quarta-feira, 26 de maio de 2010

365 dias de propósito! Dia 309/365

TEMA: A LEI DO JULGAMENTO 2 – Mt 7:1-5; Mc 4:24,25

 

Agradeço seus comentários Bruno. Por favor, qual o seu email? Entre em contato comigo. abração e sucessos. O teu sucesso depende do quanto você está disposto a temer e a honrar ao Senhor.

 

Olhe só, eu estava lendo o jornal gratuíto “DF-Destaque” de hoje que traz em sua matéria principal a manchete: “Para 90% dos brasileiros, violência está cada vez pior”. A reportagem ressalta que a constatação desse índice de violência foi feita por uma pesquisa inédita feita pela PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento). Vendo os detalhes, veremos que bandidos (56%) e agressões em família (23%) são citados em estudo como pontos mais problemáticos. A pesquisa também ressaltou que o bem-estar é o mais importante para a população em geral.

 

No mesmo jornal, ontem, terça-feira, chamou-me a atenção a coluna “Meu Destak”, de Fábio Santos, sob o título “O apego da vingança” que comenta um caso de separação ocorrido depois de 12 anos de casados. O americano Kevin Cotter ficou arrasado com a separação. Numa tentativa de saber o que fazer com o vestido de noiva que ainda possuía, perguntou para sua ex o que faria com ele, recebeu uma resposta indiferente e inesperada: “faça o que quiser”.

 

Como uma espécie de vingança num objeto que um dia representou algo sólido para ambos, principalmente para a sua ex-esposa, entrou na internet e criou um blog para levantar 1001 utilidades para o vestido de noiva, entre as sugestões mais bizarras, havia uma que servia para vestir um manequim com a cabeça do Darth Vader.

 

O autor da coluna conclui dizendo que a melhor maneira de encarar uma separação dolorida é se apegar aos bons sentimentos que havia antes do rompimento e que o apego à vingança é um abraço com a dor. O que ele está dizendo, na verdade (é a sua própria interpretação), é que não importa o resultado final, por mais traumático que tenha sido o processo, pois sempre terá valido a pena amar alguém e tentar construir algo em comum.

 

Eu mesmo, apesar de ser radicalmente contra toda e qualquer separação, pois creio que Deus pode ajudar e resolver os casos mais complicados que possam estar caminhando rumo à separação, gostei desse conselho de olhar para o fato do apego aos bons sentimentos que houve no relacionamento. E gostei mais ainda de ver a sua análise de que a vingança é um abraço com a dor, realmente um abraço que pode durar muito tempo e trazer muitas marcas e resultados indesejáveis.

 

As duas matérias estão relacionadas à violência. A violência em geral e, em especial, dentro da família e a violência da raiva, da vingança e do ressentimento entre marido e mulher tem assolado a todos nós que vivemos neste mundo moderno. Minha esposa trabalha no MP com violência doméstica, sua monografia abordou o tema de violência doméstica e os casos de violência são histórias de raiva, de ressentimentos e de vingança com finais terroríficos.

 

Nossos corações estão sobrecarregados de egoísmo e nos esquecemos de Deus por isso agimos desesperadamente, pois não acreditamos mais em justiça, no amor, na bondade. O orgulho, a vaidade e a falta de respeito consigo mesmo e com o nosso próximo tem alcançado altos níveis e os resultados descambam pela violência como uma saída, uma válvula de escape.

 

O que usa de violência, em primeiro lugar violenta a sua própria alma porque o seu coração está apodrecido, corrompido e cheio de imaginações más e vãs. Ao nos ensinar a não julgarmos os outros, Deus está nos ensinando a perdoar. Somente o perdão é capaz de transformar um amargor e uma dor em doçura que é capaz de trazer a paz e não a violência.

 

Tudo isso ao meu ver está ocorrendo e vai piorar ainda mais por causa da rejeição voluntário do conhecimento de Deus. Nós rejeitamos o conhecimento de Deus e, devido a isso, fomos entregues a nós mesmos, aos nossos próprios sentimentos e desejos malígnos. Continuaremos....

 

1 Não julgueis, para que não sejais julgados. 2 Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. 3 E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho? 4 Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu? 5 Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão.” (Mt 7: 1-5).

 

A Deus toda a glória! - Acompanhamento de Minhas Leituras Diárias – estou pensando em armazenar essas informações em algum outro lugar, enquanto isso, as atualizações somente serão feitas futuramente.

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