domingo, 24 de março de 2013

Salmo 66: 1-20 OFERTAS DE GRATIDÃO


Não sei quem é o autor deste salmo, nem Calvino comenta sobre isso, conforme sua introdução, abaixo. O autor começa convocando toda a terra a aclamar a Deus. Ora, para mim, quem faz isso é o Espírito Santo. O convite então é dele, do Espírito de Deus, que a todos convida a aclamar a Deus e a salmodiá-lo dando glórias ao seu louvor.
O que diremos a Deus? O salmista propõe louvar a Deus pelos seus tremendos feitos e pela grandeza do seu poder uma vez que até os inimigos se mostram submissos. Aqui, vejo o salmista exaltando a Deus como soberano e providente que participa de nossa história e faz justiça diante dos homens. Há aqueles que vivem impiamente e que se vão aparentemente numa boa, mas Deus prometeu o fim deles.
Neste belo salmo, o salmista louva a Deus, ora a ele, exalta e conclama todos a também contemplarem a Deus. Também se lembra dos grandes feitos de Deus e assim faz para nós, adoradores de Deus, um modelo para seguirmos. Obrigado Senhor pelas Escrituras que meditando nela nos tornamos sábios e aperfeiçoados no seu temor.
Daqui há pouco Jesus estará voltando. Saudades de nosso povo que Deus nos deu para crescermos juntos e enfrentarmos os “midianitas”. Deus irá aceitar de nossas mãos nossos sacrifícios e votos e nos mostrar e revelar a sua vontade.
Juízes 6:13 Respondeu-lhe Gideão: Ai, senhor meu! Se o SENHOR é conosco, por que nos sobreveio tudo isto? E que é feito de todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: Não nos fez o SENHOR subir do Egito? Porém, agora, o SENHOR nos desamparou e nos entregou nas mãos dos midianitas.
Juízes 13:23 Porém sua mulher lhe disse: Se o SENHOR nos quisera matar, não aceitaria de nossas mãos o holocausto e a oferta de manjares, nem nos teria mostrado tudo isto, nem nos teria revelado tais coisas.
No comentário de Calvino, em sua introdução, encontramos: o salmista, talvez, celebrando em nome da igreja uma libertação particular onde inclui as muitas misericórdias que Deus sempre tem conferido ao seu povo escolhido. Ele entende que suas provações e sofrimentos serviram para prova-lo como a prata é provada no fogo para tirar-lhe as impurezas. No final, ele parece falar de si próprio, individualmente, e aduzi-lo como prova de sua integridade, por isso Deus o tinha ouvido, uma vez que Deus não se faz aceitável ao ímpio.
Por ter havido uma libertação em particular, pode aqui o salmista estar comemorando em nome da Igreja. Ele inclui as múltiplas e diversas misericórdias que Deus sempre conferiu ao seu povo escolhido. Enquanto ele toma nota da interposição divina em seu favor, em uma crise de grande misericórdia e angústia, ele o sugere como matéria de conforto sob julgamento, que sua sujeição à tirania de seus inimigos foi projetada para prová-los como prata no forno. No final, ele parece falar de si mesmo individualmente, e aduz como prova de sua integridade, que Deus o ouviu, uma vez que Deus não aceita aos ímpios.
Ao músico-chefe, a Canção de um Salmo.
Sl 66:1 Aclamai a Deus,
Toda a terra. 
Sl 66:2 Salmodiai a glória do seu nome,
dai glória ao seu louvor. 
Sl 66:3 Dizei a Deus:
Que tremendos são os teus feitos!
Pela grandeza do teu poder,
a ti se mostram submissos os teus inimigos. 
Sl 66:4 Prostra-se toda a terra perante ti,
canta salmos a ti;
salmodia o teu nome. 
Sl 66:5 Vinde e vede as obras de Deus:
tremendos feitos para com os filhos dos homens! 
Sl 66:6 Converteu o mar em terra seca;
atravessaram o rio a pé;
ali, nos alegramos nele. 
Sl 66:7 Ele, em seu poder,
governa eternamente;
os seus olhos
vigiam as nações;
não se exaltem os rebeldes. 
Sl 66:8 Bendizei,
ó povos, o nosso Deus;
fazei ouvir
a voz do seu louvor; 
Sl 66:9 o que preserva com vida a nossa alma
e não permite que nos resvalem os pés. 
Sl 66:10 Pois tu, ó Deus,
nos provaste;
acrisolaste-nos
como se acrisola a prata. 
Sl 66:11 Tu
nos deixaste cair na armadilha;
oprimiste as nossas costas; 
Sl 66:12 fizeste que os homens cavalgassem sobre a nossa cabeça;
passamos pelo fogo e pela água;
porém, afinal,
nos trouxeste para um lugar espaçoso. 
Sl 66:13 Entrarei na tua casa
com holocaustos;
pagar-te-ei
os meus votos, 
Sl 66:14 que proferiram os meus lábios,
e que, no dia da angústia,
prometeu a minha boca. 
Sl 66:15 Oferecer-te-ei
holocaustos de vítimas cevadas,
com aroma de carneiros;
imolarei novilhos com cabritos. 
Sl 66:16 Vinde,
ouvi,
todos vós que temeis a Deus,
e vos contarei
o que tem ele feito por minha alma. 
Sl 66:17 A ele clamei com a boca,
com a língua o exaltei. 
Sl 66:18 Se eu no coração contemplara a vaidade,
o Senhor não me teria ouvido. 
Sl 66:19 Entretanto,
Deus me tem ouvido
e me tem atendido a voz da oração. 
Sl 66:20 Bendito seja Deus,
que não me rejeita a oração,
nem aparta de mim a sua graça.
Outra palavra de poder e de graça. Um convite maravilhoso encerrando este salmo direcionado a todos os que temem a Deus por que ele tem feito muitos benefícios. Aquele que convida tem prazer em contar aos outros os grandes benefícios de Deus.
Deus não rejeita a minha oração nem aparta de mim a sua graça; assim, Deus tem ouvido a minha voz e atendido a minha oração. No entanto, se tivesse o salmista contemplado a vaidade, o que seria dele? E se nós contemplarmos também a vaidade, seremos ouvidos? Eis ai o segredo para então sermos atendidos: longe de nós toda vaidade!
A Deus toda glória! p/ Daniel Deusdete – 

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No entanto, lembre-se de juntar Cl 3:17 com 1 Co 10:31 :
devemos tudo fazer para a glória de Deus e em nome de Jesus! Deus o abençoe.