quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Números 17: 1-13 – A VARA DE ARÃO FLORESCEU.

A vara de Arão floresceu, mas as outras onze varas de cada casa paterna de todos os príncipes não floresceram.
Foi dessa forma que o Senhor resolveu toda a questão relacionada à liderança; foi escolha da soberana vontade de Deus; foi o Senhor que resolveu a questão. Não foi Moisés, nem foi plano seu, nem foi sua ideia, mas ela foi planejada e posta em prática por ordenança divina.
O Senhor mandou escolher cada um 12 varas representando as 12 tribos. Não tinha como a escolha das varas ser manipulada, pois ninguém saberia do resultado, exceto o Senhor.
Todos os príncipes escolheram sua vara que provavelmente todas pareciam iguais aos olhos de Israel. Elas foram deixadas na tenda da congregação, perante o testemunho – a Arca da Aliança - onde o Senhor iria vir sobre eles.
Para saber de quem era a vara, a orientação divina disse para se colocar em cada uma delas o nome de cada um, sendo que a de Arão, iria representar a casa de Levi.
Todos participaram do jogo e colocaram seus nomes e o nome de suas tribos que estariam representando e aguardaram. A regra era simples: a vara que florescesse, essa vara seria aquela que o Senhor estava escolhendo.
No caso do décimo segundo apóstolo a escolha foi ao contrário ao invés de um entre 12, foi feita a escolha de apenas um dentre dois, pois os outros 11 já eram certos. Segundo certos critérios, somente dois concorriam e aqui, segundo outros critérios, 12 concorriam.
Lá a escolha se deu pela sorte ao se lançar uma moeda e aqui pelo florescimento de uma vara. De um jeito ou de outro, sempre a escolha se dará por Deus, essa é a verdade, mas isso não nos isenta de nossas responsabilidades e culpas, se devidas.
Estaria certo que pela escolha feita, toda demanda seria resolvida e assim se cessariam as murmurações dos filhos de Israel contra o Senhor.
Moisés segue – como sempre – as instruções de Deus e reúne o povo e convoca todos e gostaram da ideia e entraram no jogo e assim apresentaram cada um sua vara.
A escolha de Deus prevaleceu e a vara de Arão, pela casa de Levi, floresceu, isto é, produziu flores e brotava renovos e ainda dera amêndoas.
Todas as outras varas foram então tiradas da presença do Senhor e devolvidas após as conferências devidas a cada um dos representantes. Eles viram que Deus escolhera de fato Arão, pela casa de Levi, perpetuamente.
Não adianta fazer as coisas de nosso jeito, mas sim seguindo o Senhor que fará com que prosperemos.
A brincadeira ainda não tinha acabado e o Senhor manda Moisés devolver a vara perante o testemunho para servir de sinal para os filhos rebeldes. Aqui parece que sempre teremos rebeldes. É como o Senhor, tempos depois, falou do joio e do trigo.
O joio permanecerá e parecerá com o trigo e ficará em nosso meio até o dia final quando o Senhor é que fará a devida separação e não nós neste momento.
Ficou assim determinada a reafirmação do sacerdócio araônico que ocupará todo capítulo 17 e terminará no 19:22. Subdividiremos em três partes para melhor compreensão:
1). O florescimento do bordão de Arão – 17:13.
2). A divisão do trabalho entre sacerdotes e levitas – 18:1-32.
3). As providências para a purificação – 19:1-22.
Nm 17:1 Então falou o SENHOR a Moisés, dizendo:
                Nm 17:2 Fala aos filhos de Israel, e toma deles uma vara
                               para cada casa paterna de todos os seus príncipes,
                                               segundo as casas de seus pais, doze varas;
                               e escreverás o nome de cada um sobre a sua vara.
                Nm 17:3 Porém o nome de Arão escreverás sobre a vara de Levi;
                               porque cada cabeça da casa de seus pais terá uma vara.
                Nm 17:4 E as porás na tenda da congregação, perante o testemunho,
                               onde eu virei a vós.
                Nm 17:5 E será que a vara do homem
                               que eu tiver escolhido florescerá;
                assim farei cessar as murmurações dos filhos de Israel contra mim,
                               com que murmuram contra vós.
Nm 17:6 Falou, pois, Moisés aos filhos de Israel; e todos os seus príncipes
                deram-lhe cada um uma vara, para cada príncipe uma vara,
                               segundo as casas de seus pais, doze varas;
                                               e a vara de Arão estava entre as deles.
                Nm 17:7 E Moisés pôs estas varas perante o SENHOR
                               na tenda do testemunho.
                Nm 17:8 Sucedeu, pois, que no dia seguinte Moisés entrou
                               na tenda do testemunho, e eis que a vara de Arão,
                                               pela casa de Levi, florescia;
                               porque produzira flores e brotara renovos e dera amêndoas. Nm 17:9 Então Moisés tirou todas as varas de diante do SENHOR
                a todos os filhos de Israel; e eles o viram,
                               e tomaram cada um a sua vara.
Nm 17:10 Então o SENHOR disse a Moisés:
                Torna a pôr a vara de Arão perante o testemunho,
                               para que se guarde por sinal para os filhos rebeldes;
                assim farás acabar as suas murmurações contra mim, e não morrerão. Nm 17:11 E Moisés fez assim;
                como lhe ordenara o SENHOR,
                               assim fez.
Nm 17:12 Então falaram os filhos de Israel a Moisés, dizendo:
                Eis aqui, nós expiramos, perecemos, nós todos perecemos.
                Nm 17:13 Todo aquele que se aproximar do tabernáculo do SENHOR,
                               morrerá; seremos pois todos consumidos?
O capítulo termina com o povo reconhecendo o grave erro de querer escolher o representante de Deus. Na verdade, este é escolhido por Deus e não pelos homens. Ficaram com medo de morrer, de serem consumidos.

Ora o medo era real por causa de que já tinham visto o fogo de Deus consumindo o pecado e eles estavam assim temerosos. Não há resposta às suas perguntas finais, mas fica subentendido que seriam perdoados mediante as cerimonias e ritos dos sacrifícios.
A Deus toda glória! p/ Daniel Deusdete – 
http://www.jamaisdesista.com.br
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No entanto, lembre-se de juntar Cl 3:17 com 1 Co 10:31 :
devemos tudo fazer para a glória de Deus e em nome de Jesus! Deus o abençoe.