segunda-feira, 29 de abril de 2013

Salmo 102: 1-28 segmentado


Ele, o salmista, está em desespero e clama ao Senhor. Ouve, escuta, inclina teus ouvidos é o seu clamor inicial pedindo que Deus o ouça que lhe dê atenção por que ele irá fazer a sua oração e seu clamor estará diante de Deus que está no controle de tudo e de todas as coisas.
Ele se compara a Deus no sentido de que é passageiro e logo o tempo irá passar e consumir tudo ao seu redor, inclusive ele mesmo que ora. Deus já é eterno e jamais passará. Ele quer louvar a Deus e pede socorro e atenção.
Até quando clamaremos, Senhor? Se não te deixares achar por nós, como iremos encontrá-lo? Este também tem sido nosso clamor a Deus, principalmente pelo momento que estamos passando aqui no Brasil e em todo o mundo quando este nosso mundo conhecido está passando por uma crise e o fundo sexual é a faixada para as discussões e afrontas antigas.
O homem quer afrontar e sair ileso, ou melhor, ele gostaria que Deus desaparecesse para que ele ficasse à vontade em seus desejos altamente inflamáveis pelo inferno, no entanto, quem tem de sair não é quem criou todas as coisas, antes quem perdeu o temor a Deus e está se achando no direito de expulsar a justiça e a bondade.
Como iremos prevalecer contra o Criador? Não podemos! Não devemos!
Deus usou a Babilônia para castigar o seu povo rebelde, mas estes abusaram e o juízo também veio sobre eles, enquanto o povo que estava humilhado foi sustentado por Deus e, por fim, nos entregou o Messias que salvou a nossa alma e nos deu a esperança.
Agora já não precisamos de uma Sião terrestre, nem de um templo físico, por que agora todos somos templos do Deus vivo que vive e reina neste mundo tenebroso. O Senhor nos diz para termos paciência e aguentarmos somente um pouquinho que logo, logo, serão exterminados todos os ímpios da face da terra.
No comentário de Calvino, em inglês, na sua introdução ele contextualiza este salmo e explica detalhes importantes para a sua compreensão, como por exemplo o salmo ter sido composto no cativeiro da Babilônia quando o povo sofria, era humilhado, maltratado e sentia saudades de Sião. A esperança do povo estava na reconstrução da cidade e do seu templo que foram destruídos.
This prayer seems to have been dictated to the faithful when they were languishing in captivity in Babylon. Sorrowful and humbled, they first bewail their afflictions. In the next place, they plead with God for the restoration of the holy city and temple. To encourage themselves to come before him in prayer with the greater confidence, they call to remembrance the Divine promises in reference to the happy renovation both of the kingdom and of the priesthood; and they not only assure themselves of deliverance from captivity, but also beseech God to bring kings and nations in subjection to himself. In the close of the psalm, after having interposed a brief complaint concerning their distressing and afflicted condition, they draw consolation from the eternity of God; for, in adopting his servants to a better hope, he has separated them from the common lot of men.
A prayer for the afflicted, when he shall be shut up, and shall pour out his meditation before Jehovah.
Whoever of the prophets composed this psalm, it is certain that he dictated it to the faithful as a form of prayer for the re-establishment of the temple and the city. Some limit it to the time when, after the return of the Jews from Babylon, the building of the temple was hindered by the neighboring nations; but with this I cannot agree. I am rather of opinion that the poem was written before the return of the people, when the time of their promised deliverance was just at hand; for then the prophets began to be more earnest in lifting up the hearts of the godly according to these words of Isaiah, (Isaiah 40:1) "Comfort ye, comfort ye my people, saith your God." [133] The design of the sacred poet was, not only to inspire the people with courage, but also to excite in them greater care about the welfare of the Church. The title of the psalm indicates the end and purpose which it was intended to serve. Those who translate the verbs in the past tense, A prayer for the afflicted, when he was in distress, and poured out his meditation, [134] seem to give an incorrect view of the mind of the prophet. He rather intended to relieve the sorrow of those whose hearts he saw depressed; as if he had said, Although you may be afflicted with anguish and despair, you must not on that account desist from prayer. Some translate the verb tph, ataph, when he shall hide himself, and conceive that this is a metaphorical expression of the gesture of a man engaged in prayer, when, on account of his grief, unable to lift up his face, he, as it were, hides himself, and keeps his head wrapped up in his bosom. But there appears to me to be an elegant play upon the words, when the distresses of the mind, and its being shut up, are spoken of, on the one hand, and the pouring out of prayers on the other; teaching us that, when we are so shut up by grief as to shun the light and presence of men, the gate is so far from being shut against our prayers, that then in truth is the most proper season for engaging in prayer, for it is a singular alleviation of our sorrows when we have opportunity freely to pour out our hearts before God. The verb svch, suach, often denotes to pray; but, as it also signifies to meditate, the noun derived from it properly means, in this place, meditation. It is, moreover, to be observed that, by these words, the Psalmist admonishes the Israelites as to the frame of mind with which it became them to use this form of prayer at the throne of grace; as if he had said, that he prescribed it to those only who were distressed on account of the desolate condition of the Church.
Sl 102:1 Ouve,
SENHOR,
a minha súplica,
e cheguem
a ti
os meus clamores.
Sl 102:2 Não me ocultes
o rosto no dia da minha angústia;
inclina-me
os ouvidos;
no dia em que eu clamar,
dá-te pressa em acudir-me.
Sl 102:3 Porque os meus dias,
como fumaça,
se desvanecem,
e os meus ossos
ardem como em fornalha.
Sl 102:4 Ferido como a erva,
secou-se o meu coração;
até me esqueço de comer o meu pão.
Sl 102:5 Os meus ossos
já se apegam à pele,
por causa do meu dolorido gemer.
Sl 102:6 Sou
como o pelicano no deserto,
como a coruja das ruínas.
Sl 102:7 Não durmo
e sou como o passarinho solitário nos telhados.
Sl 102:8 Os meus inimigos me insultam a toda hora;
furiosos contra mim,
praguejam com o meu próprio nome.
Sl 102:9 Por pão
tenho comido cinza
e misturado com lágrimas a minha bebida,
Sl 102:10 por causa da tua indignação
e da tua ira,
porque me elevaste
e depois me abateste.
Sl 102:11 Como a sombra que declina,
assim os meus dias,
e eu me vou
secando como a relva.
Sl 102:12 Tu, porém,
SENHOR,
permaneces para sempre,
e a memória do teu nome,
de geração em geração.
Sl 102:13 Levantar-te-ás
e terás piedade de Sião;
é tempo de te compadeceres dela,
e já é vinda a sua hora;
Sl 102:14 porque os teus servos
amam até as pedras de Sião
e se condoem
do seu pó.
Sl 102:15 Todas as nações
temerão o nome do SENHOR,
e todos os reis da terra,
a sua glória;
Sl 102:16 porque o SENHOR edificou a Sião,
apareceu na sua glória,
Sl 102:17 atendeu à oração do desamparado
e não lhe desdenhou as preces.
Sl 102:18 Ficará isto registrado
para a geração futura,
e um povo,
que há de ser criado,
louvará ao SENHOR;
Sl 102:19 que o SENHOR,
do alto do seu santuário,
desde os céus,
baixou vistas à terra,
Sl 102:20 para ouvir o gemido dos cativos
e libertar os condenados à morte,
Sl 102:21 a fim de que seja anunciado
em Sião
o nome do SENHOR
e o seu louvor,
em Jerusalém,
Sl 102:22 quando se reunirem os povos e os reinos,
para servirem ao SENHOR.
Sl 102:23 Ele me abateu a força no caminho
e me abreviou os dias.
Sl 102:24 Dizia eu:
Deus meu,
não me leves na metade de minha vida;
tu, cujos anos
se estendem por todas as gerações.
Sl 102:25 Em tempos remotos,
lançaste os fundamentos da terra;
e os céus
são obra das tuas mãos.
Sl 102:26 Eles perecerão,
mas tu permaneces;
todos eles envelhecerão
como uma veste,
como roupa os mudarás,
e serão mudados.
Sl 102:27 Tu, porém,
és sempre o mesmo,
e os teus anos
jamais terão fim.
Sl 102:28 Os filhos dos teus servos
habitarão seguros,
e diante de ti
se estabelecerá a sua descendência.
Dentro de puco tempo aquele que há de vir, virá e não tardará, mas o que não quiser esperar que se entregue cada vez mais aos seus desejos e vontades para que assim se encha mais ainda a taça da ira divina que arderá sobre as suas cabeças.
Desperta, Senhor, teu povo!
p.s.: link da imagem original:
Contagem regressiva: Faltam 409 dias para a Copa, sem álcool nos estádios.... também faltam 827 dias para 05/05/2015, quando eu irei concluir a Segmentação de toda a Bíblia.
A Deus toda glória! p/ Daniel Deusdetehttp://www.jamaisdesista.com.br

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No entanto, lembre-se de juntar Cl 3:17 com 1 Co 10:31 :
devemos tudo fazer para a glória de Deus e em nome de Jesus! Deus o abençoe.