MINHAS CREDENCIAIS: Sou teólogo, Administrador Postal, Administrador de Empresas e Pós graduado em Análises de Sistemas. Ainda faço outro curso teológico e uma pós-graduação em Teologia Bíblica, no Seminário Presbiteriano de Brasília - SPB. Trabalho nos Correios. Gosto de escrever, estudar, pesquisar, lecionar e pregar.
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Estamos no capítulo 6 e até ao capítulo 12,
estaremos na primeira parte de nossa divisão em três grandes partes, ou seja A CONQUISTA
DA TERRA – 1:1 a 12:24 e, dentro dela, em nossa segunda subparte de nossa
divisão em seis subpartes. Esta segunda subparte é chamada de “o contraste
entre as batalhas iniciais”, ou seja, os exemplos de maneiras apropriadas e
impróprias de conduzir uma batalha, vai de 2:1 até 8:29.
De forma resumida, veremos a descrição das batalhas
iniciais ressaltando os seus contrastes. Primeiro Israel lutará em Jericó 2:1 –
6:27 e, depois, em Ai – 7:1 – 8:29. Esta primeira batalha é apresentada como
exemplo de combate ideal, não havendo menção de nenhuma deficiência. A segunda,
será mostrada como uma sucessão de erros e de pecados. Comparando uma com a
outra, Israel poderá aprender muito e se aprimorar para continuar sua missão de
conquistar toda a Terra Prometida.
A luta em Jericó está também sendo dividida em
quatro partes principais: a aliança firmada entre os espias e Raabe – 2:1-24
(já vista no capítulo 2) ; a consagração do exército de Israel – 3:1 – 5:12
(também já vista); a queda de Jericó – 5:13 (já iniciada) – 6:21; e, o
cumprimento da aliança firmada com Raabe – 6:22-27 (veremos neste capítulo).
A queda
de Jericó e o cumprimento da aliança – 5:13 a 6:27
No capítulo anterior, o início desta parte foi a
manifestação teofânica de Deus a Josué e Deus falando a ele como falou a
Moisés. Josué era o novo Moisés ou aquele que o substituía na missão de
conduzir o povo na Terra Prometida.
Tivemos a travessia do Jordão de forma espetacular,
causando espanto em todas as nações e vizinhanças, a circuncisão de todo o povo
de Israel, a celebração da primeira páscoa na nova terra e, no primeiro dia
imediato à colheita do primeiro dia, depois da ceia, a interrupção do pão
celestial que os alimentou por 40 anos.
Agora veremos a invasão de Jericó, também conhecida
pela interpretação de seu nome de Cidade da Lua, talvez por que houvesse alguma
entidade ou prática religiosa relacionada a este astro.
A cidade estava totalmente fechada, lacrada, ninguém
entrava, nem saia justamente por causa de Israel e eles já sabiam que algo
muito terrível estava por acontecer. Raabe já tinha tomado a iniciativa de sua
parte e colocado o sinal que tinha combinado com aqueles dois espias e abrigado
ali em sua casa toda a sua família e todos os seus bens.
Com certeza, ela não pensou em si mesma ou fora
egoísta, antes teve o cuidado de juntar ali os seus familiares e aqueles que
ela quis salvar. Interessante a história desta mulher cheia do Espírito Santo,
agindo debaixo no temor de Deus, diante de um povo todo entregue ao mundo e ao
pecado.
Foi neste momento que Deus entrega para Josué a
estratégia da conquista de Jericó e ela – a estratégia - todinha construída em
torno da arca da aliança de Deus. Não havia sentido algum nessa estratégia e
ela envolvia dar voltas na cidade e na última volta uma volta sétupla,
finalizando com gritos e ai a muralha da cidade seria destruída.
Qual estrategista terrestre pensaria numa estratégia
maluca dessas? Deus nos parece com bastante senso de humor e nos ensina aqui
tantas lições importantes para quando estamos diante de obstáculos
aparentemente intransponíveis.
Nós fomos feitos para a glória de Deus e somente em
Deus – somente em Deus - nos locupletamos! Não adianta nada o esforço, o
trabalho, a luta, a conquista quando o objetivo não é darmos glórias a Deus e
sim obter a conquista em si.
A maior de todas as muralhas, aquela que fazia
separação entre nós e Deus, foi vencida e derrubada pelo Nosso Senhor e
Salvador Jesus Cristo. Ela era a muralha do pecado que nos afastava de Deus e
nos impedia de termos hoje uma vida abundante e próspera diante do Senhor. Por
meio de seu sangue foi destruída essa barreira e hoje com ousadia podemos nos
achegar ao trono da graça para acharmos ocasião em tempo oportuno.
É por isso que Deus requer de nós, hoje, a fé nele e
em sua obra redentora. Os que não tem fé, antes insistem em permanecer na
incredulidade, Deus diz que para estes não há paz e, portanto, não podem entrar
em seu descanso. “E vemos que não puderam entrar por causa da sua
incredulidade.” (Hb 3:19).
Em outro trecho bíblico, constatamos que a fé foi a
principal responsável pela queda da muralha de Jericó.
“Foi a fé que pôs abaixo as muralhas de Jericó,
depois que o povo de Israel tinha andado ao redor delas durante sete dias, como
Deus lhes ordenara.” (Hb 11:30). Que fé poderosa! O texto bíblico é claro ao
dizer que foi a fé e a obediência às instruções claras de Deus que pôs abaixo
as muralhas de Jericó. Pode-se ainda ver no texto que ela caiu por igual,
permitindo a sua invasão por todos os seus flancos.
As muralhas de Jericó não eram quaisquer muralhas,
pelo contrário, enormes (Js 6:1). Suas principais características eram: a
cidade de Jericó ocupava uma área aproximada de uns 32 km quadrados. Era
protegia por muros altos de quase 10m de altura por cerca de 6m de largura,
divididos em dois. O primeiro de uns dois metros de espessura e o interno de
uns 4m de espessura, sendo que entre um e o outro muro havia uns 5m. Dizem que
as sentinelas, soldados que montavam guarda em cima dos muros, podiam ser
avistados de longe. Era realmente, na época, uma cidade inexpugnável, colossal.
Fé e obediência! As nossas armas não são carnais.
Não foi usado dinamite, pólvora, bombas, nem foram realizadas reuniões,
estratégias militares, políticas, mas tão somente a fé e a obediência. “Porque
as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para
destruição das fortalezas.” (2Co 10:4)”. Deus prometeu a vitória e o povo creu
e obedeceu. A vitória foi grande e o temor e o terror caíram sobre os
habitantes da vizinhança.
É de se notar que o povo israelita estava cansado e
já peregrinava no deserto por 40 anos e agora para conquistar Canaã surge em
seu caminho uma cidade fortaleza como essa! Se não tivessem aprendido a lição
no deserto que os fez peregrinar tanto tempo: um ano para cada dia, quando
chegassem em Jericó teriam desfalecido. No entanto, não recuaram, nem
murmuraram, mas obedeceram, cantaram louvores e a vitória foi grande.
Diante do obstáculo da muralha, Josué, não usou
meios humanos para rompê-la, antes, confiou cabalmente em Deus. Depois que
Israel fez tudo o que Deus ordenou, a muralha ruiu e o povo pôde conquistar a
cidade.
Não há muralhas em nossas vidas que não possam ser
rompidas pela fé! Rompa as muralhas da tua vida pela fé! Se uma tão imensa
muralha foi derrubada pela fé dos israelitas que estavam sob o comando de Josué
porque Deus tinha um propósito específico na vida deles, quanto mais em nossas
vidas cujo próprio Senhor se animou a morrer por nós nos dando sua própria
vida?
Não tenha medo de romper as muralhas que estão
diante de ti! Mas vença-as seguindo as orientações de Deus!
Deve ter sido muito cômico todos os dias Israel
percorrendo a cidade com a arca da aliança a sua frente sendo conduzida pelos
sacerdotes que iam tocando suas buzinas. Isso por sete dias! O que se passou no
coração daquele povo que em breve haveria de ser morto? Não seria o tempo que
Deus estava dando a eles para se arrependerem?
E o que se passava no coração dos jovens de Israel e
de todo o povo? Quanta alegria devia estar sendo gerada neles. Eu bem que
gostaria de ter vivido aquele momento.
Depois da queda e da invasão, Raabe não somente foi
salva como prometido, mas toda a sua casa formada de sua parentela e de todos
os seus bens e pertences. Salvação completa para Raabe.
Js 6:1 Ora Jericó estava rigorosamente fechada
por causa dos filhos de Israel;
ninguém saía nem entrava.
Js
6:2 Então disse o SENHOR a Josué:
Olha, tenho dado na tua mão a
Jericó,
ao seu rei e aos
seus homens valorosos.
Js 6:3 Vós, pois, todos os
homens de guerra,
rodeareis a
cidade, cercando-a uma vez;
assim
fareis por seis dias.
Js 6:4 E sete sacerdotes levarão
sete buzinas de chifres de carneiros
adiante da arca,
e no sétimo dia rodeareis
a
cidade sete vezes, e os sacerdotes
tocarão
as buzinas.
Js 6:5 E será que, tocando-se
prolongadamente a buzina de carneiro,
ouvindo vós o seu
sonido,
todo
o povo gritará com grande brado;
e o muro da
cidade cairá abaixo, e o povo subirá por ele,
cada
um em frente.
Js
6:6 Então Josué, filho de Num, chamou aos sacerdotes e disse-lhes:
Levai a arca da aliança; e sete
sacerdotes levem sete buzinas
de chifres de
carneiros, adiante da arca do SENHOR.
Js
6:7 E disse ao povo:
Passai e rodeai a cidade; e quem
estiver armado,
passe adiante da
arca do SENHOR.
Js 6:8 E assim foi que, como Josué
dissera ao povo,
os sete
sacerdotes, levando as sete buzinas de carneiros
diante
do SENHOR, passaram e tocaram as buzinas;
e a arca da
aliança do SENHOR os seguia.
Js 6:9 E os homens armados iam
adiante dos sacerdotes,
que tocavam as
buzinas; e a retaguarda seguia após a arca;
andando
e tocando as buzinas iam os sacerdotes.
Js
6:10 Porém ao povo Josué tinha dado ordem, dizendo:
Não gritareis, nem fareis ouvir
a vossa voz, nem sairá palavra alguma
da vossa boca até
ao dia que eu vos diga: Gritai.
Então
gritareis.
Js 6:11 E fez a arca do SENHOR
rodear a cidade,
contornando-a uma
vez; e entraram no arraial,
e
ali passaram a noite.
Js 6:12 Depois Josué se levantou
de madrugada,
e os sacerdotes
levaram a arca do SENHOR.
Js 6:13 E os sete sacerdotes,
que levavam as sete buzinas de chifres de
carneiros,
adiante da arca do SENHOR, iam andando,
e
tocavam as buzinas, e os homens armados iam
adiante
deles e a retaguarda seguia
atrás
da arca do SENHOR;
os sacerdotes iam
andando e tocando as buzinas.
Js
6:14 Assim rodearam outra vez a cidade no segundo dia
e voltaram para o arraial; e
assim fizeram seis dias.
Js
6:15 E sucedeu que, ao sétimo dia, madrugaram ao subir da alva,
e da mesma maneira rodearam a
cidade sete vezes;
naquele dia
somente rodearam a cidade sete vezes.
Js 6:16 E sucedeu que, tocando
os sacerdotes pela sétima vez
as buzinas, disse
Josué ao povo:
Gritai,
porque o SENHOR vos tem dado a cidade.
Js 6:17 Porém a cidade será
anátema ao SENHOR, ela e tudo quanto
houver nela;
somente a prostituta Raabe viverá;
ela
e todos os que com ela estiverem em casa;
porquanto
escondeu os mensageiros que enviamos.
Js 6:18 Tão-somente guardai-vos
do anátema, para que não toqueis
nem tomeis alguma
coisa dele, e assim façais maldito
o
arraial de Israel, e o perturbeis.
Js 6:19 Porém toda a prata, e o
ouro, e os vasos de metal,
e de ferro são
consagrados ao SENHOR;
irão
ao tesouro do SENHOR.
Js
6:20 Gritou, pois, o povo, tocando os sacerdotes as buzinas;
e sucedeu que, ouvindo o povo o
sonido da buzina,
gritou o povo com
grande brado;
e
o muro caiu abaixo, e o povo subiu à cidade,
cada
um em frente de si, e tomaram a cidade.
Js 6:21 E tudo quanto havia na
cidade destruíram totalmente
ao fio da espada,
desde o homem até à mulher,
desde
o menino até ao velho, e até ao boi e gado
miúdo,
e ao jumento.
Js
6:22 Josué, porém, disse aos dois homens que tinham espiado a terra:
Entrai na casa da mulher
prostituta, e tirai-a de lá
com tudo quanto
tiver, como lhe tendes jurado.
Js 6:23 Então entraram os jovens
espias, e tiraram a Raabe
e a seu pai, e a
sua mãe, e a seus irmãos,
e
a tudo quanto tinha; tiraram também a toda a sua
parentela,
e os puseram fora do arraial de Israel.
Js 6:24 Porém a cidade e tudo
quanto havia nela queimaram a fogo;
tão-somente a
prata, e o ouro, e os vasos de metal e de ferro,
deram
para o tesouro da casa do SENHOR.
Js
6:25 Assim deu Josué vida à prostituta Raabe e à família de seu pai,
e a tudo quanto tinha; e habitou
no meio de Israel até ao dia de hoje;
porquanto
escondera os mensageiros que Josué tinha enviado
a
espiar a Jericó.
Js
6:26 E naquele tempo Josué os esconjurou, dizendo:
Maldito diante do SENHOR seja o
homem que se levantar e reedificar
esta cidade de
Jericó;
sobre seu primogênito a fundará,
e sobre o seu filho mais novo
lhe porá as portas.
Js
6:27 Assim era o SENHOR com Josué;
e corria a sua fama por toda a
terra.
Raabe, uma cananéia – o que prova que Deus não era
anti-cananeu, pelo contrário ele sempre é aceitável em todas as nações àqueles
que o temem e o buscam de coração - foi
finalmente acolhida e passou a viver com Israel e logo, logo, viria a se tornar
uma das escolhidas de Deus para perpetuar a sua semente messiânica. Tremendo o
que Deus fez na vida dessa mulher!
Depois da conquista e do triunfo, Josué lança uma
maldição sobre a cidade que iria se cumprir no futuro. A cidade devia
permanecer sob a maldição de Deus como um sinal do julgamento divino que havia
sobrevindo aos cananeus e que poderia cair sobre Israel – I Re 16:34.
O capítulo encerra dizendo que Deus era com Josué e
que por conta disso, corria a sua fama por toda a terra.
Como já dissemos, até o capítulo 12, estaremos na
primeira parte de nossa divisão em três grandes partes, ou seja A CONQUISTA DA
TERRA – 1:1 a 12:24 e, dentro dela, em nossa segunda subparte de nossa divisão
em seis subpartes. Esta segunda subparte é chamada de “o contraste entre as
batalhas iniciais”, ou seja, os exemplos de maneiras apropriadas e impróprias
de conduzir uma batalha, vai de 2:1 até 8:29.
De forma resumida, veremos a descrição das batalhas
iniciais ressaltando os seus contrastes. Primeiro Israel lutará em Jericó 2:1 –
6:27 e, depois, em Ai – 7:1 – 8:29. Esta primeira batalha é apresentada como
exemplo de combate ideal, não havendo menção de nenhuma deficiência. A segunda,
será mostrada como uma sucessão de erros e de pecados. Comparando uma com a
outra, Israel poderá aprender muito e se aprimorar para continuar sua missão de
conquistar toda a Terra Prometida.
A luta em Jericó está também sendo dividida em
quatro partes principais: a aliança firmada entre os espias e Raabe – 2:1-24
(já vista no capítulo 2) ; a consagração do exército de Israel – 3:1 – 5:12
(finalizaremos neste capítulo); a queda de Jericó – 5:13 (começaremos neste
para terminarmos no 6) – 6:21; e, o cumprimento da aliança firmada com Raabe –
6:22-27.
A
consagração do exército de Israel – 3:1 – 5:12 – continuação.
Estamos vendo Josué preparar o exército de Israel
para a primeira batalha na Terra Prometida consagrando os guerreiros a Deus.
Antes de dar início à conquista, Josué pedirá que todos os ídolos sejam
removidos, erguerá memoriais, circuncidará o exército e celebrará a Páscoa.
O presente capítulo começa falando do temor e do
terror que se espalhou entre as outras nações por causa da travessia
maravilhosa do Jordão.
Todos os que habitavam o ocidente do Jordão e todos
os reis cananeus estavam desfalecidos, desanimados e sabiam que a hora deles
iria se aproximar e não seriam páreo para um exército que tinha um Deus ao seu
lado que fazia coisas extraordinárias pelo seu povo.
De Deus veio a ordem e as instruções para que o povo
fosse circuncidado como ele e Calebe eram. Então Josué fez facas de pedras e
começou a circuncidar todos os que nasceram no deserto que não tinham ainda
sido circuncidados.
Relembramos que a população de Israel tinha dois
homens com mais de 80 anos que eram Josué e Calebe e o mais velho, depois
deles, tinha 60 anos e ai vinha o restante da população, com 60 anos para baixo, até os mais novos e os que
iam nascendo neste período.
Todos foram circuncidados e ali ficaram alguns dias,
geralmente de três a sete dias para ficarem completamente curados.
O nome daquele lugar onde foram circuncidados - a
circuncisão era o sinal da aliança de Deus com Abraão e um requisito para se
participar da páscoa, Ex 12:48 - ficou conhecido como Gilgal porque ali tinha o
Senhor retirado de Israel o opróbrio do Egito.
Ou seja, houve uma promessa com um objetivo em Ex
3:8. Se tal objetivo não tivesse sido alcançado – a redenção do Egito se
completou apenas com a entrada na Terra Prometida -, o opróbrio ou a humilhação
do Egito teria permanecido – Dt 9:28.
Era este um momento especial e crucial na vida da
nação de Israel, principalmente porque atrás deles estava o deserto e à sua
frente uma nova vida na terra da promessa.
Dois atos simbólicos marcaram aquele momento: a
circuncisão e a celebração da páscoa. A circuncisão marcava os israelitas como
filhos de Abraão e a Páscoa celebrava a sua redenção do Egito. Tanto a
promessa a Abraão quanto a redenção do Egito anteciparam este dia – Gn 17:8; Ex
3:8.
A circuncisão física era um sinal da exterior da
aliança, a qual indicava a necessidade de uma circuncisão interior, do coração
– Gn 17; Dt 10:16; 30:6.
Outro sinal de que uma nova era estava começando
para Israel fora que imediatamente ao outro dia depois da páscoa, nesse mesmo
dia, comeram, do fruto da terra, pães ázimos e espigas tostadas. E cessou o
maná completamente no dia seguinte – vs 12.
Já não mais seriam alimentados daquela forma que
durou uns 40 anos, mas a partir de agora, teriam de obter o seu sustento com os
frutos da terra e com seu trabalho.
Tudo agora estava preparado e feito para que um novo
tempo começasse e neste momento importante aparece Deus para Josué.
Ele estava ali diante das muralhas de Jericó e estava
pensando e muito provavelmente orando, buscando a Deus e ele levanta seus olhos
e vê um homem com uma espada nua, desembainhada em suas mãos.
Josué, valente e destemido, cônscio de seu dever e
pronto para a batalha, vai na direção do homem e lhe faz uma pergunta que era
mais uma ousada provocação.
Aquele homem nem afirma ser de um lado, nem afirma
ser de outro lado, a sua resposta não poderia ser categorizada nos termos
simples da pergunta de Josué, mas se identifica como príncipe do exército do
Senhor. Era ele mesmo, Jesus, o Filho de Deus pré-encarnado, o mesmo que
apareceu a Abraão e a Moisés e agora a Josué.
Ele lhe fala exatamente as mesmas palavras que falou
para Moisés em Ex3:5 e Josué conhecia muito bem essa história e essas palavras
e entendia o que Deus estava querendo e iria fazer com ele e com toda a nação
de Israel.
Js
5:1 E sucedeu que, ouvindo todos os reis dos amorreus,
que habitavam deste lado do
Jordão, ao ocidente, e todos os reis dos
cananeus, que
estavam ao pé do mar, que o SENHOR tinha
secado as águas
do Jordão, de diante dos filhos de Israel,
até
que passassem, desfaleceu-se-lhes o coração,
e não houve mais
ânimo neles, por causa dos filhos de Israel.
Js
5:2 Naquele tempo disse o SENHOR a Josué:
Faze facas de pedra, e torna a
circuncidar segunda vez
aos filhos de
Israel.
Js 5:3 Então Josué fez para si
facas de pedra,
e circuncidou aos
filhos de Israel no monte dos prepúcios.
Js 5:4 E foi esta a causa por
que Josué os circuncidou:
todo o povo que
tinha saído do Egito, os homens,
todos
os homens de guerra, já haviam morrido
no deserto, pelo
caminho, depois que saíram do Egito.
Js 5:5 Porque todos os do povo
que saíram estavam circuncidados,
mas a nenhum dos
que nasceram no deserto, pelo caminho,
depois de terem
saído do Egito, haviam circuncidado.
Js 5:6 Porque quarenta anos
andaram os filhos de Israel pelo deserto,
até se acabar
toda a nação, os homens de guerra,
que saíram do
Egito, e não obedeceram à voz do SENHOR;
aos
quais o SENHOR tinha jurado que lhes
não
havia de deixar ver a terra que o SENHOR
jurara
a seus pais dar-nos;
terra
que mana leite e mel.
Js 5:7 Porém em seu lugar pôs a
seus filhos;
a estes Josué
circuncidou, porquanto estavam incircuncisos,
porque os não circuncidaram no
caminho.
Js 5:8 E aconteceu que, acabando
de circuncidar a toda a nação,
ficaram no seu
lugar no arraial, até que sararam.
Js
5:9 Disse mais o SENHOR a Josué:
Hoje retirei de sobre vós o
opróbrio do Egito;
por isso o nome
daquele lugar se chamou Gilgal,
até
ao dia de hoje.
Js 5:10 Estando, pois, os filhos
de Israel acampados em Gilgal,
celebraram a
páscoa no dia catorze do mês, à tarde,
nas
campinas de Jericó.
Js 5:11 E, ao outro dia depois
da páscoa, nesse mesmo dia, comeram,
do fruto da
terra, pães ázimos e espigas tostadas.
Js 5:12 E cessou o maná no dia
seguinte,
depois que
comeram do fruto da terra,
e
os filhos de Israel não tiveram mais maná;
porém, no mesmo
ano comeram dos frutos da terra de Canaã.
Js
5:13 E sucedeu que, estando Josué perto de Jericó,
levantou os seus olhos e olhou;
e eis que se pôs em pé diante dele
um homem que
tinha na mão uma espada nua;
e
chegou-se Josué a ele, e disse-lhe:
És tu dos nossos, ou dos nossos
inimigos?
Js
5:14 E disse ele:
Não, mas venho agora como
príncipe do exército do SENHOR.
Então
Josué se prostrou com o seu rosto em terra e o adorou, e disse-lhe:
Que diz meu senhor ao seu servo?
Js
5:15 Então disse o príncipe do exército do SENHOR a Josué:
Descalça os sapatos de teus pés,
porque o lugar em
que estás é santo.
E fez Josué assim.
Josué com essa aparição de Deus já estava se
sentindo um novo Moisés de Deus que tinha por obrigação o dever de conduzir o
povo para onde Deus desejasse.
A vantagem de Josué sobre Moisés era o fato de ele
ter ouvido atentamente toda a história antecipadamente pela boca do próprio
Moisés. E a nossa é que temos ouvido pela Bíblia a história de todos eles. As
experiências deles, servem para nós de edificação.
Não é que somos melhores ou piores do que eles, mas
que temos por fundamento suas experiências de vida com Deus.
Boa campanha de inicitava da CGU... Parabéns! Sugiro a inclusão de compras no exterior sem o pagamento dos impostos devidos ou aquisição do produto com preço diferente entre a nota fiscal e o pagamento efetuado.
Na Bíblia está escrito: Lucas 16:10 Quem é fiel no pouco também é fiel no muito; e quem é injusto no pouco também é injusto no muito.
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Paulo Freire – Uma avaliação relâmpago
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É sempre surpreendente, para mim, ver que a maioria das referências feitas
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TRANSTORNANDO O CALVINISMO
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