domingo, 3 de janeiro de 2016

II Coríntios 3 1-18 - A NOVA ALIANÇA E OS CRENTES COMO CARTAS VIVAS DE DEUS!

Ressaltamos que II Coríntios foi escrita para expressar carinho e gratidão pelo arrependimento que houve em Corinto e encorajar uma maior lealdade a Paulo como um apóstolo de Cristo. Estamos vendo a parte II, cap. 3/13.
Breve síntese do capítulo 3.
O presente capítulo começa de forma espetacular comparando os crentes a cartas vivas de Deus para os homens!
Nós somos essas cartas vivas, não escritas com tinta e papel ou em tábuas e pedras, mas com carne e sangue.
Lembro-me de um testemunho de um amado pastor na Primeira Igreja Presbiteriana de Taguatinga que tinha sido intimado pelos demais pastores a apresentar seu relatório do ano que estava se findando e ele não tinha feito nenhum relato.
Os seus colegas, todos, se levantavam e apresentavam seus enormes relatórios, até que chegou a sua vez.
Ele subiu ao púlpito e sem relatos, começou a pedir que ficassem de pé tais e tais pessoas e sobre cada uma foi apresentando algo espetacular que tinha feito. No final, disse ao pastor presidente: eis ai estão os meus relatórios, todos eles, em forma de cartas vivas.
Depois Paulo vai falar da nova aliança que é muito superior à antiga, pois nela a glória de Deus está no Espírito e naquela, no que se desvanece. No entanto, somente há um jeito de perceber isso: retirando-se o véu da antiga aliança, por meio somente da fé em Cristo Jesus.
Todos os que derem ouvidos a Deus terão seus véus retirados, mas os que o resistirem e o rejeitarem por causa de suas péssimas escolhas e orgulhos, permanecerão com o véu eternamente. Não ouça, você, os espíritos, mas ouça o Espírito que ele te levará a toda a verdade.
Vejamos o presente capítulo com mais detalhes, conforme ajuda da BEG:
II. EXPLICAÇÃO SOBRE O MINISTÉRIO DE PAULO (1.3-7.16) - continuação.
Nós já explicamos que como os coríntios haviam interpretado mal as ações e motivações de Paulo, ele começou a carta com uma explicação de algumas coisas que haviam acontecido desde que os havia visto pela última vez, especialmente as maravilhas do seu ministério na nova aliança.
Assim, dividimos esta parte, conforme a BEG, em seis seções: A. Gratidão pelo consolo de Deus (1.3-11) – já vimos; B. Explicação sobre a mudança de planos (1.12-2.4) – já vimos; C. Perdão de um pecador penitente (2.5-11) – já vimos; D. Viagem à Trôade e à Macedônia (2.12-13) – já vimos; E. A maravilha do ministério da nova aliança (2.14-7.4) – estamos vendo; e, F. Alegria pela chegada de Tito (7.5-16).
E. A maravilha do ministério da nova aliança (2.14-7.4) - continuação.
Como já dissemos, dos vs. 2.14 ao 7.4, estamos vendo a grandeza do ministério apostólico. Enquanto descreve a sua ansiedade com relação à igreja de Corinto e o seu desapontamento por não ter encontrado Tito em Trôade, Paulo se aprofundou numa longa reflexão sobre a natureza do seu ministério.
Assim, dividimos essa seção “E”, conforme a BEG, igualmente em seis: 1. A vitória no ministério (2.14-17) – já vimos; 2. A carta viva (3.1-3) – veremos agora; 3. A nova e excelente aliança (3.4-4.6) – começaremos a ver agora; 4. Vasos de barro (4.7-5.10); 5. O ministério da reconciliação (5.11-6.13); e, 6. Nenhuma comunhão com os incrédulos (6.1 4-7.4)
2. A carta viva (3.1-3).
Os inimigos de Paulo usavam cartas de recomendação para apoiar a própria causa. Paulo reagiu referindo-se aos próprios coríntios como sendo a sua "carta viva" de recomendação.
Ambas as perguntas nesse versículo primeiro são retóricas e implicam a resposta "não". De modo geral, Paulo não fazia pouco das cartas de recomendação (At 15.25-26; 18.27; 1Co 16.10-11), mas aparentemente seus oponentes haviam apresentado à igreja de Corinto algumas cartas de recomendação fraudulentas.
Paulo mostrou que a sua carta era muito superior, porque ele era recomendado pela mudança de vida dos cristãos coríntios (vs. 2).
Essa afirmação indica que Paulo e seus companheiros de trabalho tinham grande afeto pela igreja de Corinto. A leitura alternativa, "seus corações", apesar de apoiada por poucos dos manuscritos antigos, é também possível e faz sentido no contexto.
Assumindo essa última leitura, Paulo estava alertando os coríntios a reconhecerem que a existência deles como igreja constituía uma carta muito mais efetiva de recomendação para ele (2.17; 1Co 9.2).
Eles demonstravam ser uma carta de Cristo, produzida pelo ministério deles. A igreja de Corinto era uma obra da graça de Deus na qual Deus havia maravilhosamente usado Paulo e seus companheiros de trabalho.
Essa "carta" que os coríntios constituíam era superior às cartas escritas dos inimigos de Paulo porque a obra do Espírito na vida dos coríntios era indubitavelmente verificável.
Os resultados observáveis na vida dos coríntios atestaram a validade (cf. "conhecida e lida por todos", vs. 2) e superioridade do ministério de Paulo acima do de seus inimigos (cf. 11.1-5; 12.11).
Eles, como cartas vivas, não foram escritos em tábuas de pedra – uma referência à lei e os Dez Mandamentos – mas, em tábuas de carne. A "carta" composta pelas vidas dos coríntios também demonstrava a validade do ministério de Paulo uma vez que a sua glória ultrapassava a glória do ministério de Moisés.
Moisés havia dado a Israel os Dez Mandamentos em tábuas de pedra (Dt 9.10), e Deus pretendia que essa lei fosse escrita no coração do seu povo (Dt 6.6)- aliás, ela estava escrita no coração de alguns (p. ex., SI 119.11).
Como um todo, entretanto, o povo de Israel rejeitou o testemunho de Deus mediado por Moisés e não amou a lei de Deus e nem a guardou no coração.
Como resultado, eles foram exilados na Assíria e na Babilônia. Mas Jr 31.33; Ez 11.19; 36.26 falaram de um dia vindouro quando Deus restauraria o seu povo do exílio. Nesse dia, todos os povos de Deus obedeceriam a ele em justiça e guardariam a sua lei.
Embora essa promessa não será totalmente cumprida até que Jesus volte (a BEG recomenda aqui a leitura e a reflexão em seu excelente artigo teológico “O plano das eras, em Hb 7”).
Paulo indicou que ela já havia começado a se cumprir mesmo durante o seu próprio ministério. Por essa razão, o seu ministério ultrapassava até mesmo o de Moisés (vs. 6-16).
3. A nova e excelente aliança (3.4-4.6).
A partir do vs. 4 ao 4.4.6, veremos a nova e gloriosa aliança. Paulo continuou a descrever a natureza do seu ministério focalizando a glória associada ao seu trabalho.
A referência do vs. 4 é à confiança de Paulo diante de Deus de que o seu ministério era autêntico e de que os coríntios eram a sua "carta de recomendação" (vs. 1) que provava isso. Entretanto, a confiança de Paulo não vinha dele mesmo, mas "por intermédio de Cristo".
Essa palavra “capazes” ou “capacidade” (NVI) é traduzida como "suficiente" em 2.16. Palavras gregas semelhantes são usadas para "suficiência" nesse versículo e "habilitou" no vs. 6.
Paulo aqui respondeu à pergunta de 2.16 ("Quem... é suficiente para estas coisas?"). Antes, ele havia desaprovado qualquer dependência de mera habilidade humana (1Co 2.1-5).
Infelizmente, os inimigos de Paulo valorizavam mais a habilidade mundana do que a competência que vem somente de Deus. A nossa suficiência vem de Deus, ou seja, toda habilidade e todo poder no ministério vem de Deus.
Por isso que ele nos capacitou, na nova aliança, a sermos ministros. O novo relacionamento legal que Deus estabeleceu com o seu povo por meio de Jesus Cristo e por meio da morte de Cristo.
Apesar de Deus não ter dado a lei mosaica como um mero conjunto de letras para operarem sem o trabalho interior do Espírito (Dt 6.6), o legalismo judaico havia reduzido a lei a pouco mais do que um código externo.
Como resultado, os legalistas judeus se baseavam nas meras leis escritas, as quais exigiam perfeita obediência, mas não davam poder para obedecer (aqui, novamente a BEG recomenda leitura e reflexão em seu excelente artigo teológico "Legalismo e antinomismo", em Rm 10).
Embora a lei matasse, por isso; o espírito, vivificava. A obra do Espírito naqueles que seguem a Cristo não é divorciada dos padrões morais da lei, porque o Espírito Santo escreve a lei de Deus no coração do homem (Jr 31.31-34; Hb 8.8-12; 9.13-14), instilando amor pelos padrões morais de Deus e poder para obedecer a eles (Rm 8.4; 1Co 7.19).
Nesse versículo, Paulo não estava querendo dizer que não havia vida espiritual durante a antiga aliança, mas simplesmente enfatizando que a lei escrita, que era característica da antiga aliança, não poderia, por si só, produzir vida no povo de Deus.
Mas o Espírito Santo, cujo ministério poderoso e doador de vidas caracteriza a nova aliança, traz nova vida numa medida muito maior e numa distribuição mais ampla do que a que estava disponível na antiga aliança.
A lei que deveria gerar vida, no entanto, foi o ministério da morte. A lei era "para vida" (Rm 7.10-11), mas ela se tornou um instrumento de morte para aqueles sem fé porque a lei os condenava quando eles não obedeciam a ela.
Tanto era verdade que os filhos de Israel não podiam fitar a face de Moisés. Mesmo na antiga aliança, durante o seu ministério a Israel infiel (Nm 32.13), Moisés tinha a glória radiante de Deus brilhando na sua face (Êx 34.29-35).
Se a aliança menos importante era, ainda assim, gloriosa, como não será de maior glória o ministério do Espírito! – vs. 8. Ou seja, não haverá uma manifestação muito mais poderosa da glória de Deus nestes tempos, quando o Espírito está mais presente e é mais poderoso?
Um dos ministérios trouxe a condenação – o da lei – e o outro a justiça. Os crentes obtém a justiça na declaração legal inicial de Deus que os declara justos ("justificação") no início da vida cristã, no desenvolvimento dos pensamentos e ações justos ("santificação") e, finalmente, na nossa futura perfeição ("glorificação").
São estas as três principais fases na vida de um cristão: a justificação (fomos justificados); a santificação (estamos sendo santificados – é um processo que não se conclui na presente era) e glorificação (seremos glorificados com Cristo Jesus).
Se o que se desvanecia, trouxe glória, imaginem o que nunca se desvanece. A antiga aliança sempre foi planejada com o objetivo de ser preliminar ao estágio final do plano de Deus para os tempos: a era da nova aliança – ela é permanente - ou seja, a nova aliança durará para sempre.
Se assim temos tal esperança, obviamente deveremos mostrar muito mais confiança. O esplendor da nova aliança, a qual não falhará ou passará (vs. 11), dava esperança ao apóstolo e aumentava a sua ousadia.
Paulo absolutamente não se envergonhava de se posicionar diante do mundo inteiro e proclamar este excelente evangelho.
A referência à ousadia relaciona a discussão dos vs. 7-11 com a defesa de Paulo do seu apostolado (10.1-2). Ele foi ousado, não vacilante, enquanto os seus inimigos o acusavam (1.17-2.4).
Nessa epístola, a sua ousadia tomou a forma de uma sinceridade destemida tão evidente que contrastava com o egoísmo fraudulento dos seus inimigos (2.17).
Eram diferente Paulo e os cristãos dos filhos de Israel que colocavam um véu sobre a face para não contemplarem o rosto do que se desvanecia.
O véu de Moisés não era usado para proteger os israelitas de serem feridos ou amedrontados pelo brilho de sua face - ele mostrava o seu rosto quando falava com eles (Ex 34.33).
Moisés usava o véu no intervalo de tempo entre os seus encontros com Deus para fazer com que os israelitas não vissem que a sua glória se "desvanecia" ou que era somente temporária (Ex 34.29-35).
Paulo enfatizou que a glória de Moisés como um ministro da antiga aliança era temporária e evanescente em contraste com a glória maior da nova aliança.
Paulo não se envergonhava de mostrar ao mundo toda a glória do novo ministério da nova aliança, porque essa glória não se desvanecerá.
Assim, o mesmo véu permanece sobre eles. Mesmo hoje, Paulo disse, muitas pessoas judias não podem ver que, por mais gloriosa que tivesse sido, a antiga aliança era um precursor temporário da nova.
Sobre eles ainda, o véu – vs. 15 - está posto sobre o coração deles. Aqui a metáfora muda de alguma maneira (como é sempre o caso nos escritos de Paulo). O véu não mais cobre a face de Moisés, mas o coração dos israelitas. Mesmo assim, o efeito é o mesmo: eles não conseguem enxergar a natureza temporária da antiga aliança.
O véu permanece somente até a pessoa se converte a Cristo. Ai, sim, o véu é retirado, pois o Senhor é Espírito e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade – vs. 16-17 - ou seja, liberdade da morte, do pecado e da obediência à lei.
Paulo falou sobre a intima relação entre Cristo e o Espírito Santo. Pela virtude de sua ressurreição e ascensão, Cristo e o Espírito doador da vida estão tão intimamente identificados em função (não em pessoa) que também são idênticos na experiência do crente (1Co 15.45).
Desse modo, ao mesmo tempo, Paulo falou sobre o crente sendo habitado pelo "Espírito", pelo "Espírito de Deus", pelo "Espírito de Cristo" e por "Cristo" (Rm 8.9-11; cf. At 16.6-7).
Ao falar sobre esse relacionamento, Paulo não obscureceu a distinção entre as pessoas da Trindade, mas somente indicou que elas cooperam em suas funções.
De modo alternativo, esse versículo pode interpretar o significado de Ex 34.34, indicando que o "Senhor" desse versículo é o Espírito Santo, que atuou em Moisés de maneira semelhante à maneira que agora opera naqueles que ministram com base na nova aliança.
Uma experiência característica dos crentes da nova aliança é descrita aqui.
Diferente de Moisés (vs. 13) que cobria o seu rosto com o véu a fim de esconder a glória que se desvanecia, Paulo permanecia descoberto diante das pessoas com o rosto desvendado, sabendo que a glória da nova aliança nunca iria diminuir, mas somente aumentar, ainda que ele, na presente fase pudesse se desvanecer completamente.
Do mesmo modo, os crentes agora se mostram desembaraçadamente diante do mundo, "refletindo" na própria vida a glória de Cristo.
Longe de manifestarem glória temporária, os crentes refletem uma glória sempre crescente à medida que são transformados progressivamente à semelhança de Cristo.
As outras aplicações dessa palavra grega “transformação” no Novo Testamento se reterem à transfiguração de Cristo (Mt 17.2; Mc 9.2) e à contínua transformação dos crentes pela renovação de suas mentes (Rm 12.2).
Todos nós contemplamos – vs. 18 - a glória do Senhor conforme a imagem (como em um espelho) que estamos sendo transformados, na sua própria imagem. Uma referência ao crescimento da pessoa ao longo de sua vida à semelhança de Cristo. Trata-se de um crescimento moral e espiritual que Paulo chamou de "a crescente glória".
Os crentes estão sendo restaurados a uma semelhança cada vez maior à imagem de Deus, imagem essa que foi desfigurada na queda de Adão. Em Gl 4.19, Paulo se angustiava mesmo até que pudessem os cristãos se transformarem em verdadeiros Cristos – como me angustio até que Cristo seja formado em vós!
II Co 3:1 Começamos, porventura, outra vez a recomendar-nos a nós mesmos?
Ou temos necessidade, como alguns, de cartas de recomendação
para vós outros ou de vós?
II Co 3:2 Vós sois a nossa carta,
escrita em nosso coração,
conhecida
e lida por todos os homens,
II Co 3:3 estando já manifestos como carta de Cristo,
produzida pelo nosso ministério,
escrita não com tinta,
mas pelo Espírito do Deus vivente,
não em tábuas de pedra,
mas em tábuas de carne, isto é, nos corações.
II Co 3:4 E é por intermédio de Cristo
que temos tal confiança em Deus; II Co 3:5
não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa,
como se partisse de nós;
pelo contrário,
a nossa suficiência
vem de Deus, II Co 3:6
o qual nos habilitou para sermos
ministros de uma nova aliança,
não da letra, mas do espírito;
porque a letra mata,
mas o espírito vivifica.
II Co 3:7 E, se o ministério da morte,
gravado com letras em pedras,
se revestiu de glória,
a ponto de os filhos de Israel não poderem
fitar a face de Moisés,
por causa da glória do seu rosto,
ainda que desvanecente,
II Co 3:8 como não será de maior glória
o ministério do Espírito!
II Co 3:9 Porque, se o ministério da condenação
foi glória, em muito maior proporção será glorioso
o ministério da justiça.
II Co 3:10 Porquanto, na verdade, o que, outrora, foi glorificado,
neste respeito, já não resplandece,
diante da atual sobreexcelente glória.
II Co 3:11 Porque, se o que se desvanecia teve sua glória,
muito mais glória tem o que é permanente.
II Co 3:12 Tendo, pois, tal esperança,
servimo-nos de muita ousadia no falar.
II Co 3:13 E não somos como Moisés,
que punha véu sobre a face,
para que os filhos de Israel
não atentassem na terminação
do que se desvanecia.
II Co 3:14 Mas os sentidos deles se embotaram.
Pois até ao dia de hoje,
quando fazem a leitura da antiga aliança,
o mesmo véu permanece,
não lhes sendo revelado que,
em Cristo, é removido.
II Co 3:15 Mas até hoje, quando é lido Moisés,
o véu está posto sobre o coração deles.
II Co 3:16 Quando, porém, algum deles se converte ao Senhor,
o véu lhe é retirado.
II Co 3:17 Ora, o Senhor é o Espírito;
e, onde está o Espírito do Senhor,
aí há liberdade.
II Co 3:18 E todos nós,
com o rosto desvendado,
contemplando, como por espelho,
a glória do Senhor,
somos transformados,
de glória em glória,
na sua própria imagem,
como pelo Senhor,
o Espírito.
No futuro, ninguém poderá alegar que fomos privilegiados em relação aos demais porque conhecemos ao Senhor e nisso prosseguimos, pois diante de todos a justiça, o amor e a verdade estão expostos claramente, mas para poderem ver, é necessário abandonar o que se desvanece e seguir o novo. A novidade de vida é Cristo Jesus!
p.s.: link da imagem original:
Contagem regressiva: Faltam 110 dias para 20/04/16 (Inicio: 05/05/15). Tu, SENHOR, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em ti. (Is 26.3).
A Deus toda glória! p/ pr. Daniel Deusdete.

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No entanto, lembre-se de juntar Cl 3:17 com 1 Co 10:31 :
devemos tudo fazer para a glória de Deus e em nome de Jesus! Deus o abençoe.