segunda-feira, 1 de abril de 2013

Salmo 74: 1-23 segmentado


Este é um salmo de Asafe. O salmista está triste e chateado por que não vê saída para o povo de Deus e assim apresenta sua queixa diante de Deus. Qualquer que seja a situação que vivemos, sempre haveremos de entender que Deus está no controle de tudo. Essa era a mentalidade do salmista. Eles estavam sendo rejeitados mesmo por Deus e a ira do Senhor os tinha alcançado. Por isso que desabafa dizendo esquecerte-as para sempre de nós?
Parece mesmo um ciclo vicioso. A gente enfrenta uma luta grande, vem uma tremenda perseguição, oramos a Deus pedindo misericórdia, arrependemo-nos e clamamos, Deus envia o socorro e um libertador/salvador, somos libertos, prosperamos e ai, caímos novamente. O povo de Deus estava colhendo aquilo que tinha semeado.
Então o salmista pede a Deus para se lembrar deles e de suas promessas. Os inimigos aproveitando a ocasião ultrajam o nome de Deus e também o desafiam não sabendo, estes, que tudo vem do Senhor. Assim, cavam sua própria ruína e destruição que logo se cumprirá com a execução da justiça e do juízo de Deus.
Depois de apresentarem a Deus o que os ímpios estão fazendo e como estão oprimindo seu povo, eles agora começam a exaltar a Deus e a buscar em suas memórias os grandes feitos do Senhor no passado, por amor do povo e para preservação de sua aliança perpétua. Essa forma de fazer os salmos é bem peculiar e representa um padrão em toda a bíblia, isso eu tenho observado.
No comentário de Calvino, na sua introdução acerca deste salmo, há detalhes procurando contextualizá-lo a fim de melhor compreender o que Asafe quis dizer. O texto está em inglês.
The people of God in this psalm bewail the desolate condition of the Church, which was such that the very name of Israel was almost annihilated. It appears from their humble supplications that they impute to their own sins all the calamities which they endured; but at the same time they lay before God his own covenant by which he adopted the race of Abraham as his peculiar people. Afterwards they call to remembrance how mightily and gloriously he had in the days of old displayed his power in delivering his Church. Encouraging themselves from this consideration, they beseech Him that he would at length come to their aid, and remedy a state of matters so deplorable and desperate.
An instruction of Asaph.
The inscription mskyl, maskil, agrees very well with the subject of the psalm; for although it is sometimes applied to subjects of a joyful description, as we have seen in the forty-fifth psalm, yet it generally indicates that the subject treated of is the divine judgments, by which men are compelled to descend into themselves, and to examine their own sins, that they may humble themselves before God. It is easy to gather from the contents of the psalm, that its composition cannot be ascribed to David; for in his time there was no ground for mourning over such a wasted and calamitous condition of the Church as is here depicted. Those who are of a different opinion allege, that David by the spirit of prophecy foretold what had not yet come to pass. But as it is probable that there are many of the psalms which were composed by different authors after the death of David, this psalm, I have no doubt, is one of their number. What calamity is here spoken of, it is not easy precisely to determine. On this point there are two opinions. Some suppose that the reference is to that period of Jewish history when the city and the temple were destroyed, and when the people were carried away captives to Babylon under king Nebuchadnezzar; [211] and others, that it relates to the period when the temple was profaned, under Antiochus Epiphanes. There is some plausibility in both these opinions. From the fact that the faithful here complain of being now without signs and prophets, the latter opinion would seem the more probable; for it is well known that many prophets flourished when the people were carried into captivity. On the other hand, when it is said a little before that the sanctuaries were burnt to ashes, the carved works destroyed, and that nothing remained entire, these statements do not apply to the cruelty and tyranny of Antiochus. He indeed shamefully polluted the temple, by introducing into it heathen superstitions; but the building itself continued uninjured, and the timber and stones were not at that time consumed with fire. Some maintain that by sanctuaries we are to understand the synagogues in which the Jews were accustomed to hold their holy assemblies, not only at Jerusalem, but also in the other cities of Judea. It is also a supposable case, that the faithful beholding the awful desecration of the temple by Antiochus, were led from so melancholy a spectacle to carry their thoughts back to the time when it was burnt by the Chaldeans, and that they comprehend the two calamities in one description. Thus the conjecture will be more probable that these complaints belong to the time of Antiochus; [212] for the Church of God was then without prophets. If, however, any would rather refer it to the Babylonish captivity, it will be an easy matter to solve this difficulty; for although Jeremiah, Ezekiel, and Daniel, were then alive, yet we know that they were silent for a time, as if they had finished the course of their vocation, until at length Daniel, a little before the day of their deliverance, again came forth for the purpose of inspiring the poor exiles with courage to return to their own country. To this the prophet Isaiah seems to have an eye, when he says in the fortieth chapter (Isaiah 40:1) of his prophecies at the beginning, "Comfort ye, comfort ye my people, will your God say." The verb, which is there in the future tense, shows that the prophets were enjoined to hold their peace for a time.
Sl 74:1 Por que nos rejeitas,
ó Deus,
para sempre?
Por que se acende a tua ira
contra as ovelhas do teu pasto?
Sl 74:2 Lembra-te da tua congregação,
que adquiriste desde a antiguidade,
que remiste para ser a tribo da tua herança;
lembra-te do monte Sião,
no qual tens habitado.
Sl 74:3 Dirige os teus passos
para as perpétuas ruínas,
tudo quanto de mau tem feito o inimigo no santuário.
Sl 74:4 Os teus adversários
bramam no lugar das assembléias
e alteiam os seus próprios símbolos.
Sl 74:5 Parecem-se
com os que brandem machado no espesso da floresta,
Sl 74:6 e agora a todos esses lavores de entalhe
quebram também,
com machados e martelos.
Sl 74:7 Deitam fogo ao teu santuário;
profanam,
arrasando-a até ao chão,
a morada do teu nome.
Sl 74:8 Disseram no seu coração:
Acabemos com eles de uma vez.
Queimaram todos os lugares santos de Deus na terra.
Sl 74:9 Já não vemos os nossos símbolos;
já não há profeta;
nem, entre nós,
quem saiba até quando.
Sl 74:10 Até quando, ó Deus,
o adversário nos afrontará?
Acaso,
blasfemará o inimigo incessantemente o teu nome?
Sl 74:11 Por que retrais a mão,
sim, a tua destra,
e a conservas no teu seio?
Sl 74:12 Ora, Deus,
meu Rei,
é desde a antiguidade;
ele é
quem opera feitos salvadores no meio da terra.
Sl 74:13 Tu,
com o teu poder,
dividiste o mar;
esmagaste sobre as águas a cabeça dos monstros marinhos.
Sl 74:14 Tu
espedaçaste as cabeças do crocodilo
e o deste por alimento às alimárias do deserto.
Sl 74:15 Tu
abriste fontes e ribeiros;
secaste rios caudalosos.
Sl 74:16 Teu é o dia;
tua, também, a noite;
a luz e o sol,
tu os formaste.
Sl 74:17 Fixaste os confins da terra;
verão e inverno,
tu os fizeste.
Sl 74:18 Lembra-te disto:
o inimigo tem ultrajado ao SENHOR,
e um povo insensato
tem blasfemado o teu nome.
Sl 74:19 Não entregues à rapina
a vida de tua rola,
nem te esqueças perpetuamente
da vida dos teus aflitos.
Sl 74:20 Considera a tua aliança,
pois os lugares tenebrosos da terra
estão cheios de moradas de violência.
Sl 74:21 Não fique envergonhado o oprimido;
louvem o teu nome
o aflito
e o necessitado.
Sl 74:22 Levanta-te,
ó Deus,
pleiteia a tua própria causa;
lembra-te
de como o ímpio te afronta todos os dias.
Sl 74:23 Não te esqueças
da gritaria dos teus inimigos,
do sempre crescente tumulto
dos teus adversários.
Ai dos que se levantam contra os que temem ao Senhor querendo deles se aproveitarem. Deus é vingador e ainda que os crentes não se vinguem a si mesmo, Deus age por eles e os vinga. Deus é zeloso e tem cuidado de nós. Vamos então confiar em Deus, louvá-lo e aceitar o seu governo, inda que contrário ao que queremos.
p.s.: link da imagem original:
Contagem regressiva: Faltam 27 dias para 26/04/13 (Inicio: 31/07/10). (hoje: 01/04/2013) e 437 dias para a Copa, sem álcool nos estádios....
A Deus toda glória! p/ Daniel Deusdetehttp://www.jamaisdesista.com.br

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No entanto, lembre-se de juntar Cl 3:17 com 1 Co 10:31 :
devemos tudo fazer para a glória de Deus e em nome de Jesus! Deus o abençoe.