Queremos
compartilhar um vídeo interessante do Pb. Adauto Lourenço, de apenas 8 minutos,
mas muito interessante sobre as cronologias bíblicas, especialmente focada para
a questão da contemporaneidade das personagens bíblicas e a transmissão do conhecimento
de geração à geração.
Veja o vídeo
e, depois, confira com nosso livro e seus gráficos que justamente contemplam isso de
forma detalhada.
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A ORIGEM A história de Gênesis comentada e segmentada
Autor: DANIEL DEUSDETE Sinopse:
A origem de todas as coisas é Deus que deu origem a tudo e a todas as coisas. Sem ele, nada do que se fez, foi feito. Sem ele, nem existimos. Não somos autônomos, independentes, mas dependemos de Deus para tudo e para todas as coisas. O que você encontrará aqui neste livro além da segmentação e dos comentários? Uma palavra de fé, de encorajamento, de certeza e de convicção de que não estamos aqui por acaso, nem somos frutos das circunstâncias aleatórias do universo. Tudo na vida tem um propósito, uma função e você já descobriu a sua ou o seu propósito? Leia este livro que Deus falará contigo em seu coração.
Como já dissemos, o livro de Amós é um
livro que revela a severidade do julgamento divino por causa da infidelidade
pactual em Israel e em Judá e declara a esperança de grande restauração depois
da destruição e do exílio que estava se aproximando.
Estamos vendo ainda a parte III - ORÁCULOS
CONTRA ISRAEL (3.1 6.14). Encontramos-nos na seção “A”, no capítulo 4.
A. A acusação de Israel (3.1 4.13) - continuação.
Estamos vendo a acusação de Israel. O
profeta estabeleceu seus argumentos sobre duas ações judiciais contra a nação
(3.1-15; 4 1-13), que, justamente, formou nossa subdivisão didática: 1. O
primeiro processo da aliança (3.1-15) – já
vista; 2. O segundo processo da aliança (4.1-13) – veremos agora.
2. O segundo processo da aliança (4.1-13).
Neste capítulo de apenas treze versículos,
veremos o segundo processo da promessa. Amós descreveu a segunda ação judicial
contra Israel, o qual estabeleceu a razão de Deus para enviar os assírios
contra o reino de norte.
Até o versículo cinco, veremos que Deus
acusou os habitantes da Samaria de pecados sociais e religiosos.
Ele começa dizendo para as vacas de Basã
ouvirem a sua palavra, ou seja, ele está se dirigindo às mulheres ricas de
Samaria, que haviam sido mimadas como o gado de primeira qualidade de Basã, uma
área fértil a oeste do Jordão. Basã anteriormente havia sido o reino de Ogue
(Nm 21.33-35).
As vacas de Basã:
·Estavam
no monte de Samaria.
·Oprimiam
os pobres.
·Esmagavam
os necessitados,
·Diziam
aos seus maridos (literalmente, "senhor", uma palavra hebraica que
indica um homem de alta posição social): Dai cá, e bebamos.
Eraessa uma sentença severa contras as
mulheres de Samaria que estava sendo anunciada quando jurou o SENHOR Deus, pela
sua santidade – vs. 2. A mesma frase aparece em SI 89.35. Ela indica (conforme
a BEG) a fidelidade do Senhor para cumprir a sua promessa, seja para bênção ou
para maldição.
Nenhuma promessa poderia ser maior ou mais
definitiva. O exílio dessas mulheres ricas de Samaria seria irreversível. Veja
Hb 6.13-14. Os dias estariam vindo em que elas seriam levadas com anzóis, com fisga
de pesca. Com frequência, os assírios conduziam prisioneiros de guerra por
cordas presas a anéis ou ganchos no nariz ou nos lábios deles.
Amós continua a falar para as mulheres, e
não para a nação como um todo, que seriam lançadas para a direção do Hermom.
Segundo algumas versões antigas – conforme a BEG -, Hermom é tomado como um
local, no entanto, com uma divisão diferente das palavras em hebraico (veja a
Septuaginta) poder-se-ia ser “ó montanha de opressão” ao invés de monte Hermom.
No verso 4, o profeta fala a toda a
população de Samaria, tanto homens como mulheres. Ele zombou das práticas
religiosas deles, acusando-os de pecados sérios.
Tanto Betel (Gn 28.10-22) quando Gilgal (Is
4.19-20) eram cidades importantes na história antiga de Israel e também
importantes locais de culto.
Durante o período dos juízes (Jz 20.18,26),
Betel havia sido um santuário, e Samuel julgou lá e também em Gilgal (1 Sm
7.16). Ambas eram importantes centros de adoração nos dias de Amós (cf. 5.5; Os
4.15; 9.15; 12.22).
Eles ofereceriam os seus sacrifícios cada
manhã e os seus dízimos no terceiro dia, ou a cada três dias. Embora a palavra
hebraica para "dia" possa ser usada para um ano, geralmente o
contexto deixa claro quando está sendo usada dessa maneira.
Aqui, três dias parecem ser uma crítica
irônica à observância religiosa de Israel, que ia além do que pedia a lei. As
pessoas eram entusiasmadas com os rituais, mas não tinham um relacionamento
vivo com Deus. Eles tinham uma forma de religião, enquanto implicitamente
negavam o seu poder.
Eles ficavam oferecendo sacrifício de
louvores do que era levedado, mas a aliança deixava claro que os israelitas não
deveriam cozer pão levedado (Lv 2.11; 6.17; 7.12), pelo contrário, pão ázimo
deveria ser utilizado como uma lembrança do pão ázimo que eles haviam preparado
antes de sair do Egito.
Aqui, ironicamente, o povo está sendo
ordenado a continuar em desobediência apregoando ofertas voluntárias e
publicando-as porque disso é que gostavam. Amós apontou a hipocrisia dos
israelitas que se vangloriavam de sua piedade hipócrita.
A frase “porque disso gostais” pode
significar "Esta é a maneira como vocês gostam de fazer". Entretanto,
no antigo Oriente Próximo, o termo "gostar" tinha significado
especial nas alianças: ele indicava um amor pelo soberano que exigia obediência
(cf. Jo 14.15: "Se me amais, guardareis os meus mandamentos"). Então,
aqui, esta parece ser a crítica: "Esta é a maneira pela qual me amam:
desobedecendo às minhas ordens".
Dos versos 6 ao 11, veremos que essa seção
é um resumo histórico do que o Senhor havia feito para alertar o seu povo e
chamar a atenção deles para si. Todos os desastres mencionados haviam sido
ameaçados na aliança com Moisés (Dt 28).
Israel deveria ter percebido o que estava
acontecendo e ter se arrependido. No entanto, o povo não o fez; por isso a
repetição – 5 vezes apenas neste capítulo - "não vos convertestes a
mim" (4.6,8-11).
O Senhor literalmente os deixou passar fome
justamente para enfatizar esse alerta a eles. O Senhor destacou o seu próprio
papel em alertá-los, assim como para mostrar que ele havia feito tudo quanto
podia, inclusive, os dentes deles estavam limpos, ou seja, não tinham nada para
comer. A aliança original alertava para fome e necessidade (Dt 28.47-48) como
punição para a desobediência.
Além da fome, o Senhor reteve a chuva – vs.
7 e 8. As chuvas de inverno que normalmente caíam entre outubro e fevereiro
eram essenciais para as plantações começarem bem o seu ciclo de crescimento. As
chuvas da primavera, ou "atrasadas", de março e abril, iriam prover a
água necessária para o crescimento.
O Senhor havia prometido essas chuvas
enquanto Israel obedecesse às suas ordens (Lv 26 3-4), mas ele também alertou
que reteria as chuvas caso o seu povo escolhesse a desobediência (Lv 26.18-19;
Dt 28.23-24).
A fome e a sede eram muito intensas, mas
mesmo assim, não se voltavam para Deus que sobre essas coisas tinha o poder –
vs. 8.
Além disso, ainda o Senhor os castigou com
crestamento e ferrugem. Compare com Ag 2.17. O Senhor ameaçou aqueles que
faziam parte da aliança (Dt 28.22).
Até os gafanhotos foram usados. Em hebraico,
a palavra significa "o tosquiador/cortador". O gafanhoto era um
inseto devorador e devastador (cf. JI 1.4; 2.25).
Ironicamente, a punição descrita aqui é
igual àquela que o Senhor infligiu ao Egito (SI 105.34-35), cujo Faraó estava
em rebelião contra Deus. Israel, semelhantemente rebelada, recebeu a mesma
punição e, assim como o Faraó, não se arrependeu.
Também sobre eles enviou pragas, pestes
como no Egito. Na sua aliança com Israel, o Senhor também havia ameaçado enviar
pestilência (Dt 28.21), juntamente com todas as doenças do Egito (Dt 28.60) que
ele havia infligido antes do êxodo (Êx 7.14-12.30).
Também aos seus jovens matou-os à espada.
Essa frase também tem uma relação com a aliança em Ex 22.24, onde o Senhor
ameaçou "matar [Israel] à espada" caso o seu povo oprimisse os fracos
e indefesos.
A situação ficou tão intensa que os mortos
causavam mau cheiro em seus acampamentos, mesmo assim, não se voltavam para
Deus que sobre essas coisas tinha poder e controle absoluto.
Até cidades foram destruídas – vs. 11 - como
Deus subverteu a Sodoma e Gomorra. A frase está fundamentada na advertência
pactual ao povo de Deus em Dt 29.23, onde Sodoma e Gomorra eram (como aqui) um
modelo para o julgamento de Israel.
A mesma frase é usada em oráculos contra a
Babilônia (Is 13.19; Jr 50.40) e Edom (Jr 49.18). O Senhor destruiu Sodoma e
Gomorra com uma chuva cataclísmica de enxofre por causa dos pecados deles (Gn
19.24-25).
Deus estava dizendo que ele havia subvertido
alguns de Israel com igual eficácia, embora por meios diferentes; ou seja, as
maldições da aliança, já descritas e cumpridas em 4.6-10.
O castigo foi tão implacável que até
ficaram como um tição arrebatado da fogueira - compare com Zc 3.2 -, no
entanto, ainda assim eles não se voltaram para ele.
Em virtude disso, e por isso, foi que Deus os
castigou e ainda os castigaria mais ainda.
Temos de considerar que o hebraico é
ambíguo e essa frase “... porque isso te farei”, ou “porque isso pe o que eu
fiz para vocês” – vs. 12 - pode indicar que, como o Senhor já havia se mostrado
completamente preparado para levar em frente as maldições de sua aliança, o
povo deveria igualmente se preparar para se encontrar com o seu Deus.
Interessante observar que dentro do mesmo
versículo 12, a frase “prepara-te ó Israel para te encontrares com teu Deus” deriva
de Ex 19.15-17, onde, após um período de três dias de santificação ("Estai
prontos... ao encontro de Deus"), o povo foi ao monte Sinai para
encontrar-se com o Deus que estava vindo em punição por causa da quebra da
aliança por parte deles.
»AMÓS [4]
Am 4:1 Ouvi
esta palavra, vós,
vacas de Basã,
que estais no monte de Samária,
que oprimis os pobres,
que esmagais os necessitados,
que dizeis a vossos maridos:
Dai cá, e bebamos.
Am 4:2 Jurou
o Senhor Deus,
pela sua santidade,
que dias estão para vir sobre vós,
em que vos levarão com anzóis,
e aos que sairdes por último com anzóis de pesca.
Am 4:3 E saireis pelas brechas,
cada qual em frente de si,
e sereis lançadas para Harmom, diz o senhor.
Am 4:4 Vinde a Betel, e transgredi;
a Gilgal, e multiplicai as transgressões;
e cada manhã trazei os vossos sacrifícios,
e de três em três dias os vossos dízimos.
Am 4:5 E oferecei sacrifício de louvores
do que é levedado,
e apregoai ofertas voluntárias,
publicai-as; pois disso gostais,
ó filhos de Israel, diz o Senhor Deus.
Am 4:6 Por isso também vos dei limpeza de dentes
em todas as vossas cidades,
e falta de pão em todos os vossos lugares;
contudo não vos convertestes a mim, diz o Senhor.
Am 4:7 Além disso, retive de vós a chuva,
quando ainda faltavam três meses para a ceifa;
e fiz que chovesse sobre uma cidade,
e que não chovesse sobre outra cidade;
sobre um campo choveu, mas o outro,
sobre o qual não choveu, secou-se.
Am 4:8 Andaram errantes duas ou três cidades,
indo a outra cidade para beberem água,
mas não se saciaram;
contudo não vos convertestes a mim, diz o Senhor.
Am 4:9 Feri-vos com crestamento e ferrugem;
a multidão das vossas hortas,
e das vossas vinhas,
e das vossas figueiras,
e das vossas oliveiras,
foi devorada pela locusta;
contudo não vos convertestes a mim, diz o Senhor.
Am 4:10 Enviei a peste contra vós, à maneira de Egito;
os vossos mancebos matei à espada,
e os vossos cavalos deixei levar presos,
e o fedor do vosso arraial fiz subir aos vossos
narizes;
contudo não vos convertestes a mim, diz o Senhor.
Am 4:11 Subverti alguns dentre vós,
como Deus subverteu a Sodoma e Gomorra,
e ficastes sendo como um tição arrebatado do incêndio;
contudo não vos convertestes a mim, diz o Senhor.
Am 4:12
Portanto assim te farei,
ó Israel, e porque isso te farei,
prepara-te, ó Israel,
para te encontrares com o teu Deus.
Am 4:13 Porque é ele o que forma os montes,
e cria o vento,
e declara ao homem qual seja o seu pensamento,
o que faz da manhã trevas,
e anda sobre os lugares altos da terra;
o Senhor, o Deus dos exércitos é o seu nome.
Esse versículo 13 está na forma de uma
série de títulos ou epítetos que glorificam as ações ou os poderes de um deus
ou rei. Aqui eles descrevem o grande Rei, que é abundantemente capaz de levar
em frente as maldições que ele havia originalmente ameaçado na aliança. Para a
forma, veja Is 44.24-28 e, ironicamente, Am 4.1.
Uma jovem mulher
percebe que tem faltado ao respeito com seu marido por anos sem se dar conta.
Nota: Este texto
tornou-se viral nos Estados Unidos. A autoria dele é anônima, mas mesmo assim fantástico. Acredito que uma das
melhores coisas que podemos fazer pelos nossos filhos é viver um relacionamento
saudável – maridos e mulheres se amando e se respeitando, sempre!
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Minha ficha caiu
por causa de um pacote de hambúrgueres. Eu pedi ao meu marido para parar na
loja pra comprar algumas coisas pro jantar. Quando ele chegou em casa, ele
colocou as sacolas em cima da mesa e eu percebi que ele tinha comprado um hambúrguer
diferente do que eu normalmente compro.
Eu perguntei: “o
que é isso?”.
“Hambúrgueres
congelados” ele respondeu, meio confuso.
“Você não comprou
o tipo correto”, eu disse.
“Não? Por quê?”
Ele respondeu com sua testa enrugada.”
“Eu sempre compro hambúrguer
feito com carne de primeira e este é de segunda”.
Ele sorriu e disse
“Ah, é só isso? Eu pensei que eu tivesse me confundido com algo grande”.
E foi assim que
começou. Eu dei um sermão pra ele. Eu reclamei que ele não era inteligente. Por
que ele não comprou a carne de melhor qualidade e mais saudável? Ele leu a
embalagem? Por que eu não posso confiar nele? Eu também me indignei porque como
poderia ele não notar nestes anos todos que eu sempre compro o hambúrguer de
primeira? Será que ele nunca presta atenção em nada?
E enquanto ele
ouvia minha indignação por causa do hambúrguer, murmurando que não era um
problema tão grande e que ele iria comprar o correto da próxima vez, eu vi seu
rosto mudar de expressão. Eu já via esta expressão algumas vezes nos últimos
anos. Uma mistura de desmoralização e resignação. Parecia com a cara que meu
filho faz quando é corrigido. E eu pensei: “Por que eu estou fazendo isto? Eu
não sou a mãe do meu marido!”.
E eu subitamente
me senti terrível. E envergonhada. Ele estava certo. Não era algo tão
importante pra eu ficar tão irritada. E eu perdi a cabeça por causa de um
pacote de hambúrguer que ele generosamente parou pra comprar assim como eu
tinha pedido. No meio de me sentir envergonhada, eu apenas murmurei algo como
“ah, vou ter que me virar com este hambúrguer mesmo” e fui começar o jantar.
Ele parecia
aliviado que a discussão tinha acabado e saiu da cozinha.
E então eu me
sentei e pensei honestamente sobre o que eu tinha acabado de fazer. Algo que eu
já tinha feito tantas outras vezes, provavelmente.
O “momento do hambúrguer”
certamente não foi a primeira vez que eu dei uma bronca no meu marido por não
fazer as coisas como eu acho que deveriam ser feitas. Lembro-me de várias vezes
que o critiquei por colocar algo no lugar errado ou esquecer alguma coisa e eu
estava sempre ali pra mostrar pra ele seu erro.
Por que eu faço
isso? Que benefício me traz sempre diminuir meu marido? O homem que eu recebi
como meu parceiro pra vida toda. O pai dos meus filhos. O homem que eu quero
ter ao meu lado pra sempre. Por que eu faço aquilo que muitas vezes as mulheres
são acusadas de fazer: tentar mudar o jeito que ele faz cada pequena coisa?
Será que estou indo a algum lugar com isso?
Por que o meu
jeito tem que ser o jeito certo e o jeito dele o jeito errado? Desde quando se
tornou correto corrigi-lo e apontar cada coisa que ele faz que não é como eu
gostaria?
E como isso o
beneficia? Será que isso o faz pensar: “Uau, certamente eu sou sortudo dela me
colocar na linha o tempo todo.” Eu duvido. Provavelmente ele acha que eu estou
no pé dele sem motivo e o leva a se afastar.
Esses dias achei
um caco de vidro no lixo. Perguntei a ele o que tinha acontecido. Ele me disse
que quebrou um copo, mas preferiu não me falar, pois não queria que eu
reclamasse por causa disso.
Outro dia
encontrei um par de meias no lixo. Perguntei a ele o que tinha acontecido. Ele
me disse que tinha por acidente colocado as meias brancas junto com a roupa
colorida na máquina de lavar. Quando viu as meias manchadas, preferiu jogá-las
do que me ouvir dizer pela centésima vez como separar as roupas brancas das
coloridas.
Então chegamos a
um ponto que ele achava mais fácil e menos estressante esconder as coisas do
que admitir que ele cometeu um pequeno erro. Que tipo de ambiente eu criei que
o faz acreditar que ele não pode cometer erros?
E vamos dar uma
olhada nestes “erros”. Um copo quebrado. Meias manchadas. Erros normais que
qualquer um pode fazer. Mas ele estava certo. Muitas vezes quando ele cometia
um pequeno erro, eu passava um sermão de como as coisas deviam ser feitas. Ele
sempre ouvia por um tempo e depois dizia: “acho que essas coisas não são tão
importantes pra mim.”.
Agora eu entendo o
que ele queria dizer: “estas coisas que te deixam tão chateadas são pequenos
detalhes, uma questão de opinião, uma preferência, e eu não vejo porque fazer
uma guerra disso.” Mas eu interpretava como se ele não se importasse comigo ou
se como ele não entendesse as coisas. No meu inconsciente eu pensava que eu era
a que fazia as coisas funcionar aqui em casa.
Eu comecei a
observar minhas amigas e notar as coisas que elas reclamavam nos seus maridos e
comecei a perceber que não estava sozinha. De alguma forma, muitas de nós
acreditamos na mentira de que a esposa sempre sabe melhor e é o cérebro da
casa.
É um estereotipo
fácil de se acreditar. Olhe na mídia. Tvs, filmes, propagandas. Cheios de
maridos bobões com esposas inteligentes e sabem-tudo. Eles não sabem cozinhar.
Eles não conseguem cuidar das crianças. Se você pedir pra ele comprar duas
coisas, ele vai voltar com duas, e uma delas estará errada. Eles são todos
iguais. Dia a dia estas são as imagens que vemos na mídia.
O que essa
constante reclamação e murmuração faz é enviar uma mensagem aos nossos maridos
de que nós não os respeitamos. Nós não acreditamos que eles sejam inteligentes
o suficiente pra fazer as coisas certas. Nós já sabemos que você vai fazer
besteira. Se ele for um homem seguro, provavelmente ele vai se sentir
ressentido com você. Se ele for inseguro, possivelmente ele vai começar acreditar
em você e achar que ele não sabe fazer nada direito. E nenhuma destas respostas
serão boas e benéficas pra vocês e nem para o casamento.
E quando penso em
situações opostas, quando eu fui quem cometi os erros, vejo que ele foi muito
mais graciosos comigo porque ele não fica querendo me mudar em cada pequeno
detalhe.
O ponto central em
tudo isso é que eu escolhi este homem como meu marido. Ele não é meu empregado.
Ele não é meu escravo. Ele não é meu filho. Quando eu casei com ele, eu não
achava que ele era um estúpido. Ele não precisa ser repreendido por mim só
porque eu não gosto do jeito que ele faz certas coisas.
Quando eu entendi
isso, eu comecei a perceber todas as coisas boas nele. Ele é inteligente, uma
ótima pessoas, ele é ótimo com as crianças. Além disso, ele não me repreende
cada vez que eu faço algo diferente do que ele, pelo contrário, ele cede muitas
vezes pro meu jeito de fazer as coisas. E em vez de focar nestas coisas, eu
estava focando só no negativo. E eu sei que não sou a única que faço isso.
Se nós
continuarmos a fazer nossos maridos se sentirem mal porque eles cometem erros
ou não fazem as coisas exatamente como gostamos, é bem possível que eles parem
de se envolver ou comecem a acreditar que eles são incapazes mesmo.
No meu caso, estou
falando do meu companheiro de muitos anos. O mesmo que troca o pneu do meu
carro na chuva, que cuida de mim quando estou doente, que ensinou nossos filhos
a andar de bicicleta.
O homem que sempre
trabalhou duro pra proporcionar uma vida decente para nós. E às vezes eu fico
brava por causa de um prato fora do lugar.
Desde que percebi
isto, estou mudando, e o clima aqui em casa melhorou muito. Estamos mais a
vontade um com o outro e nos vemos como companheiros do mesmo time em vez de
oponentes. Aprendi até a ver que o jeito dele de fazer as coisas é muitas vezes
melhor que o meu.
São necessárias
duas pessoas para que uma parceria aconteça. Nenhum está sempre certo e nenhum
está sempre errado. E nem sempre veremos as coisas exatamente do mesmo jeito.
Você não se torna melhor, ou mais inteligente, ou superior por apontar cada
coisinha que não é como você queria.
Amigas,
lembrem-se, é apenas carne para hambúrguer!
Como já dissemos, o livro de Amós é um
livro que revela a severidade do julgamento divino por causa da infidelidade
pactual em Israel e em Judá e declara a esperança de grande restauração depois
da destruição e do exílio que estava se aproximando.
Começaremos agora a ver a parte III.
III. ORÁCULOS CONTRA ISRAEL (3.1 6.14).
Nesta parte que ocupará três capítulos,
veremos Amos entregando oráculos de Deus que justificavam o julgamento de
Israel, revelando quão horrível ele seria e como Deus estava determinado a
executá-los.
Após Deus, por intermédio de Amós, ter
colocado Judá e Israel em igualdade com as outras nações como objetos de sua
ira, o profeta proclamou vários oráculos que explicaram a ação judicial contra
Israel (3.1; 4.13), assim como a horrível natureza (5.1-6.7) e a certeza do
julgamento por vir (6.8-14).
Destarte, dividiremos a presente parte em 3
seções. A. A acusação de Israel (3.1 a 4.13) – começaremos a ver agora; B. A severidade do julgamento (5.1 6.7);
e, C. A certeza do juramento divino (6.8-14).
A. A acusação de Israel (3.1 4.13).
Até ao capítulo 4, estaremos vendo a
acusação de Israel. O profeta estabeleceu seus argumentos sobre duas ações
judiciais contra a nação (3.1-15; 4 1-13), que, justamente, formará nossa
subdivisão didática: 1. O primeiro processo da aliança (3.1-15) – veremos agora; 2. O segundo processo da
aliança (4.1-13).
1. O primeiro processo da aliança (3.1-15).
Neste capítulo de apenas quinze versículos,
veremos a primeira ação judicial da aliança. Amós relatou o que ouviu no
tribunal celestial de Deus, onde Deus era tanto o acusador como o juiz, e
Israel o réu.
Essa ação judicial estabeleceu a acusação
de Deus para a decisão da bem-sucedida agressão assíria contra Israel.
O capítulo começa com o imperativo “ouvi”
dirigida aos filhos de Israel, a saber, toda a família que o Senhor fez subir
do Egito.
Essa ordem solene chamou os israelitas a
ouvirem o que havia sido dito sobre eles no tribunal de Deus (veja 4.1; 5.1;
veja também Is 1.2; Jr 2.4; Os 4.1).
O Senhor imediatamente fez a acusação e
pronunciou a sentença preliminar. Ele começa dizendo que de todas as famílias
da terra somente a eles Deus os tinha conhecido.
O verbo conhecer (ver BEG) tem uma grande
variedade de significados no hebraico bíblico, fazendo referência, entre outras
coisas:
1.As
relações sexuais ("Coabitou o homem com Eva" [ou, "conheceu Adão
a Eva"]; Gn 4.1).
2.Conhecimento
(p. ex., "não sei"; Gn 4.9).
3.Preocupação,
em especial a preocupação de Deus pelo seu povo como seus vassalos (p. ex.
"Eu te conheci no deserto"; Os 13.5).
A aplicação do terceiro significado aqui é
confirmada pela presença do advérbio "somente".
As palavras de Oseias refletem as
implicações de Dt 7.7-8: "Não vos
teve o SENHOR afeição, nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos... mas
porque O SENHOR vos amava e, para guardar o juramento que fizera a vossos pais".
Certamente o Deus que tudo sabe conhece
(tem informações completas) cada família da terra, mas ele conheceu
(preocupou-se de maneira única e relacionada ao juramento) a semente de Abraão
entre todas as famílias da terra.
No entanto, o amor do Senhor por Israel foi
recusado pela desobediência do seu povo. Consequentemente, o fato de ele ter
escolhido Israel tornou-se a base do seu julgamento (cf. Os 11.1-7).
Dos versos 3 ao 6, Deus explicará por que
Amós anunciou essa ação judicial contra Israel. Aqui há uma série de questões
lógicas, de causa e efeito, cujas respostas são tão claras que qualquer pessoa
poderia entender.
Dá para se notar uma sequência nas
apresentações dos exemplos de forma a se chegar a uma conclusão de que o mal
vem do Senhor, como juízo.
·Assim
como para andarem duas pessoas juntas, precisam estar de acordo.
Duas
pessoas poderão andar juntas sem que entre elas haja um acordo? Essa foi a
questão levantada. O verbo hebraico também tem conotações de "viver".
O
povo do Senhor deve "andar" (ou seja, "viver") nos seus
caminhos (Sl 119.3). Aqui, implicitamente, o profeta "vive" muito
próximo do Senhor, desejando ser preenchido pela sua santidade e pelo seu
próprio ser (cf. GI 2.20).
Também
o povo de Deus deveria andar do mesmo jeito.
·Assim
como o leão não brame sem ter a presa.
·Assim
como fará ouvir a sua voz o leãozinho no seu covil.
·Assim
como não cairá a ave no laço em terra, se não houver armadilha para ela.
Provavelmente
o significado original da palavra é "isca" (portanto,
"armadilha"). O ponto é que nenhum pássaro cairia numa armadilha sem
isca. Compare com Ec 9.12.
·Assim
como não se levantará da terra o laço sem que tenha apanhado alguma coisa.
·Assim
como a trombeta tocada na cidade faz o povo dela se estremecer do pavor por vir.
A
trombeta ou o shofar, como em 2.2, era soprada pelo inimigo que estava atacando
ou (como aqui) como uma advertência aos sitiados.
Um
cerco era uma probabilidade temerosa no mundo antigo, pois frequentemente
resultava em fome para muitos do povo sitiado, seguido por todos os horrores da
conquista: estupro, pilhagem, massacre e incêndios.
· Assim, também, não sucederá qualquer mal à
cidade, sem que o Senhor o tenha feito.
O
Antigo Testamento claramente ensina que o Senhor é o Criador do bem e do mal
(Is 45.7).
No
entanto, não se trata do mal no sentido de erro moral, mas sim no sentido de
"desastre" ou "adversidade" (como aqui), os quais o Senhor
pode soberanamente infligir como punição sobre indivíduos ou nações.
O
modelo bíblico desse "mal" que vem do Senhor é visto nos oráculos de
maldição em Gn 3.14-19.
O mal vem e da parte do Senhor, porém não
vem sem os devidos avisos para todos se prepararem, ou melhor, se houver tempo,
para se arrependerem, por isso que certamente – vs. 7 - o SENHOR Soberano não
faz coisa alguma sem revelar o seu plano aos seus servos, os profetas.
O Senhor revelou o seu plano para os
profetas e por intermédio deles. Ele fez isso graciosamente para que as pessoas
pudessem ser avisadas e se arrependessem.
Por exemplo, ele revelou a Abraão seus
planos para Sodoma e Gomorra (Gn 18.17), que era um profeta (veja Gn 20.7).
No entanto, quem são esses seus servos, os
profetas, aos quais ele nada faz sem antes a eles revelar?
Moisés, o profeta supremo do Antigo
Testamento, era chamado de "servo do SENHOR" (Dt 34.5), e os profetas
subsequentes eram caracterizados pela frase "seus servos, os
profetas" (Dn 9.10; veja também Jr 7.25, Ez 38.17). Em alguns contextos, o
termo servo tem conotação de "oficial". Aplicada aos profetas, ela
pode indicar emissários oficiais do tribunal de Deus.
Aproveitando o gancho do próprio texto,
agora no verso 8, rugiu o leão (vs. 4). A frase reflete 1.2 “O Senhor rugirá de
Sião...”. O Leão da tribo de Judá (veja Ap 5.5) rugiu. Ou seja, Deus ameaçou
atacar o seu povo por causa dos seus pecados de tal maneira que Amós o ouviu.
Sendo assim, quem não profetizará? Amós foi
de Tecoa para Judá. Ele não profetizou contra o Reino do Norte por razões
pessoais ou políticas. Ele falou porque Deus rugiu. Como verdadeiro profeta,
ele era obrigado a repetir o que Deus o mandou dizer (Dt 18.18; cf. Jo 7.16;
14.24).
O Senhor convocou testemunhas ao tribunal –
vs. 9. A ordem está no plural, pois se trata de uma orientação para o conselho
celestial. O Juiz real ordenou que sua corte chamasse nações gentias para
testemunhar os procedimentos contra Israel (cf. Is 40.1-2; Jr 5.1,10,20).
Ironicamente, a nobreza dessas cidades
pagãs foi chamada (por meio de um artifício poético) a olhar para a injustiça
que reinava na Samaria, como se eles fossem mais justos do que Israel. Ainda
assim, Israel, a destinatária da lei de Deus, deveria ser mais justa do que
eles.
Aos espectadores foi pedido que olhassem
para Samaria dos montes que a cercavam para verem duas coisas terríveis que havia
ali. O grande tumulto, ou "desordens" - a palavra aparece como o
oposto de paz em 2Cr 15.5 – sendo a causa dos tumultos, o pecado. E a opressão
no meio do povo de Deus.
Israel não sabia como agir direito. A
acusação foi feita contra a Samaria, onde imperavam a violência e a devastação. Por meio de uma
figura de linguagem, Amós descreveu o povo como um amontoado de "violência
e devastação"; ele estava se referindo aos "roubos e saques"
obtidos por esses meios. Os ricos saqueavam os pobres.
Portanto – vs. 11 -, em consequência, o
profeta relatou a sentença divina para Israel (vs. 11-15).
Um inimigo estaria cercando o país e ele
derrubaria as suas fortalezas e saquearia os seus palácios. O pensamento ecoa a
maldição da aliança que o Senhor havia ameaçado lançar sobre o seu povo se ele
fosse desobediente (Dt 28.52).
Um bom pastor protege as suas ovelhas (1Sm
17.34-37). No antigo Oriente Próximo, os reis eram considerados os pastores dos
seus povos. O Senhor, o grande Rei, geralmente também é caracterizado dessa
maneira (Gn 48.15; SI 23.1; Is 40.11).
Mas agora, em meio a um violento ataque, as
ovelhas de Israel, que se desviaram do caminho, somente seriam salvas num
estado de mutilação. Na verdade, a nação seria destruída; apenas alguns poucos
restariam.
A ordem aqui (no plural – “ouçam isto e
testemunhem”) pode ser para os pagãos que foram chamados como testemunhas ou
para os mensageiros do Senhor que receberam a ordem para convocar as
testemunhas pagãs (vs. 9).
O Senhor iria punir Israel, por causa de
suas transgressões - essa fraseologia do vs. 14 nos remete aos documentos
originais da aliança (Êx 32.34). Nesse mesmo dia também iria destruir os altares
de Betel.
Aqueles que Jeroboão I havia feito com dois
bezerros de ouro para Israel adorar em Betel, como uma alternativa à adoração
em Jerusalém (1 Rs 12.25-33). Ele instalou um altar ali (1 Rs 13.1). Em seus
esforços na reforma, Josias havia destruído os altares e o santuário (2Rs
23.15-16).
Também ainda nesse mesmo dia, seriam
cortadas as pontas do altar. Agarrar as pontas do altar era um meio pelo qual um
fugitivo podia receber asilo (cf. 1 Rs 1.49-51), embora essa impunidade nem
sempre fosse respeitada (1 Rs 2.28-35). Aqui as pontas seriam cortadas, de modo
que até mesmo esse último recurso seria negado à pecadora Israel.
»AMÓS [3]
Am 3:1 Ouvi
esta palavra que o Senhor fala
contra vós, filhos de Israel, contra toda a família
que fiz subir da terra do Egito, dizendo:
Am 3:2 De todas as famílias da terra só a vós vos
tenho conhecido;
portanto eu vos punirei por todas as vossas
iniqüidades.
Am 3:3 Acaso andarão dois juntos,
se não estiverem de acordo?
Am 3:4 Bramirá o leão no bosque,
sem que tenha presa?
Fará ouvir a sua voz o leão novo no seu covil,
se nada tiver apanhado?
Am 3:5 Cairá a ave no laço em terra,
se não houver armadilha para ela?
levantar-se-á da terra o laço,
sem que tenha apanhado alguma coisa?
Am 3:6 Tocar-se-á a trombeta na cidade,
e o povo não estremecerá?
Sucederá qualquer mal à cidade,
sem que o Senhor o tenha feito?
Am 3:7
Certamente o Senhor Deus não fará coisa alguma,
sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas.
Am 3:8 Bramiu o leão,
quem não temerá?
Falou o Senhor Deus,
quem não profetizará?
Am 3:9 Proclamai nos palácios de Asdode,
e nos palácios da terra do Egito, e dizei:
Ajuntai-vos sobre os montes de Samária,
e vede que grandes alvoroços nela há,
e que opressões no meio dela.
Am 3:10 Pois não sabem fazer o que é reto, diz o
Senhor,
aqueles que entesouram nos seus palácios
a violência e a
destruição.
Am 3:11
Portanto, o Senhor Deus diz assim:
um inimigo cercará a tua terra;
derrubará a tua fortaleza,
e os teus palácios serão saqueados.
Am 3:12 Assim
diz o Senhor:
Como o pastor livra da boca do leão as duas pernas,
ou um pedacinho da orelha, assim serão livrados
os filhos de Israel que habitam em Samária,
junto com um canto do leito e um pedaço da cama.
Am 3:13 Ouvi, e protestai contra a casa de Jacó,
diz o Senhor Deus, o Deus dos exércitos:
Am 3:14 Pois no dia em que eu punir as transgressões
de Israel,
também castigarei os altares de Betel;
e as pontas do altar serão cortadas,
e cairão por terra.
Am 3:15 Derribarei a casa de inverno
juntamente com a casa de verão;
as casas de marfim perecerão,
e as grandes casas terão fim, diz o Senhor.
Se não bastasse isso tudo, também seria
derrubada a casa de inverno, junto com a casa de verão. A posse de uma casa de
verão e uma casa de inverno era um grande luxo, acessível apenas aos reis e aos
muito ricos.
O Senhor iria destruir essas múltiplas
casas e mansões excessivamente decoradas. Seu instrumento de julgamento,
Assíria, era perita nesse tipo de destruição e saque, como a vasta riqueza de
Nínive testemunhou amplamente.
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