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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

PÓS-GRADUAÇÃO EM TEOLOGIA - 4 ÁREAS

Últimas semanas para inscrição

A Sociedade de Estudos Bíblicos Interdisciplinares, SEBI, em convênio com a Faculdade Mauá de Brasília, oferecerá, a partir do dia 04 de Fevereiro de 2011, 4 pós-graduações na área teológica, a saber: Aconselhamento Bíblico, Teologia Sistemática, História do Cristianismo Primitivo e Homilética. O programa se constitui em 12 meses de estudos das disciplinas, tendo o aluno até 18 meses para apresentação de sua monografia de conclusão de curso. As aulas serão às sextas, das 19:30 às 22:30 nas dependências da Faculdade Mauá, no Vicente Pires, de frente para a EPTG, próximo à casa do Governador, em Águas Claras. O curso custará o equivalente a 14 parcelas de R$ 230,00, com desconto para pagamento efetuado até o dia de vencimento, ficando em 14 parcelas de R$ 200,00. As inscrições estarão abertas a partir do dia 03 de Janeiro de 2011, na sede da SEBI, QNA 36, casa 16, Tag. Norte. Maiores informações: (61) 3257 8596, 8595 7673 (Oi), ou 8198 1854 (Tim) com o pastor e professor Airton Williams, coordenador de cursos da SEBI.

Responsável: www.airtonwilliams.blogspot.com; www.episcopaldf.blogspot.com; www.sebidf.webnode.com.br; http://lattes.cnpq.br/2544457186565527

Faltam 834 dias para 26/04/13 (Inicio: 31/07/10).

TEMA: A Ressurreição de Cristo em João 6 – Jo 20-1:18
 
Ontem, tive a oportunidade de pregar a mensagem que estou postando há dias e a colocarei, na íntegra, em meu scribd. Até domingo, estarei disponibilizando o link respectivo para download. Antecipo, que apesar do tempo, foi bênção e tive a boa e agradável sensação de sentir-me usado como instrumento de Deus, para a glória de Deus.
 
O Espírito Santo nos adverte como advertiu a Josué de que devemos nela meditar de dia e de noite para que tudo nos vá bem. O Pr. Marcelo, no domingo, pregou e destacou a importância de estarmos atentos e hábeis nas Escrituras. Quem despreza as Escrituras, será desprezado por Deus. Ore e peça a Deus compreensão para não ficar perdido, nem saberem o que fizeram com o corpo de Jesus.
 
Ela, então, olha para dentro e vê dois anjos, mas nem percebeu que eram anjos. Reparem que eles estavam vestidos de roupa branca e um assentado na cabeceira e outro aos pés onde devia estar o corpo de Jesus. Mulher, por que choras? Eles perguntam e ela responde com outra pergunta: o que fizeram com o corpo de Jesus.
 
Ela então olha para trás e vê a Jesus, mas não o reconhece também. Ela crê estar falando com o jardineiro. Ele lhe faz a mesma pergunta dos anjos: Mulher, por que choras? E acrescenta, a quem buscais? Ela insiste em querer saber do corpo de Jesus e do que fizeram com ele. Jesus lhe diz: Maria! Ela o reconhece quando ele a chama pelo seu nome. Ela responde: Raboni! Que quer dizer, Mestre!
 
É pelo nosso nome que Jesus nos conhece. Se pudéssemos contar os grãos de areia de uma concha de mão, certamente iríamos nos assombrar de tão grandioso que não seriam estes grãos. No entanto, há mais estrelas nos céus que todos os grãos de areia em todo o nosso planeta. Que imensidão. Como não deve ser o criador de tudo isso?
 
Diz a Palavra de Deus que ele conhece todas as estrelas por seu nome. E quanto a nós? Sim, ele nos conhece por nosso nome. Ele se importa conosco e nos chama pelo nosso nome. Quem criou os céus e a terra, ressuscitou naquele dia para nós hoje termos vida e vida com abundância.
 
Ela o confundiu com um jardineiro. Ela vê nele alguém útil, que cuida, que se preocupa com o jardim. É o jardim de nossa alma que sujo precisa de cuidados. Jesus é o jardineiro de nossas almas. Como tudo se passou num jardim, o jardineiro representa o nosso Pai celeste, cuidadoso e amoroso.
 
Ele então a comissiona depois de evitá-la, pois ela queria lhe abraçar, mas ele o impediu por que ainda não havia subido ao Pai. Ele lhe diz: vai e anuncia que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus. Ela, prontamente vai e lhes comunica a Palavra de Deus, isto é, anunciou aos discípulos que vira o Senhor, e que ele lhe dissera isto. Fez ali um papel de profeta e de apóstolo do Senhor.
 
Em seguida, o narrador de João entra no verso 19 cuja pregação expusemos na última quarta-feira. Que Deus abençoe a todos os irmãos.
 
A Deus toda a glória!
 

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Faltam 835 dias para 26/04/13 (Inicio: 31/07/10).

TEMA: A Ressurreição de Cristo em João 5 – Jo 20-1:18
 
Hoje, na noite da esperança, na Primeira Igreja Presbiteriana de Taguatinga, pela graça de Deus, estarei ministrando a palavra de Deus ao povo de Deus. Que tal nos encontrarmos lá? Venha ver e conferir a obra que Deus está realizando entre nós, por causa de sua misericórdia.
 
Em todas as minhas pregações, as minhas orações são para que se cumpra At 4:30. A palavra eu ministro, enquanto isso, minha oração é para que o Espírito Santo vai confirmando com curas, sinais, prodígios e maravilhas para a honra e a glória do Senhor.
 
Continuando nossa reflexão sobre a ressurreição de Cristo...
João chegou primeiro ao sepulcro, mas não entrou. Ficou do lado de fora olhando para dentro do sepulcro e vendo os lençóis que tanto envolviam o corpo quanto a cabeça do Mestre. Pedro, não quis nem saber entrou e começou a sua investigação.
 
O que significava aqueles lençóis postos a parte e aquele invólucro de linho e aromas (Jo 19:40) parecendo um casulo? João então entrou no túmulo e, diz a palavra de Deus: VIU E CREU. A forma como estavam dispostos os lençóis denunciavam que algo diferente e extraordinário tinha ocorrido ali. Se não fosse assim, como estaria escrito que “viu e creu”?
 
E nós, em pleno século 21, passados já mais de 2000 anos deste evento fabuloso, ao vermos um povo, como o povo de Deus, que mantém na íntegra, como sua regra de fé e prática, um livro cuja atualização mais recente tem já  quase 2000 anos também, podemos afirmar como o narrador de João: viu e creu, ou, vimos e cremos?
 
Se vimos e cremos, logo falaremos, como dizem as Escrituras: “E temos, portanto, o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri, por isso falei; nós cremos também, por isso também falamos.” (2 Coríntios 4:13 ).
 
Depois dessa minuciosa análise, voltam Pedro e João para contar aos outros o que viram e creram. Maria Madalena não voltou com eles. Ela estava intrigada e queria saber o que fizeram com o corpo de Jesus, pois ainda não tinha compreendido as Escrituras de que seria necessário primeiro ele ressuscitar dos mortos.
 
Como perdemos tempo e ficamos presos a fantasmas por desconhecermos as Escrituras. Jesus mesmo disse: “Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;” (João 5:39). As Escrituras são cristocêntricas e do que falam elas? De Jesus Cristo!
 
A Deus toda a glória!
 

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Faltam 836 dias para 26/04/13 (Inicio: 31/07/10).

TEMA: A Ressurreição de Cristo em João 4 – Jo 20-1:18
 
Como prometido ontem, apresento a curiosidade sobre o Salmo 118:
 
A Bíblia possui 1189 capítulos. Antes do salmo 118, que é o capítulo central da Bíblia, há 594 capítulos e depois do salmo 118, há 594 capítulos. Logo o Salmo 118 é o capítulo central da Bíblia. O Salmo 117 é o menor capítulo da Bíblia, com somente 2 versículos e o Salmo 119, o maior capítulo, com 176 versículos. Já o versículo central da Bíblia é Salmo 118:8. O conteúdo deste versículo central é “é melhor confiar em Deus do que nos homens”. O versículo seguinte quase é uma repetição do anterior “é melhor confiar em Deus do que nos príncipes”. Repare: Salmo 118:8 e 118:9 com 1189 capítulos ou com 594+594 = 1188.
 
Creio que Deus permitiu o erro gregoriano em nosso calendário para ficar estampado ao homem quem ele é: falível, pecador, carente da graça de Deus. A ressurreição de Cristo é o pilar de sustentação do cristianismo. Sem ressurreição, diz Paulo, “comamos e bebamos, porque amanhã morreremos” (I Co 15:32), no capítulo que fala da ressurreição de Cristo.
 
Isaias também fala em “comamos e bebamos, porque amanhã morreremos” (Is 22:13), mas referindo-se ao povo de Jerusalém que ao invés de se humilharem como pedia o Senhor, diante do exército de Senaqueribe que os ameaçava, resolveram fazer uma espécie de banquete de despedida, já que iriam morrer mesmo.
 
A sentença de morte estava sobre eles e por medo da morte ou para recepcioná-la uma vez que seria inevitável, resolveram banquetearem-se até a morte. Do mesmo modo, Paulo, pelo Espírito Santo captou isso no povo que está escravo do pecado por medo da morte. Já que vamos mesmo morrer, por que conservarmos nossa fidelidade a Deus? Vamos comer! Vamos beber! Que venha a morte!
 
Paulo no capítulo 15 de I Corintios destaca a importância vital da ressurreição de Cristo. Sem ela, não há cristianismo. Sem ela, do que adiantou eles lutarem contras as bestas feras e enfrentarem a sentença de morte dia após dia?
 
A ressurreição de Cristo foi o maior evento na história desde que o homem foi criado. A ressurreição de Cristo matou a morte! A morte que a todos colocava um fim, agora recebia o seu fim. Tem até um livro com um título engraçado, chamado de  A MORTE DA MORTE NA MORTE DE CRISTO, obra de John Owen, escritor e teólogo reformado, publicada em 1647.
 
Vai ser tão glorioso o dia em que finalmente a morte será tragada e não haverá mais espaço para ela pois os seus dias chegaram ao fim. Tudo tem seu tempo certo para que se cumpram os propósitos de Deus na vida de todos nós. Um dia não haverá mais choro, nem pranto, nem ranger de dentes para os que estão no Senhor, pois ‘tragada foi a morte pela vitória’ (I Co 15:54). Aleluias!
 
Volto a ressaltar o valor dessa mulher incrível com sua alta sensibilidade e percepção. Repito: ela foi a primeira a ver a pedra removida, o sepulcro vazio, os lençois que envolviam tanto o corpo quanto a cabeça, a chamar os outros discípulos, a segui-los para ver o que aconteceria. Maria Madalena a mulher estava ali mais presente e crente que qualquer um dos discípulos.
 
A Deus toda a glória!