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quinta-feira, 31 de março de 2011

Faltam 757 dias para 26/04/13

TEMA: UNIDADE 19 – Jo 17:19-23.

 

O orvalho de Hermom. [propaganda: não percam nossa viagem para Israel em outubro deste ano com o Rev. Sabino – informações: http://www.jamaisdesista.com.br/2010/09/roteiro-de-viagem-israel-incluindo-o.html]

 

[cântico dos degraus, de Davi] Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o SENHOR ordena a bênção e a vida para sempre.” (Salmos 133)

 

Dizem que o Monte Hermon – tradição evangélica e não católica – foi o monte onde Jesus Cristo subiu e diante de alguns de seus discípulos, daqueles mais chegados a ele, transfigurou-se. Ontem, eu falei isso, mas nada comentei. Realmente, também creio como na tradição evangélica de que foi no pé deste monte que Jesus se transfigurou.

 

O Monte Hermon é um majestoso, imponente, que se localiza no extremo norte de Israel, próximo de Cesaréia de Filipe. Era chamado Senir pelos amorreus e de Siriom pelos sidônios. Seu topo fica a três mil metros de altitude , estando sempre coberto de neve.

 

A sua transfiguração nos traz um ensino fundamental: que é somente a ele, Jesus, que devemos agora olhar e ouvir. Reparem que estavam no monte tanto Moisés, representando a Lei, quanto Elias, representando os profetas. No entanto, quando Pedro, temendo e sem saber o que dizia, disse: quer Senhor que construamos uma tenda para ti, outra para Moisés e outra para Elias? Aconteceu de uma nuvem os cobrirem com a sua sombra e dela sair uma voz.

 

Era a voz do Pai celestial, proferida ali, naquele majestoso monte, tão belo e significativo para o povo de Israel, de onde também nasce e corre toda a terra de Israel o Rio Jordão, que dizia, que apontava para o Filho amado a quem deveríamos ouvir. É a Cristo que devemos, doravante, ouvir. Somente ele tem as palavras de vida eterna. Somente suas palavras são água que levam vida não somente a Israel, mas a todo o mundo.

 

Os discípulos, então, olhando em redor, depois da voz do Pai celestial a mais ninguém viram a não ser o Filho Amado a quem devemos, doravante, não somente ouvir, mas também ver. As coisas antigas se passaram e agora tudo se fez novo, foi renovado e criado ou recriado em Deus. Quando Davi pede ao Pai que criasse nele um coração novo, ele usava um verbo que somente pode ser atribuído a Deus que é o verbo barah que significa criar. Somente Deus pode criar coisas.

 

Diz,  a Bíblia de Estudo de Genebra, sobre o Hermon: “133.3 o orvalho de Hermom... sobre os montes de Sião. 0 Hermom,  o monte majestoso na fronteira do norte de Israel, era conhecido por  sua pesada orvalhada. A unidade também é comparada ao orvalho que refresca e alegra. Em ambas as imagens (veja o v. 2), o líquido é abundante  a ponto de fluir para baixo, indicando ricas bênçãos. Deus dá a bênção  da unidade — por meio do dom do Espírito Santo (Ef 4.3). Ali. O monte  Sião, o lugar de unidade entre as famílias de Israel.

 

Entre o Monte Hermon e o Monte Sião deve haver uns 150 km de extensão. Repare que vem descendo do Hermon e corre até o Sião, em todo este trajeto, levando vida, frescor, abundância e unidade.

 

Veja o que vemos dessa representação simbólica comparada com a unidade, com os irmãos viverem em união:

 

1.     A união é refrescante.

2.     A união alegra.

3.     A união é abundante e traz abundância.

4.     A união vem do alto, desce, de Deus e é conduzida por meio de um rio de vida, por meio do Espírito Santo de Deus.

 

Ficará para amanhã a continuação...

 

A Deus toda a glória!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Faltam 758 dias para 26/04/13

TEMA: UNIDADE 18 – Jo 17:19-23.
 
Recapitulando, ontem resumi algumas características especiais de um óleo preciso. Em síntese:
 
  1. Lubrifica, reduzindo e/ou eliminando atritos;
  2. Serve de proteção
  3. Faz reluzir
  4. Possui agradável fragrância.
 
Falei que é deste modo que vejo o óleo sendo derramado sobre a cabeça de Arão e escorrendo por sua barba até a orla de suas vestes. hoje, prosseguiremos com o orvalho de Hermom.
 
[cântico dos degraus, de Davi] Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o SENHOR ordena a bênção e a vida para sempre.” (Salmos 133)
 
Dizem que o Monte Hermon – tradição evangélica e não católica – foi o monte onde Jesus Cristo subiu e diante de alguns de seus discípulos, daqueles mais chegados a ele, transfigurou-se.
 
“1. Dizia-lhes também: Em verdade vos digo que, dos que aqui estão, alguns há que não provarão a morte sem que vejam chegado o reino de Deus com poder. 2. E seis dias depois Jesus tomou consigo a Pedro, a Tiago, e a João, e os levou sós, em particular, a um alto monte; e transfigurou-se diante deles; 3. E as suas vestes tornaram-se resplandecentes, extremamente brancas como a neve, tais como nenhum lavadeiro sobre a terra os poderia branquear. 4. E apareceu-lhes Elias, com Moisés, e falavam com Jesus. 5. E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Mestre, é bom que estejamos aqui; e façamos três cabanas, uma para ti, outra para Moisés, e outra para Elias. 6. Pois não sabia o que dizia, porque estavam assombrados. 7. E desceu uma nuvem que os cobriu com a sua sombra, e saiu da nuvem uma voz que dizia: Este é o meu filho amado; a ele ouvi. 8. E, tendo olhado em redor, ninguém mais viram, senão só Jesus com eles. 9. E, descendo eles do monte, ordenou-lhes que a ninguém contassem o que tinham visto, até que o Filho do homem ressuscitasse dentre os mortos.” (Marcos 9:1-9).
 
  1. A união é refrescante. Ficará para amanhã a continuação...
 
A Deus toda a glória!
 

terça-feira, 29 de março de 2011

Faltam 759 dias para 26/04/13

TEMA: UNIDADE 17 – Jo 17:19-23.
 
Vivos ou mortos? Ou estamos vivos para Deus e mortos para nós mesmos ou estamos vivos para nós mesmos, mas mortos para Deus.
 
Enquanto meu professor de Teologia de Missões 1 discorria sobre missões e sobre conceitos como aliança, reino de Deus, evangelho, mensagem, filosofias e discussões filosóficas e as associava com a pregação aos indígenas, eu navegava em meu barco das imaginações e ancorava em meio aos povos, nas margens dos mares da Galiléia deste mundo anunciando o evangelho, isto é a Jesus Cristo.
 
O que irei pregar? Dizia a mim mesmo. Não posso pregar novidades, nem mensagens rebuscadas e profundas teologicamente, não posso pregar a mim mesmo, pois nem morri pelo povo a quem estou a pregar, não posso pregar novidades, não posso pregar auto ajuda, não posso pregar a mensagem que eu acho que é importante, não nada disso, pois os índios não irão entender nada.
 
Eu irei pregar a Jesus Cristo! Ele viveu entre nós, segundo as Escrituras, cumpriu sua missão, segundo as Escrituras, morreu por nós, segundo as Escrituras, ressuscitou, segundo as Escrituras, está vivo, segundo as Escrituras, durante 40 dias esteve aqui em corpo ressurreto, segundo as Escrituras, ascendeu aos céus no 40º dia, segundo as Escrituras, 10 dias depois enviou, no Pentecostes, o seu Espírito Santo, conforme prometido, o Consolador, o Deus Espírito Santo, para estar conosco todos os dias até a sua volta.
 
“1. Também vos notifico, irmãos, o evangelho que já vos tenho anunciado; o qual também recebestes, e no qual também permaneceis. 2. Pelo qual também sois salvos se o retiverdes tal como vo-lo tenho anunciado; se não é que crestes em vão. 3. Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, 4. E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. 5. E que foi visto por Cefas, e depois pelos doze. 6. Depois foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também. 7. Depois foi visto por Tiago, depois por todos os apóstolos. 8. E por derradeiro de todos me apareceu também a mim, como a um abortivo. 9. Porque eu sou o menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, pois que persegui a igreja de Deus. 10. Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que todos eles; todavia não eu, mas a graça de Deus, que está comigo. 11. Então, ou seja eu ou sejam eles, assim pregamos e assim haveis crido.” (1 Coríntios 15:1-11).
 
Mas porque será que ele, o Senhor morreu por nós? Seria para que nós agora tenhamos uma vida independente e livre para fazermos o que quisermos e bem entendermos? Não creio. Já que ele morreu por nós,  a lógica agora é que devemos morrer também por ele.
 
[cântico dos degraus, de Davi] Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o SENHOR ordena a bênção e a vida para sempre.” (Salmos 133)
 
Vimos ontem algumas características especiais de um óleo preciso. Em síntese:
 
  1. Lubrifica, reduzindo e/ou eliminando atritos;
  2. Serve de proteção
  3. Faz reluzir
  4. Possui agradável fragrância.
 
É deste modo que vejo o óleo sendo derramado sobre a cabeça de Arão e escorrendo por sua barba até a orla de suas vestes. Amanhã, prosseguiremos com o orvalho de Hermom.
 
A Deus toda a glória!
 

segunda-feira, 28 de março de 2011

Faltam 760 dias para 26/04/13

TEMA: UNIDADE 16 – Jo 17:19-23.
 
Continuemos com nossas reflexões em torno da unidade. Eu creio que a unidade vem do alto, de Deus, mas será que nada temos de fazer para mantê-la ou recepcioná-la. Por que é bom viverem os irmãos em união? Por que é possível os irmãos não viverem em união. Quando é que os irmãos não vivem em união? Quando estão vivos para si mesmos e mortos para Deus.
 
Ou estamos vivos para Deus e mortos para nós mesmos ou estamos vivos para nós mesmos, mas mortos para Deus.
 
[cântico dos degraus, de Davi] Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o SENHOR ordena a bênção e a vida para sempre.” (Salmos 133)
 
O que é bom e suave senão que os irmãos vivam em união? Nosso Senhor morreu por nós para que nós agora não vivamos mais para nós mesmos e sim para Deus.
 
Quem vive para si mesmo e permanece vivo e não deu a sua vida por Cristo não é capaz de perdoar e de se relacionar com seu próximo, pois está cheio de si mesmo. Não é capaz de perdoar, por isso também não sente mais o amor de Deus.
 
“Bom” creio ser de natureza divina; “suave”, creio,  de movimento, de cima para baixo, mas não destruindo, mas lavando, refrescando, abençoando tudo pela frente. Em seguida, o  salmista faz seu comentário de comparação. O que poderia ser bom e suave ao mesmo tempo, isto é, vir de Deus e permanecendo nele ir adiante?
 
A primeira comparação que lhe vem a mente é com o óleo precioso e a segunda com o orvalho de Hermon.
 
O óleo precioso desce, isto é, vem do alto, vem de Deus, do Espírito Santo, que primeiro pousa sobre a cabeça e ai vai escorrendo pela sua barba e descendo até a orla de seus vestidos. Todo o seu ser é envolvido nesse movimento suave que envolve todo o seu corpo e inclusive as suas vestes. O óleo, especialmente o óleo precioso, é um dos símbolo do Espírito Santo.
 
A composição desse óleo precioso era especial. Ele também simboliza o favor de Deus e onde está o óleo precioso o atrito não traz ferimentos. Umas das funções do óleo é aliviar, amenizar ou mesmo eliminar todo atrito.
 
Outra, é de proteção. Conta-se que um cientista ficou curioso de ver que os sacerdotes judeus que realizam constantes sacrifícios não se contaminavam com o sangue e com os cadáveres dos animais sacrificados e, estudando-os, verificou que o óleo os protegia e criava neles uma camada que impedia de microorganismos transmitirem doenças.
 
Ainda outra função seria que o óleo os fazia reluzir com a exposição à luz. Aquele que está ungido, brilha e a glória de Deus é vista e testemunhada quando os irmãos vivem, pela graça de Deus, em união. O sacerdote era coberto com o óleo precioso desde a cabeça até a orla de suas vestes.
 
Ainda mais uma característica seria a da fragrância que poderia ser percebida não pela luz – aos olhos de todos, mas pelo seu cheiro que denunciaria a sua presença sem que fosse ao menos visível. Com a fragrância agradável, os irmãos ungidos demonstrariam a sua união e esta seria boa, desejável e querida.
 
Amanhã, prosseguiremos.
 
A Deus toda a glória!