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quinta-feira, 3 de março de 2011

Faltam 785 dias para 26/04/13 (Inicio: 31/07/10).

TEMA: A minha cura é Jesus. A minha pregação é Jesus 4.

Perguntas e respostas: Como pode o salvo não ser salvo? Quem foi salvo pode deixar de ser salvo? Há alguma coisa maior do que o Pai que o pode tomar de suas mãos? O que acontece na salvação da alma de uma pessoa? Como se dá a salvação? Em que momento ela ocorre? O que é salvação?

 

Vejamos e estudemos um pouco alguns documentos históricos, por exemplo, O Cânone de Dort - 1618-1619. Hoje vou reproduzir um documento que se encontra no portal do Mackenzie do historiador oficial das igrejas presbiterianas no Brasil que fará para nós uma breve introdução explicando detalhes do surgimento deste documento importante para a fé reformada. Caso queira ver o documento no portal do Mackenzie, acesse: http://www.mackenzie.br/7057.html. Amanhã, o próprio Cânone de Dort, especificamente o capítulo 5, sobre a perseverança dos santos.

 

“As Confissões Reformadas - OS CÂNONES DE DORT (1619) – por Alderi Souza de Matos.


A produção confessional reformada do século 16 atingiu o seu ponto culminante em 1563, com a publicação do Catecismo de Heidelberg. Todavia, alguns dos documentos doutrinários mais significativos da tradição calvinista somente seriam elaborados no século seguinte, a começar com os Cânones do Sínodo de Dort, na Holanda. A fé reformada teve grande aceitação nos Países Baixos a partir da década de 1550. Na mesma época em que os holandeses lutavam contra a Espanha por sua independência, surgiu a Igreja Reformada Holandesa (1571), que não tinha uma identidade teológica claramente definida. Foi nesse contexto que, alguns anos mais tarde, surgiu a controvérsia arminiana. A partir de 1588, Jacó Armínio (1560-1609), um pastor que havia estudado com Teodoro Beza em Genebra, começou a questionar a doutrina calvinista da predestinação. Mesmo assim, em 1602 ele se tornou professor de teologia na Universidade de Leyden, onde enfrentou a forte oposição de seu colega Francisco Gomaro.


A controvérsia dividiu a nação e se prolongou até 1609, quando Armínio morreu vitimado pela tuberculose. No ano seguinte, seus simpatizantes publicaram a “Remonstrância”, um documento no qual resumiram em cinco pontos a sua rejeição do calvinismo clássico. Com o reinício dos tumultos, o Parlamento convocou um sínodo para resolver a controvérsia. O Sínodo de Dort teve 180 sessões que se estenderam de 13 de novembro de 1618 a 29 de maio de 1619. Os delegados holandeses incluíam 58 pastores e presbíteros enviados pelos sínodos provinciais e cinco teólogos de diferentes academias. Também compareceram 28 teólogos de diversas cidades da Inglaterra, Escócia, Alemanha e Suíça (inclusive de Genebra). Os remonstrantes participaram do sínodo por algum tempo, mas depois foram afastados. Com base nos relatórios das delegações, uma comissão de nove membros redigiu os Cânones, que condenaram as idéias dos arminianos e afirmaram as convicções reformadas.


Os Cânones de Dort abordam cinco tópicos doutrinários em 59 artigos: (1) A predestinação divina; (2) A morte de Cristo e a redenção do homem; (3-4) A corrupção do homem e sua conversão a Deus; (5) A perseverança dos santos. As principais ênfases do documento são as seguintes: Deus elege e reprova não com base na previsão de fé ou incredulidade, mas por sua vontade soberana; a morte de Cristo foi suficiente para todos, mas é eficaz somente para os eleitos; mediante a queda, a humanidade ficou totalmente corrompida; a graça de Deus atua eficazmente para converter os descrentes, embora não o faça por coerção; Deus preserva os crentes de modo que não podem decair totalmente da graça. Essas declarações foram resumidas em algumas expressões conhecidas como “os cinco pontos do calvinismo”: Depravação total, Eleição incondicional, Expiação limitada, Graça irresistível e Perseverança dos santos, cujas iniciais em inglês formam a palavra “Tulip”.


O Sínodo de Dort marcou um importante ponto de transição na história da fé reformada na Holanda. Estabeleceu definitivamente o calvinismo como a teologia da igreja holandesa e também tornou oficiais a Confissão Belga e o Catecismo de Heidelberg. Os cânones, que foram assinados por todos os delegados, expressaram o consenso de uma significativa diversidade teológica e representaram o triunfo de um calvinismo moderado, sendo considerados uma das melhores expressões da ortodoxia protestante.

 

Meu compromisso é com a verdade, a verdade de Deus. Até que ponto posso confiar em minha mais profunda sinceridade? Posso conviver com ela e com minha consciência de forma pura e isenta? Cremos no que cremos porque é a verdade ou porque estamos apaixonados? Estamos isentos de parcialidade em nossas opiniões?

 

Deus é 100% soberano. O homem é 100% responsável. As duas afirmações contraditórias são verdadeiras ao mesmo tempo? Parece-me que sim! Continuaremos nossa busca da verdade em outra oportunidade, a todos um bom dia. Hoje, não se esqueçam, estaremos reunidos na casa da Irmã Ozely, por conta da reunião de nosso Grupo Familiar Arca da aliança.

 

A Deus toda a glória!

quarta-feira, 2 de março de 2011

Faltam 786 dias para 26/04/13 (Inicio: 31/07/10).

TEMA: A minha cura é Jesus. A minha pregação é Jesus 3.

Tudo é Jesus! Por isso que minha cura é Jesus. Jesus me salvou! Sim, ele me salvou. Agora será que ele me salvou ou está me salvando? Ou será ainda que serei salvo – ação futura? E agora? Estou salvo? Estou sendo salvo? Ou serei salvo? A minha cura é Jesus ou a minha cura está sendo e depois será Jesus? O que pregarei sobre Jesus com relação à salvação?

 

Creio que todas as afirmações acima são verdadeiras ao mesmo tempo. Eu já fui salvo, mas ainda não. Eu imagino como deve ser estranha a relação de Jesus com aquele que ele salva, por exemplo, na hora da sua confissão. Não diz a Palavra de Deus que se com a nossa boca o confessarmos e com o coração crermos que ele, Jesus, ressuscitou dos mortos, seremos salvos? Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação? (Rm 10:9-10).

 

Imaginem alguém se aproximando de Cristo e na hora confessando o Senhor diante de Deus e dos homens. O profeta diante dele pedindo para repetir uma oração padrão para salvação. Ele ora junto com o profeta, confessa seus pecados, se arrepende, chora, se emociona. É aquela festa nos céus e na terra, pois mais uma alma se rende ao Salvador. Todos os irmãos o cercam e o cumprimentam. Abraçam-no, choram com ele, alegram-se e de repente...

 

Alguém vai lhe explicar que ele está salvo, mas que no caminho de sua vida poderá perder a sua salvação... Afinal, fui salvo ou não? Ou se fôssemos mais longe ainda e o próprio Senhor lhe aparecesse e lhe abraçasse e olhasse em seus olhos e falasse: - Filho, você me aceitou. Estás salvo. Se você morrer agora, eu te levarei ao Paraíso. No entanto, filho, como eu sou Deus e conheço o futuro, eu sei que num dia desses mais para frente quando vierem as provações, você me abandonará e sua alma será ceifada desta vida... eu te aconselho, filho, morra antes para que eu o leve ao Paraíso...

 

É ridículo! Como pode o salvo não ser salvo? Quem foi salvo pode deixar de ser salvo? Há alguma coisa maior do que o Pai que o pode tomar de suas mãos? O que acontece na salvação da alma de uma pessoa? Como se dá a salvação? Em que momento ela ocorre? O que é salvação? Para entendermos e darmos respostas precisas, precisamos estudar o assunto com mais carinho. Creio ser necessário pegarmos as Escrituras e aprendermos mais sobre a soteriologia.

 

Vejamos e estudemos um pouco alguns documentos históricos, por exemplo, O Cânone de Dort - 1618-1619.

 

A Deus toda a glória!

 

terça-feira, 1 de março de 2011

Faltam 787 dias para 26/04/13 (Inicio: 31/07/10).

TEMA: A minha cura é Jesus. A minha pregação é Jesus - 2


Estamos enfrentando dias difíceis que requerem atitudes igualmente difícieis. O inferno parece se levantar com tudo nestes tempos e a igreja sofre com o peso que sobre ela é posto de enfrentar a situação toda e ter de testemunhar de Cristo.

 

Estamos fora de moda, obsoletos, na visão do mundo e as ondas de modernidade e de liberalidade estão ganhando espaço. O mundo não conhece limites e aos poucos vai testanto a sua força, testando a paciência de Deus e avançando dia-a-dia um pouco mais em direção ao pecado e a uma completa falsa liberdade de vida.

 

Eu creio que o movimento atual irá passar, pois eles mesmos verão que o que queriam não era de fato isso, mas afrontarem deliberademente a Deus. A afronta a Deus tem custo. Deus não se deixará escarnecer. O que o homem plantar, isso colherá. Por isso, se prepare Brasil para mais e mais juízos de Deus sobre a nossa nação.

 

Se você sabe do que estou falando, sem falar, glórias a Deus, pois não é o homem quem to revelou. Se você ignora, você será ignorado, mas o meu Deus será glorificado. Cada outdoor daqueles "picantes", provocantes que o homem faz e chama de publicidade para atrair a atenção do consumidor é um ato de ofensa deliberada a Deus e Deus está ajuntando essas ofensas até que se encha a taça de sua ira.

 

Legislador e defensor do país chamado Brasil: que leis andas aprovando? Por que não temes a Deus? E você do alto escalão do Governo Federal que toma decisões importantes e que é responsável pelo povo a quem representa, em prol da educação, contra a educação, promoves a farra? Que proteção a direitos vocês estão fazendo? Vós sois instrumentos de Deus, mas não para a injustiça, mas para a justiça.

 

Ao negligenciarem o seu papel, vós sereis negligenciados. Vão enchendo dia a dia a taça da ira de Deus e logo irão colher amargos frutos.

 

E você servo de Deus que se chama pelo seu nome, que tem a obrigação de falar da Palavra de Deus, por que te calas e consentes com a operção do erro?  O que iremos pregar? Como iremos pregar? Eles já sabem disso tudo!

 

Deus nos deu a sua missão de evangelizar e de falar às nações. Se nos calarmos, a profecia se calará e o povo se corromperá mais ainda. Está na hora da igreja se despertar e abandonar o erro e as suas idiossincrasias e partir para a unanimidade do primeiro século.

 

Ifelizmente, a tendência é a da pluralização do Caminho e não da convergência e da união. Senhor faça distinção entre aquele que te serve e o que não te serve aqui nesta terra, como fizeste distinção entre os povos do Egito e de Israel. Que trevas erão aquelas Senhor que vieram sobre o Egito, mas Israel ficou em luz? Como pode isso?

 

Balança a figueira, Senhor. Chacoalha a videira. Que somente permaneçam em ti os ramos que dão fruto. Enche a tua igreja do Espírito Santo e a capacite a pregar o evangelho com ousadia e coragem enquanto estendes tu, a tua mão para que se façam sinais e prodigios por meio do nome do teu Santo Servo Jesus Cristo! Amém. Desperta igreja de Jesus!

 

A Deus toda a glória!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Faltam 788 dias para 26/04/13 (Inicio: 31/07/10).

TEMA: A minha cura é Jesus. A minha pregação é Jesus.
Ontem, pela graça e misericórdia de Deus, na EBD, no culto das 9h, eu preguei uma mensagem intitulada A ORAÇÃO DOS DISCÍPULOS EM AT 4, usando como referência bíblica At 4:24-33. Eu a disponibilizei no link: http://www.scribd.com/doc/49644925/Pregacao-A-Oracao-dos-Discipulos-em-At-4-%E2%80%93-At-4-24-37
 
Fiquem à vontade para lerem, estudarem, criticarem concordarem ou não. O meu papel foi o de levar a palavra de Deus, que Deus me entregou, ao povo de Deus, sendo eu instrumento de Deus. Foi tudo para Deus, em Deus, por Deus e no nome de Jesus Cristo, Filho de Deus.
 
Eu tenho algumas crenças e convicções minhas próprias na hora de pregar:
 
Primeiro: a minha mensagem tem, sempre, por objetivo despertar no ouvinte da palavra de Deus a fé em Deus. Os diversos temas que escolho, ou que Deus me dá, procuram explorar esse aspecto. Eu não sou daqueles que querem corrigir o comportamento de ninguém. Se alguém rouba, mata e adultera, meu objetivo na pregação não é jogar na cara do ouvinte que ele rouba, mata e adultera.
 
Segundo: eu creio que todos têm o conhecimento de Deus e se conhecem a Deus, inclusive os que se dizem ateus ou seguidores de outros deuses, filosofias e credos, todos sabem que roubar, matar e adulterar, por exemplo, é um ato não permitido por Deus. Logo, creio que quem rouba, mata e adultera, por exemplo, está ciente de que está errado e em pecado.
 
Terceiro: eu creio que todos os que têm conhecimento de Deus, crêem na justiça de Deus e que portanto haverá um julgamento, com juízo e condenação ou absolvição. Creio que, no momento, podem até ignorarem as suas crenças em Deus e na justiça de Deus e fazerem justiça com suas próprias mãos, mas que crêem na justiça de Deus, isso para mim é um fato.
 
Quarto: eu creio que quem está roubando, matando e se adulterando, por exemplo, não quer estar roubando, nem matando, nem adulterando. Ele está sendo vítima de seu próprio pecado que o escraviza cada vez mais e o aprisiona num inferno que ele almeja libertar-se. Ele até pode achar que ele está bem, mas no fundo, por causa do temos a Deus e da justiça de Deus, ele não tem paz.
 
Quinto: eu creio que a cura está em cada um, está dentro de cada um, por isso que o Senhor dizia constantemente: a tua fé te salvou e depois dizia, vá em paz e não peques mais. Não adianta eu jogar na cara de ninguém que ele está roubando, matando e adulterando. Ele já sabe disso. Ele quer sair dessa, mas não consegue. Não adianta eu mandá-lo para o inferno e condená-lo, antes devo esticar a minha mão e ajudá-lo.
 
Sexto: a minha ajuda que eu posso oferecer a este homem é o evangelho. O evangelho é Jesus Cristo! Ao pregar o evangelho, Jesus Cristo, eu estarei apontando para ele a cura de sua alma. Tudo o que ele precisa para se livrar do pecado, do roubo, do assassinato e do adultério, por exemplo, está na pessoa de Jesus Cristo.
 
Sétimo: a cura brotará em todos os que se entregarem a Jesus. Ele somente vencerá o pecado quando aquele que venceu o pecado fizer parte da sua vida. A tua fé te salvou! A cura está dentro de cada um de nós. A minha cura é Jesus. A minha pregação é Jesus.
 
A Deus toda a glória!