sábado, 2 de abril de 2016

Apocalipse 4 1-11 - UMA PORTA ABERTA NO CÉU.

Recomendamos você assistir esse video:
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Como dissemos, o propósito de Apocalipse, conforme a BEG, é estimular a fidelidade a Cristo em meio ao sofrimento pela afirmação de que Deus governa a História e certamente a levará a uma gloriosa consumação de julgamento e bênção em Cristo. Estamos vendo o capítulo 4/22.
Breve síntese do capítulo 4.
Uma porta aberta no céu; uma voz ouvida como de trombeta; um convite, sobe para aqui; e, uma finalidade, te mostrarei o que deve acontecer depois destas coisas.
João então se acha em espírito e no céu armado está um trono com alguém sentado nele com aspecto de jaspe e sardônio. A primeira coisa que João vê no céu é um trono e nele alguém assentado. Isso nos remete com certeza à soberania e ao governo de Deus sobre todas as coisas.
Com relação à sua aparência, curiosamente, ambas as pedras – sardônio e jaspe - faziam parte do peitoral usado pelo Sumo Sacerdote que exibia doze pedras preciosas, arrumadas em quatro fileiras, que simbolizavam as doze tribos de Israel.
A primeira delas era o sardônio, uma pedra de cor avermelhada, e que tinha gravado o nome de Ruben e a última de jaspe, também avermelhada, que tinha gravado o nome de Benjamim.
Êxodo 28:17 Colocarás nele engaste de pedras, com quatro ordens de pedras: a ordem de sárdio, topázio e carbúnculo será a primeira ordem;
Êxodo 28:18 a segunda ordem será de esmeralda, safira e diamante;
Êxodo 28:19 a terceira ordem será de jacinto, ágata e ametista;
Êxodo 28:20 a quarta ordem será de berilo, ônix e jaspe; elas serão guarnecidas de ouro nos seus engastes.
Vejamos o presente capítulo com mais detalhes, conforme ajuda da BEG:
C. Visões celestiais (4.1-22.5).
Dos vs. 4.1 ao 22.5, veremos essas visões celestiais de João. Por meio de Cristo e seus anjos (22 8-9,16) João recebe uma série de sete ciclos de visões:
(1)   Sete selos do rolo (4.1-8.1).
(2)   Sete anjos e trombetas (8.2-11.19).
(3)   Sete histórias simbólicas (12.1-14.20).
(4)   Sete taças de ira (15.1-16.21).
(5)   Babilônia e a igreja (17.1-19.10).
(6)   A batalha final (19.11-21).
(7)   O reino dos santos e o julgamento final (20.1-21.8), seguidos por uma visão da nova Jerusalém.
Essas visões tinham a intenção de advertir e encorajar as igrejas ao abrir seus olhos para a realeza e majestade de Deus, para a natureza da guerra espiritual, o julgamento de Deus sobre o mal e o resultado do conflito.
Deus e seu exército finalmente vencerão a batalha (17.14; 19.1-2), mas no momento as suas forças encontram a oposição de Satanás, o grande dragão (12.3), que desencaminha e seduz o mundo todo (12.9).
Satanás tem dois agentes, a besta e o falso profeta, os quais, juntamente com ele formam uma trindade falsificada (13.1-18; 16.13; veja a nota sobre 13.1-10).
A besta, que representa o poder bruto e a perseguição do estado, ameaça suprimir o verdadeiro testemunho e induzir o povo a adorá-la (13.7-8).
O falso profeta é seu assistente e propagandista. Babilônia, representando a cidade mundana e os aspectos sedutores de uma sociedade idólatra, ameaça atrair os santos para longe de sua pureza espiritual (2.20-23; 17.1-18).
Em oposição a essas ameaças, os santos devem manter um testemunho verdadeiro e fiel — mesmo até o ponto do martírio (12.11) — assim como verdadeira pureza espiritual (14 4; 19.8).
Na consumação, o testemunho destes encontrarão cumprimento na luz perfeita da vontade de Deus (21.22-27), e sua pureza assumirá uma forma perfeita na noiva imaculada do Cordeiro (21.9).
À primeira vista, pode parecer, que estamos diante de um grande conflito ou de uma terrível batalha entre o bem e o mal e onde Deus e o diabo irão disputar forças. Não! Nossa cosmovisão não contempla dois seres poderosos, mas um único ser Todo-Poderoso, Governante Supremo e Senhor sobre todos.
Ninguém há que seja igual a Deus ou esteja à sua altura ou seja ainda superior. Deus está acima de todos, acima do bem e do mal e tudo governa. Assim, até o diabo se torna instrumento de Deus na execução de seus propósitos.
Não vivemos num mundo maniqueísta, mas governado de forma soberana e suprema por Deus. Ele tem tudo sob controle e ao seu tempo tudo se cumprirá, inclusive o julgamento e a condenação do diabo e todos os seus seguidores. O ímpio e todo mal estão com seus dias contados, pois serão todos exterminados.
Vejamos em maiores detalhes, com a ajuda preciosa da BEG, cada visão.
1. O primeiro ciclo: O rolo e seus sete selos (4.1-8.1).
Dos vs. 4.1 ao 8.1, veremos o primeiro ciclo: o rolo e seus sete selos. Essas são características que se percebem nesse primeiro ciclo de visões:
·       Os julgamentos provenientes do trono de Deus se desenrolam à medida que os sete selos do rolo são abertos um por um.
·       A participação do Cordeiro nos lembra que esses julgamentos estão baseados em suas qualificações e realizações únicas (5.1-14).
·       Em sua estrutura formal, 5.1-8.1 forma um paralelo com 8.2-11.19.
·       Cada um tem uma cena de abertura que apresenta a origem dos julgamentos (5.1-14; 8.2-6).
·       Seguem-se seis julgamentos (6.1-17; 8.7-9.21).
·       Um interlúdio dramático promete o cuidado de Deus pelo seu povo (7.1-17; 10.1-11.14).
·       Ao sétimo julgamento, que constitui um clímax, segue-se um interlúdio (8.1; 11.15-19).
·       Os sete julgamentos avançam em direção à segunda vinda, que ocorre em 6.12-17; 11.15-19.
·       Os quatro primeiros julgamentos possuem uma unidade interna.
·       A descrição em 6.1-8 corresponde à unidade das quatro criaturas viventes de 4.6 e aos quatro cavaleiros de Zc 1.8.
·       A passagem de 8.7-12 se refere aos quatro principais aspectos físicos do mundo (ou seja, terra seca, mar, água fresca e ar/céu).
a. Deus o Rei e Cristo, aquele que é digno (4.1-5.14).
Dos vs. 4.1 ao 5.14, veremos Deus como Rei e Cristo, aquele que é digno. Veja nessa visão as características abaixo:
·       O Deus soberano e todo-poderoso. Repare que há um só trono. Um só rei. Um só Senhor sobre todos. Sendo assim, somente haverá um só domínio e um único reino.
·       Deus aparece em sua sala do trono como Rei do céu e da terra rodeado pela sua corte angelical (1Rs 22.19; Jó 1.6; 2.1; SI 89.6-7; Ez 1; Dn 7.9-10).
·       Seu governo foi estabelecido na criação (4.11) e por meio do Cordeiro (5 1-14; 22.1).
·       É exercido no panorama da História (6.1-22.5) e celebrado em cânticos de louvor e no culto (5.12-13; 1 6).
·       Essa cena celestial não apenas reflete o governo atual de Deus no céu como também antecipa o seu futuro governo nos novos céus e na nova terra (cf. Mt 6.10).
·       Para aqueles que estão enfrentando tentação e perseguição, essa visão proporciona esperança e certeza: o poder de Deus garante a vitória final, sua justiça garante a defesa daquele que é reto, sua bondade e magnificência garantem bênção e conforto, e o sangue do Cordeiro garante que a redenção final será realizada.
Foi depois daquelas coisas – cap. 1 ao 3 – que surgiu diante de João uma porta aberta no céu. Havia uma voz, a mesma voz que estava a falar com ele, uma voz poderosa como de trombeta e aí surge um convite: sobe para aqui.
Moisés subiu o monte Sinai (Êx 19.3,20), e Paulo foi levado ao céu (2Co 12.2) para receber revelações especiais. Ele iria subir para ver, ouvir e registrar tudo o que deve acontecer depois destas coisas.
Imediatamente, João foi tomado pelo Espírito e diante dele um trono no céu e nele assentado alguém.
No Antigo Testamento, o tabernáculo (Êx 25-40) e o templo (1 Rs 5-7; 2Cr 2-4) eram sombras do trono de Deus no céu (Êx 25.40; Hb 8.5-6; 9.1-14).
João viu o original celestial em vez da cópia terrena. O Apocalipse contém, apropriadamente, muitas alusões ao templo (3.12; 7.15; 11.19; 14.15,17; 15.5-16.1; 16.17; 21.22) e aos elementos em seu interior.
Por exemplo: há as lâmpadas (1.12; 4.5); as criaturas viventes, que são como querubins (vs. 6-9); incenso e oração (5.8); cânticos de louvor, como aqueles oferecidos pelos levitas (vs. 8,11; 5.9-13; cf. 1Cr 16); um sacrifício (5 6,9), a arca da aliança (11.19), o altar (11.1) e o pátio exterior (11.2) e, no trono, alguém sentado.
Os detalhes da aparência de Deus não são descritos, lembrando-nos de que sua grandeza sempre excede a nossa compreensão.
Aquele que estava assentado era de aspecto semelhante a jaspe e sardônio. Um arco-íris, parecendo uma esmeralda, circundava o trono, ao redor do qual estavam outros vinte e quatro tronos, e assentados neles havia vinte e quatro anciãos.
Esses anciãos são uma classe de ministros angélicos (7.13) são aqui denominados anciãos por causa de sua sabedoria. Como oficiais de gabinete de Deus, eles refletem a própria sabedoria de Deus, que está associada à idade (Dn 7.9).
O nome "ancião" também sugere uma analogia com os anciãos (presbíteros) da igreja que realizam seu serviço na terra; assim, alguns têm sugerido que os anciãos, nesse caso, são simplesmente uma representação da igreja.
Vários intérpretes sugerem que o número vinte e quatro significa as doze tribos de Israel mais os doze apóstolos. Se isso é exato, o doze é um número simbólico e não uma quantidade numérica, pois na realidade foram catorze apóstolos (os doze originais mais Matias [At 1.261e Paulo).
Há também catorze nomes de tribos no Antigo Testamento (os filhos de José, Efraim e Manassés, são frequentemente listados como tribos integrais), e as listas das tribos variam quanto aos nomes que são incluídos.
A lista das doze tribos em 7.4-8 não reflete nenhuma lista do Antigo Testamento, omitindo Dã e incluindo tanto José como seu filho Manassés (mas não Efraim).
Do trono saíam relâmpagos. Deus exibe o seu poder de maneira semelhante à sua revelação a Moisés no monte Sinai (Êx 19.16-19) e a outros aparecimentos divinos (8.5; 11.19; 16.18; veja também SI 18.11-15; Ez 1 4).
Deus, assim, nos relembra do poder de sua voz (1.15; 1.10) e do último abalo da criação que ainda virá (11.19; 21.1; Hb 12.25-27).
As sete tochas, ou lâmpadas - 1.12-13 (cf. Zc 4.2) – representam a luz sétupla do Espírito Santo que é a luz original da qual o candelabro de sete braços de Êx 25.31-40 é uma cópia.
As semelhanças com 1.12 sugerem que as sete igrejas, vistas coletivamente como o verdadeiro templo de Deus, deviam produzir luz, refletindo a própria presença de Deus mediante o seu Espírito. Os sete Espíritos de Deus são mesmo o Espírito Santo.
Diante daquele trono fantástico, havia um mar de vidro - veja 15.2; Êx 24.10. Essa imagem pode sugerir várias associações.
(1)    O versículo paralelo em 15.2 relembra as águas do mar Vermelho e a derrota de Faraó; a abertura das águas prefigura a vitória final de Deus sobre o mal (Is 51.9-11).
Sendo esse o caso, o mar de vidro retrata águas subjugadas sob o poder de Deus.
(2)    A extensão e a beleza do mar como cristal quando tomado em conjunto com as pedras preciosas no vs. 3 e em 21.18-21, sugerem a magnificência e preciosidade do trono de Deus.
Os numerosos paralelos com o templo em outras passagens (vs. 2) poderiam sugerir que esse mar é a contraparte celestial do mar no templo de Salomão (1 Rs 7.23-25).
(3)    A figura de água celestial pode sugerir simplesmente o fato de que Deus fielmente provê água do céu (Dt 11.11).
Esses quatro seres viventes, ministros angélicos de Deus, lembram os quatro seres viventes (Ez 1), os querubins (Ez 10) e os serafins (Is 6).
São guardiões e portadores do trono de Deus (como em Gn 3.24; Êx 25.17-22; 1Cr 28.18; SI 18.10).
Repare em suas características – vs. 6 ao 11:
ü Eles eram cobertos de olhos, tanto na frente como atrás.
ü O primeiro ser parecia um leão.
ü O segundo parecia um boi.
ü O terceiro tinha rosto como de homem.
ü O quarto parecia uma águia quando em voo.
ü Cada um deles tinha seis asas e era cheio de olhos, tanto ao redor como por baixo das asas.
ü Dia e noite repetem sem cessar: "Santo, santo, santo é o Senhor, o Deus todo-poderoso, que era, que é e que há de vir".
ü Toda vez que os seres viventes dão glória, honra e graças àquele que está assentado no trono e que vive para todo o sempre:
-       Os vinte e quatro anciãos se prostram.
-       Eles adoram.
Os servos de Deus trazem cânticos de louvor como uma resposta apropriada à sua glória e aos seus feitos maravilhosos (Êx 15.11; Is 6.3; Ap 1.6).
-       Eles lançam as suas coroas diante do trono e dizem:
"Tu, Senhor e Deus nosso, és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas, e por tua vontade elas existem e foram criadas".
Repare, como já dissemos, que o louvor e as imagens focalizam na criação, comprovando a soberania de Deus sobre o universo.
Ap 4:1 Depois destas coisas,
               olhei,
                              e eis não somente uma porta aberta no céu,
                              como também a primeira voz que ouvi,
                                            como de trombeta ao falar comigo, dizendo:
                                                           Sobe para aqui,
                                                           e te mostrarei o que deve acontecer
depois destas coisas.
Ap 4:2 Imediatamente,
               eu me achei em espírito,
                              e eis armado no céu um trono,
                                            e, no trono,
                                                           alguém sentado;
                                                                          Ap 4:3 e esse que se acha assentado
                                                                                         é semelhante, no aspecto,
                                                                                                       a pedra de jaspe
                                                                                                       e de sardônio,
                              e, ao redor do trono,
                                            há um arco-íris semelhante, no aspecto,
                                                           a esmeralda.
                              Ap 4:4 Ao redor do trono,
                                            há também vinte e quatro tronos,
                                                           e assentados neles,
                                                                          vinte e quatro anciãos
                                                                                         vestidos de branco,
                                                           em cujas cabeças estão coroas de ouro.
                              Ap 4:5 Do trono saem
                                            relâmpagos, vozes e trovões,
                              e, diante do trono,
                                            ardem sete tochas de fogo,
                                                           que são os sete Espíritos de Deus.
                              Ap 4:6 Há diante do trono
                                            um como que mar de vidro,
                                                           semelhante ao cristal,
                              e também, no meio do trono
                              e à volta do trono,
                                            quatro seres viventes
                                                           cheios de olhos por diante e por detrás.
                                            Ap 4:7 O primeiro ser vivente
                                                           é semelhante a leão,
                                            o segundo,
                                                           semelhante a novilho,
                                            o terceiro
                                                           tem o rosto como de homem,
                                            e o quarto ser vivente
                                                           é semelhante à águia quando está voando.
                                            Ap 4:8 E os quatro seres viventes,
                                            tendo cada um deles, respectivamente, seis asas,
                                                           estão cheios de olhos,
                                                                          ao redor
                                                                          e por dentro;
                                                                                         não têm descanso,
                                                           nem de dia nem de noite, proclamando:
                                                           Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus,
                                                           o Todo-Poderoso,
                                                           aquele que era, que é e que há de vir.
                                            Ap 4:9 Quando esses seres viventes derem
                                                           glória,
                                                           honra
                                                           e ações de graças
                                                           ao que se encontra sentado no trono,
                                                           ao que vive pelos séculos dos séculos,
                                            Ap 4:10 os vinte e quatro anciãos
                                                           prostrar-se-ão diante daquele
                                                           que se encontra sentado no trono,
                                                           adorarão o que vive
pelos séculos dos séculos
                                                            e depositarão as suas coroas diante do trono,
                                                                          proclamando:
Ap 4:11 Tu és digno,
               Senhor e Deus nosso, de receber
                              a glória,
                              a honra
                              e o poder,
                                            porque todas as coisas tu criaste,
                                            sim, por causa da tua vontade
                                                           vieram a existir
                                                           e foram criadas.
Há tanto o que falar e meditar... é uma pena que nos falte o tempo devido para isso e também a ocasião – o cronos e o kairos.
Foi Deus quem deu instruções para Moisés para fazer tudo conforme o modelo que lhe foi mostrado. Moisés nada inventou, nem criou, mas copiou!
Êxodo 25:9 Segundo tudo o que eu te mostrar para modelo do tabernáculo e para modelo de todos os seus móveis, assim mesmo o fareis.
Êxodo 25:40 Vê, pois, que tudo faças segundo o modelo que te foi mostrado no monte.
Êxodo 26:30 Levantarás o tabernáculo segundo o modelo que te foi mostrado no monte.
Números 8:4 O candelabro era feito de ouro batido desde o seu pedestal até às suas flores; segundo o modelo que o SENHOR mostrara a Moisés, assim ele fez o candelabro.
Atos 7:44 O tabernáculo do Testemunho estava entre nossos pais no deserto, como determinara aquele que disse a Moisés que o fizesse segundo o modelo que tinha visto.
Hebreus 8:4 Ora, se ele estivesse na terra, nem mesmo sacerdote seria, visto existirem aqueles que oferecem os dons segundo a lei,
Hebreus 8:5 os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes, assim como foi Moisés divinamente instruído, quando estava para construir o tabernáculo; pois diz ele: Vê que faças todas as coisas de acordo com o modelo que te foi mostrado no monte.
O assunto aqui no capítulo 4 é o trono! O trono nos remete à soberania de Deus. Tudo gira em torno do trono de Deus!
p.s.: link da imagem original: Extraído da pregação do ver. Leandro Lima, em https://www.youtube.com/watch?v=lOOju3wW9LI

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Contagem regressiva: Faltam 19 dias para 20/04/16 (Inicio: 05/05/15). Tu, SENHOR, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em ti. (Is 26.3).
Obs.: nessa fase atual das postagens do Jamais Desista, a estruturação e a divisão dos assuntos e os comentários produzidos são, em sua grande maioria, baseados na Bíblia de Estudo de Genebra – BEG.
A Deus toda glória! p/ pr. Pr. Daniel Deusdete. 
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No entanto, lembre-se de juntar Cl 3:17 com 1 Co 10:31 :
devemos tudo fazer para a glória de Deus e em nome de Jesus! Deus o abençoe.