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domingo, 11 de julho de 2010

365 dias de propósito! Dia 355/365 – faltam 10 dias!

TEMA: Como nos comportarmos até a vinda do Senhor 2 – Tg 5:7-11


Faltam somente 10 dias para eu concluir este meu propósito abençoado! Meu Deus me deu a graça de ser fiel e já estou chegando lá. Não foi fácil em muitas vezes, mas o azeite não faltou porque não faltou vasilha vazia para ele enchê-la. Deus somente enche vasilhas vasias. A vasilha cheia não pode ser usada, mas a vazia, ele usa. Enquanto, meu filho, tu fores vasilha vazi, eu te usarei para a minha glória.

 

Estávamos falando de paciência, não da paciência diante do sofrimento, mas da paciência do lavrador e de que o coração do lavrador deveria também estar firme, fortalecido na esperança, pois já as primeiras chuvas dão sinais de que estão por vir as últimas. Que dia maravilhoso será o dia do Senhor quando ele surgir e vier a nós como prometeu.

 

Os homens ficarão pasmos, sem entenderem, confusos, mas os crentes fiéis se rejubilaram e saltearão de alegria e louvarão ao Senhor, pois vinda é a sua pessoa e o seu reino. Devemos aguardar o dia da vinda do Senhor com expectativa ardente, como se fosse ocorrer a qualquer momento. A morte é o evento mais certo para todo ser vivente, assim, para o crente deve ser também a vinda do Senhor: a qualquer momento!

 

Quem é paciente e está fortalecido não vai viver se queixando uns dos outros, pois sabe que a vinda de seu Senhor está próxima. Será que eu não tenho motivos de queixas para com meu irmão e ele para comigo? Certamente que sim, mas não é isso que diz a palavra de Deus, se temos ou não motivos, mas que deixemos de lado tais questões e demandas contra os nossos irmãos.

 

A palavra de Deus está nos pedindo para sublimarmos, isto é, desprezar as queixas, controvérsias, intrigas de nós para com os outros e vice-versa por causa da excelência que nos está reservado no encontro breve com o Senhor! Se o outro se queixa e nós revidamos ou vice-versa nós estamos fora do propósito de Deus e rebeldes ao seu Espírito Santo.

 

Muitos irão estufar o peito e se achar os donos da razão. Eu estou certo em minhas queixas, pois este meu irmão é um nó-cego! Eu tenho razão! Qual é o mais sensato o que evita uma batida de carro ou o que passa por ela porque estava certo e cheio de razão? Se você se julga melhor do que o seu irmão, cuidado com o orgulho e a jactância. Diz-nos a palavra de Deus que seremos julgados na mesma medida com que tivermos julgado ao nosso irmão e ainda que se nos acrescentará! Cuidado, pois!


Continuo amanhã....

A Deus toda a glória!

sábado, 10 de julho de 2010

365 dias de propósito! Dia 354/365 – faltam 11 dias!


TEMA: Como nos comportarmos até a vinda do Senhor – Tg 5:7-11


Antes de entrarmos na nossa meditação, vamos falar um pouquinho de João Calvino, pois hoje comemoramos o seu aniversário de 501 anos, ou seja, 182.990 dias.

 

João Calvino (1509-1564)

 

  • 10/07/1509 – 27/05/1564, quase 55 anos (501 anos ou 182.990 dias
  • Francês, reformador, de origem humilde, aprendeu latim, filosofia e dialética na Universidade de Paris; foi encaminhado por seu pai para estudar teologia, mas estudou e se formou em direito. Até os 24 anos de idade Calvino era católico. Em 1533 converteu-se ao protestantismo, após contato com as idéias de seu contemporâneo Martinho Lutero. Foi perseguido na França e, no ano de 1536 fugiu para Genebra (Suiça).
  • Inteligente, orador, autor, organizador, administrador, muito talentoso.
  • Seu lema: ofereço-te meu coração, Senhor, pronta e sinceramente.
  • Sua visão de si mesmo: "O Senhor teve piedade de mim, sua pobre criatura; (...) Ele me estendeu a Sua misericórdia para anunciar a verdade do Evangelho."
  • Paulo, Agostinho, Calvino, grandes homens de Deus, fazem hoje parte da história, mas nós é que somos a história em construção.

 

Nossa meditação de hoje falará de como nós devemos nos comportarmos até a vinda de Jesus em sua glória e será o Espírito Santo quem nos irá ensinar, por meio de Tiago, o irmão do Senhor.

 

Ele começa a dizer para sermos pacientes até à vinda do Senhor. Russel Shedd nos diz que a palavra no grego relativa à paciência makrothumēsate não tem o mesmo sentido de que a palavra no grego hupomonē que está escrita no livro de Jó, cujo sentido denota paciência sob aflição. É outro tipo de paciência, tal qual uma expectativa.

 

Uma pequenina pausa: eu estava preparando a mensagem de hoje e a minha gatinha Bebel, 6 anos, exortou-me, pois ela estava requerendo atenção e eu fui um pouco grosseiro. Ela, sensível, como toda criança, percebeu e me disse: "Papai você tem de lembrar do domínio próprio sempre que você está nervoso!". Meu Deus, minha filha é uma bênção! Aleluias! Glórias a Jesus!

 

Voltanto à reflexão (Bebel foi tomar banho!...rs...): ele mesmo explica o tipo da paciência: como a do lavrador que aguarda o precisoso fruto da terra. Quem planta, tem a expetcativa da colheita. Ele sabe que a colheita virá, mas não será no dia seguinte, ou numa data que ele quer, mas no tempo em que ela estiver pronta para vir.

 

Nada adianta eu plantar hoje e amanhã eu ir conferir, pois nada encontrarei. Também não adianta eu ir e desenterrar a semente plantada para ver o progresso, pois isso vai acabar matando a semente. Eu plantei e agora devo esperar o fruto, mas como? Há cuidados que devemos tomar.

 

Ele, então, repete: sede pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima. Tiago em 108 versículos nos prescreve 54 mandamentos. Eu entendo que as duas frases denotam ordenamento. Seja paciente! Fortalecei o vosso coração! E qual o motivo para assim tomarmos tal atitude? A vinda do Senhor está próxima!

 

No entanto, a todos os que foram dirigidas essas palavras morreram, inclusive o autor delas e não viram o cumprimento da volta de Jesus. O que isso significa para eles e para nós que estamos lendo e meditando na palavra de Deus? Houve algum erro do profeta? A palavra não é inspirada? Não creio que não seja assim. Deus está nos ensinando que nosso viver deve ser de grande expectativa de sua vinda e eu entendo porque.

 

Creio que nosso momento de encontro com o Senhor é sempre hoje, agora, pois não sabemos se estaremos vivos dentro de um minuto. Estando nós vivos, o fato mais certo de nossa vida não é o dia de amanhã, mas o dia de hoje que pode ter o seu final. Nossa vida pertence a Deus e ele nos instrui a vivermos de modo a que devemos estar a espera de Jesus, sendo pacientes e com o coração fortalecido, a qualquer momento.

 

Amanhã, continuaremos...

 

A Deus toda a glória!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

365 dias de propósito! Dia 353/365 - faltam 12 dias!

TEMA: O que eu quero – O que Deus quer 6 –Mc 14:32-42
Ofereçamos ao Senhor sacrifícios de gratidão e louvor pelo que ele fez por nós sendo ainda pecadores! Imaginem então o que não faria por nós que fomos salvos por ele? “em conseqüência da oferta final de Jesus pelos nossos pecados, temos apenas a obrigação de oferecer sacrifícios de gratidão e louvor a Deus (I Pe 2:9)...” Russel Shedd.
 
Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome.” (Hb 13:15).
 
Depois dessa guerra de oração entre a sua vontade e a do Pai, ele volta e encontra os seus discípulos dormindo e os exorta:
 
Simão dormes? è não era a hora de dormir, principalmente pelo que estava prestes a se cumprir. Simão mesmo, iria negar a Jesus por três vezes. Há momento certo para dormirmos tranquilamente. Nosso organismo precisa de dormir para funcionar perfeitamente, mas aquela hora não era a hora certa. Há muitos que ainda estão dormindo, apesar de acordados e não enxergam nem ouvem a voz do Espírito Santo.
 
Não podes vigiar uma hora? è Cristo não estava exigindo muito, apenas uma hora. Há momentos que precisamos estar mais atentos às coisas do Reino de Deus e à sua Justiça. O vigilante para nada presta se dorme. O sentinela que posto para vigiar resolve tirar uma soneca está convidando a satanás para entrar em sua fortaleza e vencer.
 
Vigiai e orai, para que não entreis em oração è a palavra de exortação ecoa por todo o tempo em que estivermos aqui nesta vida. Não podemos baixar a nossa guarda e deixarmos nem de vigiar nem de orar. Reparemos que também não se diz, orai e vigiai, mas vigiai e orai. Vigiar está associado com uma atividade na qual a sua execução exige atenção, concentração, observação das coisas ao nosso redor. Quem está de vigília, não pode baixar a sua guarda. Mas porque vigia um vigilante? Para não ser atacado de surpresa, de emboscada e quem age assim é o diabo.
 
O espírito está pronto, mas a carne é fraca è quem irá vencer a guerra: o espírito pronto que ficará firme ou a carne fraca que cederá à tentação? Há uma advertência do Senhor, pois conhece a nossa natureza. Não será nem Deus nem o diabo que nos usará como um boneco de marionete, mas nós é que ou cederemos ao espírito pronto ou acudiremos a persuasão da carne fraca. Em nossa guerra, temos de ter a consciência de que apesar de prontos, entraremos em grande luta por causa da nossa fraca carne. Sabendo disso, não enfrente a oposição de qualquer modo, como se já tivesse vencido a guerra.
 
Depois, voltou a orar, a guerrear, a combater a sua luta de oração com seu Pai e tornou a lhe falar as mesmas coisas. Voltou e encontrou a todos dormindo. Diz a palavra que seus olhos estavam pesados e não sabiam o que lhe responder.
 
Pela terceira vez, voltou a orar, a guerrear, a combater a sua luta de oração com seu Pai e tornou a lhe falar as mesmas coisas. Era de joelhos que orava Jesus, tamanha era a angustia que enfrentava. O evangelista Lucas diz que lhe apareceu um anjo do céu que o confortava. Deus nunca nos abandona nem nos deixa sem socorro ainda que tenha de enviar para nós um anjo do céu.
 
A luta que Jesus travou no Getêsemani foi para aceitar a vontade de seu Pai, pois tinha ele um desejo e sabia que sua oração seria atendida se insistisse. Era a luta entre o que ele queria e o que o Pai queria. O que eu quero e o que Deus quer. Ele, por fim, optou por atender ao que o Pai quer e por isso o Pai o exaltou sobremaneira e o colocou acima de tudo e de todas as coisas tanto nos céus quanto na terra. Seu nome foi exaltado e dignificado.
 
Quando eu entro em trabalho de luta com Deus, luta de oração eu já começo a minha luta sabendo de duas coisas: Primeira: que eu irei perder a luta: jamais ganharei um combate contigo, meu Senhor, portanto ajudá-me a ser convencido pelo teu Espírito Santo. Segunda: que eu estou a chorar de barriga cheia, mesmo quando julgo legítimos e válidos pela minha consciência os meus mais sinceros pedidos de oração.
 
A Deus toda a glória!
 

quinta-feira, 8 de julho de 2010

365 dias de propósito! Dia 352/365 - faltam 13 dias!

TEMA: O que eu quero – O que Deus quer 5 –Mc 14:32-42
Um fato que chama a atenção de todos nós é que quando estamos diante de uma profunda agonia, devemos fazer o mesmo que Jesus fez: derramou-se em oração ao seu Pai. Nossas angustias e provações jamais chegarão a ser do mesmo nível e intensidade que suportou Jesus. A nossa dor pode ser muito grande, mas Deus proverá para nós o socorro devido no tempo oportuno para que a possamos suportar.
 
Há irmãos que fazem tudo, menos elevarem a Deus em oração a sua alma angustiada. Não há oração que o Pai não responda.
 
Outra coisa que aprendemos é que quando oramos a Deus nas horas de grande agonia devemos estar dispostos a fazer não a nossa, mas a vontade de Deus. O desejo de Jesus é claro, ele não gostaria de passar por aquilo, mas passaria, se isso fosse de agrado de seu Pai.
 
Nós não sabemos nada e imaginamos que sabemos alguma coisa. Quem de nós pode querer determinar algo a Deus? A sua oração é:
 
Pai, todas as coisas te são possíveis è há porventura algo que não seja possível para Deus realizar? “Haveria coisa alguma difícil ao SENHOR?” (Gn 18:14); “E Jesus, olhando para eles, disse-lhes: Aos homens é isso impossível, mas a Deus tudo é possível.” (Mt 19:26). Quando você ora a Deus, você tem a consciência, o conhecimento de que para Deus todas as coisas são possíveis ou você já ora com uma expectativa de derrota? Porque está registrado pelo Espírito Santo de que Deus pode realizar todas as coisas? Ora, não foi para Deus que Deus está falando, mas para nós! A palavra está registrada para nós!
 
Afasta de mim este cálice è este era o seu desejo, a sua vontade, o que queria Jesus. Se não fosse assim, ele teria dito. Jesus, o filho de Deus, tenho certeza, orava com a convicção de que seria atendido. Ao orar ao seu Pai, a certeza era da resposta positiva. Eu creio que se ele tivesse insistido, seu Pai o teria atendido: “afasta de mim este cálice!” E você, quando ora a Deus, você sabe a quem você está orando e que ele irá responder a sua oração? Há algo errado em querermos as coisas? Não é o próprio Senhor que coloca em nós tanto o querer quanto o realizar?
 
Não seja porém o que eu quero è Jesus, sim, sabia o que queria e o que não queria, mas, nós, nem sabemos o que queremos, por isso que o Espírito Santo permitiu o registro de que ele nos ajuda em nossas fraquezas, pois não sabemos orar como convém e o Espírito Santo nos ajuda com gemidos inexprimíveis. É o próprio Deus, falando com Deus a nosso respeito. Já entramos em oração com Deus sabendo o que vamos pedir e, melhor, que nem sabemos pedir.
 
Mas o que tu queres è aceitar a vontade de Deus era e sempre foi o objetivo do Filho de Deus, isso porque confiava em seu Pai e porque nos deixou o exemplo para seguirmos. O Filho conhecia o Pai e sabia o que ele queria e que o seu querer era a sua melhor escolha. Nós somente teremos a ganhar escolhendo a vontade de Deus. Cumprir a vontade de Deus é um grande desafio! Você que já  conhece a vontade de Deus, você gostaria de cumpri-la? É o Deus da paz quem irá nos aperfeiçoar para cumprimos a sua vontade! Vejam:
 
Ora, o Deus da paz, que tornou a trazer dentre os mortos a Jesus, nosso Senhor, o grande Pastor das ovelhas, pelo sangue da eterna aliança, vos aperfeiçoe em todo o bem, para cumprirdes a sua vontade, operando em vós o que é agradável diante dele, por Jesus Cristo, a quem seja a glória para todo o sempre. Amém!” (Hb 13:20-21).
 
A Deus toda a glória!