso;
e pleiteará a causa deles contra ti.
Pv 23:12 Aplica o teu coração à instrução
e os teus ouvidos às palavras do conhecimento.
Pv 23:13 Não retires a disciplina da criança;
pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá.
Pv 23:14 Tu a fustigarás com a vara,
e livrarás a sua alma do inferno.
Pv 23:15 Filho meu, se o teu coração for sábio,
alegrar-se-á o meu coração, sim, o meu próprio.
Pv 23:16 E exultarão os meus rins,
quando os teus lábios falarem coisas retas.
Pv 23:17 O teu coração não inveje os pecadores;
antes permanece no temor do SENHOR todo dia.
Pv 23:18 Porque certamente acabará bem;
não será malograda a tua esperança.
Pv 23:19 Ouve tu, filho meu, e sê sábio,
e dirige no caminho o teu coração.
Pv 23:20 Não estejas entre os beberrões de vinho,
nem entre os comilões de carne.
Pv 23:21 Porque o beberrão e o comilão
acabarão na pobreza;
e a sonolência os faz vestir-se de trapos.
Pv 23:22 Ouve teu pai, que te gerou,
e não desprezes tua mãe, quando vier a envelhecer.
Pv 23:23 Compra a verdade, e não a vendas;
e também a sabedoria, a instrução e o entendimento.
Pv 23:24 Grandemente se regozijará o pai do justo,
e o que gerar um sábio, se alegrará nele.
Pv 23:25 Alegrem-se teu pai e tua mãe,
e regozije-se a que te gerou.
Pv 23:26 Dá-me, filho meu, o teu coração,
e os teus olhos observem os meus caminhos.
Pv 23:27 Porque cova profunda é a prostituta,
e poço estreito a estranha.
Pv 23:28 Pois ela, como um salteador, se põe à espreita,
e multiplica entre os homens os iníquos.
Pv 23:29 Para quem são os ais?
Para quem os pesares?
Para quem as pelejas?
Para quem as queixas?
Para quem as feridas sem causa?
E para quem os olhos vermelhos?
Pv 23:30 Para os que se demoram perto do vinho,
para os que andam buscando vinho misturado.
Pv 23:31 Não olhes para o vinho
quando se mostra vermelho,
quando resplandece no copo
e se escoa suavemente.
Pv 23:32 No fim,
picará como a cobra,
e como o basilisco morderá.
Pv 23:33 Os teus olhos olharão para as mulheres estranhas,
e o teu coração falará perversidades.
Pv 23:34 E serás como o que se deita no meio do mar,
e como o que jaz no topo do mastro.
Pv 23:35 E dirás:
Espancaram-me e não me doeu;
bateram-me e nem senti;
quando despertarei?
aí então beberei outra vez.
Se você se encontra em dificuldades com as drogas, saiba que muita gente já conseguiu vencer o vício e hoje, de fato, é livre para escolher não beber, nem se drogar. Saia da dependência!
Quando eu era viciado em tabaco, meu pastor à época, Pr. Jeová de Aquino, aconselhando-me disse: filho, se você não for atrás do cigarro, ele virá atrás de você? Eu respondi com a maior “cara de pau” – não! E ele completou: - entendi! Olha, se ele viesse atrás de você eu iria expulsar o mal, mas como é você que vai atrás dele, ... 
A Deus toda glória! p/ Daniel Deusdete – 
http://www.jamaisdesista.com.br

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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Provérbios 22: 1-29 - É MELHOR SER RICO?

Valorizamos tanto as riquezas em nosso mundo capitalista - no qual o sucesso pessoal vale mais do que qualquer coisa viva ou morta - que nossos valores estão todos distorcidos e confusos. É como se diz em um programa da TV “quem quer dinheiro?”. A aposta do apresentador é que todos temos um preço que pode se converter em dinheiro.
Se o dinheiro é nosso ídolo e deus, certamente que isso é idolatria e estamos em pecado grave de adoração a deuses estranhos que não são dignos de adoração. Ai de nós que colocamos nossa confiança em nossas riquezas e nos esquecemos de Deus, o Senhor da vida.
Um bilionário disse há alguns dias que nem se ele quisesse ele conseguiria dar fim às suas riquezas, pois é, já temos notícias que o mesmo chegou a perder mais de 90% de sua fortuna em pouquíssimo tempo, acho que menos de uma semana, levando às bolsas de valores a um colapso momentâneo.
O meu fundo de pensão que paga a minha aposentadoria foi afetado seriamente devido a aplicações nas empresas desse bilionário e nós já começamos a sofrer com isso tendo nossa participação aumentada para cobrir alguns rombos... E o que dizer da nossa Empresa na qual trabalhávamos que participava com 100% de todas as contribuições? Também está sofrendo muito tendo que arcar com essa participação para cobrir esses rombos.
Sinceramente o dinheiro não é bom referencial de segurança, mas Deus é rocha segura, uma fortaleza para aquele que nele se refugia. Nada faltará aos que colocam em Deus sua esperança e fé, como Deus mesmo tem prometido que estará conosco todos os dias até a nossa partida.
Obrigado Senhor por não ter muito dinheiro de forma que venha a ser tentado a te esquecer; nem pouco, de forma que venha eu murmurar contra ti em reclamações sem fim. Mas o que tenho a ti consagro e coloco aos teus pés. Ensina-me todos os dias a ser fiel dizimista, ofertante e caridoso, isso mesmo, “mão aberta” àqueles que o Senhor enviar a mim para eu socorrer.
É por isso que muito mais vale um bom nome do que as riquezas e o ser estimado do que riquezas e ouro. É por isso que tanto um quanto o outro – o rico e o pobre - se encontram tendo sido feitos assim pelas mãos do Senhor. Que as riquezas entrem em nosso bolso, mas que não entrem em nossos corações e eu assim saberemos a Deus tributar toda a glória sem nos corrompermos.
Pv 22:1 Vale mais ter um bom nome do que muitas riquezas;
e o ser estimado é melhor do que a riqueza e o ouro.
Pv 22:2 O rico e o pobre se encontram;
a todos o SENHOR os fez.
Pv 22:3 O prudente prevê o mal, e esconde-se;
mas os simples passam e acabam pagando.
Pv 22:4 O galardão da humildade e o temor do SENHOR
são riquezas, honra e vida.
Pv 22:5 Espinhos e laços há no caminho do perverso;
o que guarda a sua alma retira-se para longe dele.
Pv 22:6 Educa a criança no caminho em que deve andar;
e até quando envelhecer não se desviará dele.
Pv 22:7 O rico domina sobre os pobres
e o que toma emprestado é servo do que empresta.
Pv 22:8 O que semear a perversidade segará males;
e com a vara da sua própria indignação será extinto.
Pv 22:9 O que vê com bons olhos será abençoado,
porque dá do seu pão ao pobre.
Pv 22:10 Lança fora o escarnecedor, e se irá a contenda;
e acabará a questão e a vergonha.
Pv 22:11 O que ama a pureza de coração, e é amável de lábios,
será amigo do rei.
Pv 22:12 Os olhos do SENHOR conservam o conhecimento,
mas as palavras do iníquo ele transtornará.
Pv 22:13 Diz o preguiçoso:
Um leão está lá fora; serei morto no meio das ruas.
Pv 22:14 Cova profunda é a boca das mulheres estranhas;
aquele contra quem o SENHOR se irar, cairá nela.
Pv 22:15 A estultícia está ligada ao coração da criança,
mas a vara da correção a afugentará dela.
Pv 22:16 O que oprime ao pobre para se engrandecer a si mesmo,
ou o que dá ao rico, certamente empobrecerá.
Pv 22:17 Inclina o teu ouvido e ouve as palavras dos sábios,
e aplica o teu coração ao meu conhecimento.
Pv 22:18 Porque te será agradável se as guardares no teu íntimo,
se aplicares todas elas aos teus lábios.
Pv 22:19 Para que a tua confiança esteja no SENHOR,
faço-te sabê-las hoje, a ti mesmo.
Pv 22:20 Porventura não te escrevi excelentes coisas,
acerca de todo conselho e conhecimento,
Pv 22:21 Para fazer-te saber a certeza das palavras da verdade,
e assim possas responder palavras de verdade aos que te consultarem?
Pv 22:22 Não roubes ao pobre, porque é pobre,
nem atropeles na porta o aflito;
Pv 22:23 Porque o SENHOR defenderá a sua causa em juízo,
e aos que os roubam ele lhes tirará a vida.
Pv 22:24 Não sejas companheiro do homem briguento
nem andes com o colérico,
Pv 22:25 Para que não aprendas as suas veredas,
e tomes um laço para a tua alma.
Pv 22:26 Não estejas entre os que se comprometem,
e entre os que ficam por fiadores de dívidas,
Pv 22:27 Pois se não tens com que pagar,
deixarias que te tirassem até a tua cama de debaixo de ti?
Pv 22:28 Não removas os antigos limites
que teus pais fizeram.
Pv 22:29 Viste o homem diligente na sua obra?
Perante reis será posto;
não permanecerá entre os de posição inferior.
Continua a sabedoria a ensinar e o entendimento a procurar quem quer ser sábio e evitar os caminhos da estultícia. Você deseja ser sábio e inteligente? Então aprenda a temer ao Senhor e a se afastar do mal.
A Deus toda glória! p/ Daniel Deusdete – 
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domingo, 7 de julho de 2013

Provérbios 21: 1-31 - VAMOS RESPEITAR AS AUTORIDADES

Estamos sempre debaixo de autoridade neste mundo e as autoridades, diz a palavra de Deus, são constituídas por Deus e portanto devemos temê-la para o nosso próprio bem.
O consolo que temos é que Deus está no controle de todas elas e assim pode incliná-las para onde ele desejar. Isso nos estimula à oração quando estamos enfrentando problemas com nossas autoridades que estão sendo injustas para conosco.
Se, pelo contrário, temos motivos de temer as autoridades, nada poderemos contra ela e se ela está contra nós, entenderemos que não estamos debaixo da proteção da lei, antes sob seu juízo. Como ainda teremos a “cara de pau” de orarmos a Deus pedindo para ele mudar o coração da autoridade? Impossível!
Nos tempos modernos fomos ensinados a resistirmos as autoridades não importando o fato de Deus nos ensinar a respeitá-las. Isso porque não há o temor de Deus diante de nós. As autoridades estão se deixando corromper-se e os que a ela deviam se submeter estão se rebelando. Resultado: falta ordem e assim progresso.
O que acontecerá então com um povo que a situação está assim fora de controle e não há mais confiança nas autoridades constituídas porque elas insistem em roubar? Novas autoridades que sejam honestas deverão ser constituídas? Sim, com certeza, mas cadê os homens honestos? Será que não há? O que fazer?
Devemos orar pela nossa nação e buscarmos em Deus uma saída para a nossa crise. Vejamos o que nos diz o livro de Crônicas sobre isso:
II Crônicas 7:14 se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.
É disso que o Brasil precisa, de oração, de humilhação, de busca de Deus e, finalmente, de nos convertermos dos nossos maus caminhos. Enquanto resistirmos a isso, não haverá cura para nós, nem para a corrupção, nem para a rebeldia.
Pv 21:1 Como ribeiros de águas assim é o coração do rei na mão do SENHOR,
que o inclina a todo o seu querer.
Pv 21:2 Todo caminho do homem é reto aos seus olhos,
mas o SENHOR sonda os corações.
Pv 21:3 Fazer justiça e juízo
é mais aceitável ao SENHOR do que sacrifício.
Pv 21:4 Os olhos altivos, o coração orgulhoso e a lavoura dos ímpios
é pecado.
Pv 21:5 Os pensamentos do diligente tendem só para a abundância,
porém os de todo apressado, tão-somente para a pobreza.
Pv 21:6 Trabalhar com língua falsa para ajuntar tesouros é vaidade
que conduz aqueles que buscam a morte.
Pv 21:7 As rapinas dos ímpios os destruirão,
porquanto se recusam a fazer justiça.
Pv 21:8 O caminho do homem é todo perverso e estranho,
porém a obra do homem puro é reta.
Pv 21:9 É melhor morar num canto de telhado
do que ter como companheira em casa ampla uma mulher briguenta.
Pv 21:10 A alma do ímpio deseja o mal;
o seu próximo não agrada aos seus olhos.
Pv 21:11 Quando o escarnecedor é castigado, o simples torna-se sábio;
e o sábio quando é instruído recebe o conhecimento.
Pv 21:12 O justo considera com prudência a casa do ímpio;
mas Deus destrói os ímpios por causa dos seus males.
Pv 21:13 O que tapa o seu ouvido ao clamor do pobre,
ele mesmo também clamará e não será ouvido.
Pv 21:14 O presente dado em segredo aplaca a ira,
e a dádiva no regaço põe fim à maior indignação.
Pv 21:15 O fazer justiça é alegria para o justo,
mas destruição para os que praticam a iniqüidade.
Pv 21:16 O homem que anda desviado do caminho do entendimento,
na congregação dos mortos repousará.
Pv 21:17 O que ama os prazeres padecerá necessidade;
o que ama o vinho e o azeite nunca enriquecerá.
Pv 21:18 O resgate do justo é o ímpio;
o do honrado é o perverso.
Pv 21:19 É melhor morar numa terra deserta
do que com a mulher rixosa e irritadiça.
Pv 21:20 Tesouro desejável e azeite há na casa do sábio,
mas o homem insensato os esgota.
Pv 21:21 O que segue a justiça e a beneficência
achará a vida, a justiça e a honra.
Pv 21:22 O sábio escala a cidade do poderoso
e derruba a força da sua confiança.
Pv 21:23 O que guarda a sua boca e a sua língua
guarda a sua alma das angústias.
Pv 21:24 O soberbo e presumido, zombador é o seu nome,
trata com indignação e soberba.
Pv 21:25 O desejo do preguiçoso o mata,
porque as suas mãos recusam trabalhar.
Pv 21:26 O cobiçoso cobiça o dia todo,
mas o justo dá, e nada retém.
Pv 21:27 O sacrifício dos ímpios já é abominação;
quanto mais oferecendo-o com má intenção!
Pv 21:28 A falsa testemunha perecerá,
porém o homem que dá ouvidos falará sempre.
Pv 21:29 O homem ímpio endurece o seu rosto;
mas o reto considera o seu caminho.
Pv 21:30 Não há sabedoria, nem inteligência, nem conselho
contra o SENHOR.
Pv 21:31 Prepara-se o cavalo para o dia da batalha,
porém do SENHOR vem a vitória.
A gente se prepara, faz planos, junta recursos, movimenta pessoas e vai à luta, mas a vitória mesmo somente pertence ao Senhor.
A Deus toda glória! p/ Daniel Deusdete – 
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Vamos meditar...

O Tempora, O Mores


Posted: 06 Jul 2013 08:57 PM PDT
Recentemente minha atenção foi despertada para este assunto por um ativista gay que veio aqui no blog Tempora-Mores questionar minha afirmação de que o padrão bíblico é o casamento heterossexual e monogâmico. “Como assim?” questionou o sábio e entendido ativista (que se declarou ex-evangélico), “no Antigo Testamento temos a poligamia como modelo de casamento usado por homens como Abraão, Davi e Salomão, e o silêncio cúmplice de Deus sobre suas mulheres e concubinas”. E soltou sua conclusão, que da mesma forma que Deus no passado alterou o padrão de casamento, da monogamia para a poligamia, podia também em nossos dias alterar o casamento heterossexual para homoafetivo. Então, tá.

Como eu não havia antecipado este argumento no post sobre teologia gay, achei que deveria dar alguma atenção ao mesmo e escrever algo sobre poligamia. Aos fatos, então.
Encontramos no Antigo Testamento diversos exemplos de poligamia. Os mais conhecidos são estes: 
  • Lameque – duas esposas: Ada e Zilá (Gn 4.19).
  • Patriarca Abraão – três esposas: Sara, Agar, Quetura e várias concubinas (Gn 16.1-3; 25.1-6).
  • Esaú – três esposas: Judite, Basemate e Maalate (Gn 26.34-35 e 28.9).
  • Patriarca Jacó – duas esposas: Raquel e Lia, e duas concubinas: Bila e Zilpa (Gn 29.21-35).
  • Elcana – duas esposas: Ana e Penina (1Sm 1.1-2).
  • Juiz Gideão – muitas esposas e concubinas (Jz 8.30).
  • Rei Davi – sete esposas: Mical, Abigail, Ainoã, Maaca, Hagite, Abital, Eglá e mais outras mulheres e concubinas (1Sm 25.40-43; 2Sm 3.2-5; 5.13; 2Cr 14.3).
  • Rei Salomão – a filha de Faraó, setecentas outras esposas e trezentas concubinas (1Rs 3.1; 11.1-3).
  • Rei Acabe – uma esposa: Jezabel e outras mulheres e concubinas (1Rs 16.31; 20.2-5).
  • Rei Abias – catorze mulheres (2Cr 13:21).
  • Rei Roboão – duas esposas: Maalate, Maaca, mais dezoito outras mulheres e sessenta concubinas (2Cr 11.21). 
  • Rei Joás – duas mulheres (2Cr 24.1-3).
  • Rei Joaquim – muitas mulheres (2Cr 24.15).
Estes fatos levantam várias perguntas, sendo a mais importante esta: Deus sancionou e aprovou estes casamentos poligâmicos? Se não, por que não há uma proibição clara da parte dele? Seu silêncio significa que o modelo de casamento pode variar com a cultura – monogâmico, heterossexual, poligâmico, homossexual – e que isto pouco importa para Deus? Em resposta ofereço os seguintes pontos como resultado do meu entendimento destes textos acima e de outros referentes à poligamia no Antigo e Novo Testamento.

1. Sem dúvida alguma, o padrão divino para o casamento sempre foi a monogamia heterossexual, isto é, um homem e uma mulher: “Disse mais o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea... Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando- se os dois uma só carne” (Gn 2.18-25).

2. O desvio deste padrão ocorreu somente depois da queda de Adão e Eva (Gn 3), começando com Lameque, o assassino vingativo, filho de Caim (Gn 4). Depois dele, a poligamia foi praticada por diversos motivos. Entre os exemplos de poligamia no Antigo Testamento, encontramos alguns que eram políticos, ou seja, para selar tratados internacionais, como Salomão que se casou com a filha de Faraó (1Rs 3.1) e Acabe que casou com Jezabel, filha do rei dos sidônios (1Rs 16.31), além das mulheres que já tinham. Há outros casos em que o desejo de ter filhos e preservar a descendência parece ter motivado a aquisição de mais uma esposa ou concubina, no caso da esterilidade da primeira esposa, como foi o caso de Sarai ter trazido sua serva egípcia Agar para Abraão (Gn 16.1-4), costume praticado no Antigo Oriente. Provavelmente foi o mesmo caso de Elcana, casado com Ana (estéril) e depois com Penina (1Sm 1.1-2). Havia também o desejo de ter muitos filhos em caso de guerra (cf. Jz 8.30; 2Sm 3.2-5; 1Cr 7.4, 11.23, etc.). Nenhum destes casos, porém, justifica a poligamia, pois se trata de um desvio do padrão monogâmico. 

3. Apesar do surgimento da poligamia cedo na história de Israel, a monogamia continuou a regra entre os israelitas e a poligamia, a exceção. Abraão mandou seu servo conseguir uma esposa para seu filho Isaque (Gn 24.37). Na genealogia dos descendentes de Judá, de entre dezenas de nomes, apenas um é citado como tendo tido duas mulheres, Asur (1Cr 4.5). No livro de Provérbios encontramos o encorajamento ao casamento monogâmico (Pv. 5.15-20; 12.4; 19.14). A ode feita à mulher virtuosa em Provérbios 31 pressupõe que ela é a única esposa do marido felizardo. Mesmo que Cantares tenha sido escrito por um polígamo, que foi Salomão, transparece claramente dele que o casamento é entre um homem e uma mulher, figura da relação de Deus com seu povo Israel. A poligamia, por razões econômicas, acontecia quase que exclusivamente entre os ricos, como os juízes e reis.

4. Os profetas tomam o casamento monogâmico para ilustrar a relação entre Deus e seu povo Israel (Jr 2.1-2; Os 3.1-5; Is 54.1-8; Jr 3.20). O profeta Malaquias denuncia a prática que havia em seus dias dos judeus se separarem de sua esposa para casarem com estrangeiras, mostrando assim que a poligamia não era o padrão estabelecido e muito menos o padrão comum e normal em Israel (Ml 2.13-16).

5. A lei de Moisés trazia diversas restrições e cuidados quanto à poligamia em Israel. A mulher israelita que fosse comprada para ser a segunda esposa teria os mesmos direitos que a primeira e seus filhos seriam igualmente herdeiros (Ex 21.7-11). O filho primogênito, ainda que da esposa aborrecida, teria o direito de herança acima do filho da esposa amada (Dt 21.15-17). Um homem casado não poderia casar com a irmã da sua esposa, o que provocaria a rivalidade entre ambas (Lv 18.18; cf. Gn 30.1). 

6. Vários destes exemplos de famílias poligâmicas registrados no Antigo Testamento são acompanhados dos problemas que o sistema inevitavelmente causava. Os judeus casados com mulheres pagãs eram levados a adorar os deuses delas e assim pecar contra Deus. Havia uma advertência na lei de Moisés aos futuros reis de Israel contra a poligamia neste sentido: “Tampouco para si multiplicará mulheres, para que o seu coração se não desvie” (Dt 17.17), conselho este que não foi seguido por Salomão, cujas muitas mulheres pagãs o levaram à idolatria em sua velhice (1Rs 11.1-8). Foi assim que Neemias interpretou o episódio de Salomão e suas muitas mulheres, quando proibiu os judeus depois do cativeiro de multiplicar esposas pagãs (Ne 13.25-27).

7. Além do risco da apostasia, a poligamia trazia profundos conflitos nas famílias poligâmicas. Havia ciúmes entre as mulheres, que disputavam entre si o amor do marido e competiam em número de filhos (Gn 16.4; 1Sm 1.5-8; Gn 30.1-26). Podemos ainda mencionar a angústia que as mulheres pagãs de Esaú trouxeram a seus pais (Gn 26.34-35). O marido acabava gostando mais de uma que da outra, favorecendo a amada e desprezando sua rival e seus filhos (Gn 29.30; 1Sm 1.5; 2Cr 11.21), o que levou a lei de Moisés, para amenizar esta situação, a estabelecer a lei dos filhos da aborrecida (Dt 21.15-17). Outro problema trazido pela poligamia dos reis de Israel era a briga entre os filhos das diversas mulheres quanto à sucessão, muito bem exemplificada na sucessão de Davi, veja 1Reis 1. 

8. No Novo Testamento na época de Jesus a monogamia era claramente o padrão entre os judeus. Quando alguns fariseus vieram experimentar Jesus com uma pergunta capciosa sobre o divórcio, o Senhor respondeu tendo o casamento monogâmico como pressuposto comum e aceito: “Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mt 19.3-19).

9. Nas igrejas cristãs entre os gentios, o padrão monogâmico estava já estabelecido, embora na sociedade grega a poligamia fosse conhecida e praticada. Escrevendo aos coríntios Paulo declara: “Quanto ao que me escrevestes, é bom que o homem não toque em mulher; mas, por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido” (1Co 7.1-2). Aos Efésios, ele compara a relação entre o marido e a esposa à própria relação entre Cristo e sua Igreja: “Eis por que deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, e se tornarão os dois uma só carne. Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja” (Ef 5.22-33).

10. Paulo claramente proíbe que os líderes das igrejas gentílicas fossem polígamos ou bígamos. Os bispos/presbíteros tinham de ser “esposos de uma só mulher” (1Tm 3.2; Tt 1.3-5) bem como os diáconos (1Tm 3.12).

Portanto, não há dúvida, em meu entender, que o padrão de Deus sempre foi o casamento monogâmico heterossexual, estabelecido na criação, e que a poligamia do Antigo Testamento foi um desvio deste padrão, em decorrência do pecado que entrou no mundo pela queda de Adão. Em Cristo, Deus restaura o casamento à sua forma original.

Contudo, pode parecer que Deus aprovou ou sancionou a poligamia, considerando que a lei de Moisés trazia regulamentações referentes a ela e que não há uma proibição direta de Deus contra a poligamia. Pode ser que nunca venhamos a entender completamente o silêncio de Deus neste assunto, mas uma coisa é certa: ele não significa que o assunto é indiferente para o Senhor e nem que “quem cala consente”.

1. As regulamentações da lei de Moisés sobre a poligamia não podem ser vistas como uma aprovação tácita da parte de Deus quanto ao casamento poligâmico, uma vez que este nunca foi o padrão por ele estabelecido. Trata-se da misericórdia de Deus protegendo as esposas e filhos de casamentos poligâmicos, uma amenização de uma distorção do casamento até a chegada do Messias. 

2. Deus nos revela sua vontade de maneira gradual e progressiva nas Escrituras. No Antigo Testamento ele se revelou em figuras, tipos, promessas. A sua revelação final e definitiva se encontra no Novo Testamento. Antes de Cristo ele suportou sacrifícios de animais, passou leis referentes a comidas, o sistema de escravidão e levirato, o apedrejamento de determinados pecados, a lei de talião (olho por olho),  o divórcio por qualquer motivo, etc. A poligamia deve ser vista neste contexto, como uma das coisas que Deus suportou na antiga dispensação e que foi definitivamente abolida em Cristo, à semelhança de várias outras. 

3. A encarnação e manifestação de Cristo ao mundo trouxe à luz a verdade outrora oculta, agora revelada pelos apóstolos e profetas, que Cristo é o cabeça de sua igreja, um povo único, composto de pessoas de todas as raças, tribos e nações, como o homem é o cabeça da mulher. E que a relação de amor-submissão entre marido e mulher é uma expressão da relação amor-submissão entre Cristo e sua igreja. Portanto, a partir do evento de Cristo, Deus não mais tolera nem suporta a poligamia entre seu povo, como suportou pacientemente no período anterior à sua vinda, pois sua vontade quanto a isto é em Cristo e sua igreja plenamente revelada. Em Cristo restaura-se o padrão original estabelecido por Deus no jardim.

4. Deus pode demonstrar a sua vontade sobre um assunto simplesmente registrando os males associados a ele, como é o caso da poligamia. Apostasia, ciúmes, invejas, disputas entre mulheres e filhos acompanham o histórico da poligamia entre os israelitas. A evidência cumulativa depõe contra a poligamia, mesmo que Deus não tenha se pronunciado expressamente contra ela. 

5. Aqui é preciso dizer que a revelação divina se encerrou com o cânon do Novo Testamento, onde o casamento monogâmico é claramente estabelecido como a vontade final de Deus para seu povo e a humanidade em geral. Portanto, não podemos aceitar que Deus, em nossos dias, esteja mudando o conceito de casamento para incluir o casamento homossexual, uma vez que o homossexualismo é claramente condenado em toda a Escritura canônica e a mesma se encontra definitivamente encerrada. Sola Scriptura!

sábado, 6 de julho de 2013

Provérbios 20: 1-30 - DIGA NÃO ÀS DEPENDÊNCIAS

Há muitas temáticas repetidas em Provérbios, mas não os próprios provérbios que são todos diferentes entre si. Seria um trabalho interessante organizá-los tematicamente desvinculando-os dos seus capítulos e versículos originais.
Reunir todos os versículos por ordem temática de seus contrastes ou assuntos: sobre a sabedoria e a estultícia; a justiça e a injustiça; a mulher adúltera e a sábia; a bebida alcoólica; a direção do Senhor.
Neste capítulo, como nos demais, temos 30 contrastes que nos ensinam a sabedoria para evitarmos o caminho contrário e perigoso que não nos levará a lugar algum, se não ao remorso e quiçá, ao arrependimento.
Ele começa falando do vinho que é a alegria dos homens, mas também um perigo quando passamos os limites do que é normal. Todo viciado em bebida forte ou outro tipo de vício seja ele qual for sempre dirá que está no controle da situação da droga até que descobre que não é ele senhor de nada antes escravo de seus desejos.
Há aqueles que são abstêmios por escolha pessoal: preferem não beber ainda que tenham vontade de beber ou que sejam tentados a isso em reuniões sociais em que todos bebem. Preferem assim porque conhecem suas fraquezas e limites e não querem passar deles nunca. Nem mesmo com suas esposas bebem se quer uma taça de vinho, preferindo um suco de uva concentrado sem álcool.
Não condeno aos que bebem, nem aos que fumam, nem aos que se drogam “numa boa”: - cada um conhece sua natureza e força. É engraçado que sempre que passa aqueles “bons momentos do barato” vêm o peso em nossa consciência e o fato de que nada de bom nos acrescentou a experiência com drogas.
Há quem passa por isso e se esquece do que fez com seu corpo ou do que – pior ainda... - fizeram com seu corpo... Sinceramente, prefiro a consciência plena e a alegria e o prazer vindo de outras fontes que não a droga, sempre perigosa.
Então, estamos fora disso também... Preferimos ser cheio mesmo é do Espírito Santo!
Pv 20:1 O vinho é escarnecedor, a bebida forte alvoroçadora;
e todo aquele que neles errar nunca será sábio.
Pv 20:2 Como o rugido do leão é o terror do rei;
o que o provoca à ira peca contra a sua própria alma.
Pv 20:3 Honroso é para o homem desviar-se de questões,
mas todo tolo é intrometido.
Pv 20:4 O preguiçoso não lavrará por causa do inverno,
pelo que mendigará na sega, mas nada receberá.
Pv 20:5 Como as águas profundas é o conselho no coração do homem;
mas o homem de inteligência o trará para fora.
Pv 20:6 A multidão dos homens apregoa a sua própria bondade,
porém o homem fidedigno quem o achará?
Pv 20:7 O justo anda na sua sinceridade;
bem-aventurados serão os seus filhos depois dele.
Pv 20:8 Assentando-se o rei no trono do juízo,
com os seus olhos dissipa todo o mal.
Pv 20:9 Quem poderá dizer:
Purifiquei o meu coração, limpo estou de meu pecado?
Pv 20:10 Dois pesos diferentes e duas espécies de medida
são abominação ao SENHOR, tanto um como outro.
Pv 20:11 Até a criança se dará a conhecer pelas suas ações,
se a sua obra é pura e reta.
Pv 20:12 O ouvido que ouve, e o olho que vê,
o SENHOR os fez a ambos.
Pv 20:13 Não ames o sono, para que não empobreças;
abre os teus olhos, e te fartarás de pão.
Pv 20:14 Nada vale, nada vale, dirá o comprador,
mas, indo-se, então se gabará.
Pv 20:15 Há ouro e abundância de rubis,
mas os lábios do conhecimento são jóia preciosa.
Pv 20:16 Ficando alguém por fiador de um estranho, tome-se-lhe a roupa;
e por penhor àquele que se obriga pela mulher estranha.
Pv 20:17 Suave é ao homem o pão da mentira,
mas depois a sua boca se encherá de cascalho.
Pv 20:18 Cada pensamento se confirma com conselho
e com bons conselhos se faz a guerra.
Pv 20:19 O que anda tagarelando revela o segredo;
não te intrometas com o que lisonjeia com os seus lábios.
Pv 20:20 O que amaldiçoa seu pai ou sua mãe,
apagar-se-á a sua lâmpada em negras trevas.
Pv 20:21 A herança que no princípio é adquirida às pressas,
no fim não será abençoada.
Pv 20:22 Não digas: Vingar-me-ei do mal;
espera pelo SENHOR, e ele te livrará.
Pv 20:23 Pesos diferentes são abomináveis ao SENHOR,
e balança enganosa não é boa.
Pv 20:24 Os passos do homem são dirigidos pelo SENHOR;
como, pois, entenderá o homem o seu caminho?
Pv 20:25 Laço é para o homem apropriar-se do que é santo,
e só refletir depois de feitos os votos.
Pv 20:26 O rei sábio dispersa os ímpios
e faz passar sobre eles a roda.
Pv 20:27 O espírito do homem é a lâmpada do SENHOR,
que esquadrinha todo o interior até o mais íntimo do ventre.
Pv 20:28 Benignidade e verdade guardam ao rei,
e com benignidade sustém ele o seu trono.
Pv 20:29 A glória do jovem é a sua força;
e a beleza dos velhos são as cãs.
Pv 20:30 Os vergões das feridas são a purificação dos maus,
como também as pancadas que penetram até o mais íntimo do ventre.
Queridos, se temos opções de comportamentos e de escolhas e por elas sofreremos as consequências devidas, então sejamos mais inteligentes dando ouvidos à sabedoria, à inteligência e à instrução que fala conosco em Provérbios.
A Deus toda glória! p/ Daniel Deusdete –0
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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Provérbios 19: 1-29 - A ESTULTÍCIA E A SABEDORIA

A verdadeira sabedoria todos os dias nos convida a com ela brindarmos e celebrarmos a vida e também todos os dias a estultícia também nos convida a participarmos da morte. E quando nos deixamos persuadir pelas nossas próprias estultícias apressadamente nos voltamos contra o Senhor.
Assim como no verso 3, deste capítulo 19 de Provérbios, também encontramos em Lamentações 3:39 de Jeremias: “Por que, pois, se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados.”. Então, do que nos queixamos? Sempre de nossos próprios pecados!
Pervertemos nossos caminhos com nossas estultícias, nos queixamos diante de Deus, nos revoltamos contra ele e ainda queremos ter razões: isso é um absurdo! Não é Deus quem arruína nossos caminhos, mas o pecado. Não é Deus quem nos destrói, mas nossas tolices e pecados.
No afã de continuarmos a pecar ainda mais, passamos a odiar a Deus e a sua palavra porque ela vai contra nossos desejos malignos. Ai então entendemos a lei como inimiga e queremos liberdade para fazermos o que quisermos. Jamais isso foi, nem será liberdade, antes prisão.
Não é livre quem faz o que quer, na hora que quer e da forma que quer, antes é livre aquele que se domina em tudo não por sua própria causa, mas por amor a seu irmão por quem Cristo morreu. (I Coríntios 8).
Quem faz o que quer, na hora que quer e da forma que quiser não é livre, é escravo de seus próprios desejos e instintos que estão em seu ventre e não em sua mente e em seu coração e alma. Há pessoas que ainda ousam dizer que o corpo a ela pertence e ela faz com ele o que quiser. Como estão enganadas tais pessoas!
Pv 19:1 Melhor é o pobre que anda na sua integridade
do que o perverso de lábios e tolo.
Pv 19:2 Assim como não é bom ficar a alma sem conhecimento,
peca aquele que se apressa com seus pés.
Pv 19:3 A estultícia do homem perverterá o seu caminho,
e o seu coração se irará contra o SENHOR.
Pv 19:4 As riquezas granjeiam muitos amigos,
mas ao pobre, o seu próprio amigo o deixa.
Pv 19:5 A falsa testemunha não ficará impune
e o que respira mentiras não escapará.
Pv 19:6 Muitos se deixam acomodar pelos favores do príncipe,
e cada um é amigo daquele que dá presentes.
Pv 19:7 Todos os irmãos do pobre o odeiam; quanto mais se afastarão dele os seus amigos!
Corre após eles com palavras, que não servem de nada.
Pv 19:8 O que adquire entendimento ama a sua alma;
o que cultiva a inteligência achará o bem.
Pv 19:9 A falsa testemunha não ficará impune;
e o que profere mentiras perecerá.
Pv 19:10 Ao tolo não é certo gozar de deleites;
quanto menos ao servo dominar sobre os príncipes!
Pv 19:11 A prudência do homem faz reter a sua ira,
e é glória sua o passar por cima da transgressão.
Pv 19:12 Como o rugido do leão jovem é a indignação do rei,
mas como o orvalho sobre a relva é a sua benevolência.
Pv 19:13 O filho insensato é uma desgraça para o pai,
e um gotejar contínuo as contendas da mulher.
Pv 19:14 A casa e os bens são herança dos pais;
porém do SENHOR vem a esposa prudente.
Pv 19:15 A preguiça faz cair em profundo sono,
e a alma indolente padecerá fome.
Pv 19:16 O que guardar o mandamento guardará a sua alma;
porém o que desprezar os seus caminhos morrerá.
Pv 19:17 Ao SENHOR empresta o que se compadece do pobre,
ele lhe pagará o seu benefício.
Pv 19:18 Castiga o teu filho enquanto há esperança,
mas não deixes que o teu ânimo se exalte até o matar.
Pv 19:19 O homem de grande indignação deve sofrer o dano;
porque se tu o livrares ainda terás de tornar a fazê-lo.
Pv 19:20 Ouve o conselho, e recebe a correção,
para que no fim sejas sábio.
Pv 19:21 Muitos propósitos há no coração do homem,
porém o conselho do SENHOR permanecerá.
Pv 19:22 O que o homem mais deseja é o que lhe faz bem;
porém é melhor ser pobre do que mentiroso.
Pv 19:23 O temor do SENHOR encaminha para a vida;
aquele que o tem ficará satisfeito, e não o visitará mal nenhum.
Pv 19:24 O preguiçoso esconde a sua mão ao seio;
e não tem disposição nem de torná-la à sua boca.
Pv 19:25 Açoita o escarnecedor, e o simples tomará aviso;
repreende ao entendido, e aprenderá conhecimento.
Pv 19:26 O que aflige o seu pai, ou manda embora sua mãe,
é filho que traz vergonha e desonra.
Pv 19:27 Filho meu, ouvindo a instrução,
cessa de te desviares das palavras do conhecimento.
Pv 19:28 O ímpio escarnece do juízo,
e a boca dos perversos devora a iniqüidade.
Pv 19:29 Preparados estão os juízos para os escarnecedores,
e os açoites para as costas dos tolos.
Vamos continuar a meditar em Provérbios todos os dias para que a sabedoria possa entrar em nossa alma como o ar entra em nossos pulmões e gera energia para continuarmos a viver a vida que uma vez foi iniciada por Deus e pelo Espírito Santo que nos presenteou com o fôlego de vida.
A Deus toda glória! p/ Daniel Deusdete – 
http://www.jamaisdesista.com.br


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