terça-feira, 29 de setembro de 2009

365 dias de propósito! Dia 70/365

LBH: Js 22:34. Do que posso eu me gloriar se não em conhecer ao Senhor e saber que ele é misericordioso? Graças a Deus que eu não sou aquele que é bom, que se domina em tudo e é capaz de grandes coisas, pois se fosse corria o risco de me julgar melhor do que o meu irmão e desprezá-lo. Eu fui um viciado em tabaco por mais de 30 anos. Quanto mais eu lutava, mais escravo eu era. Na hora do desejo, da vontade de fumar, eu zombava comigo mesmo dizendo: “Vá escravo! Vá fazer a vontade de teu Senhor que te domina!”.
 
A palavra de Deus diz que aquele que comete pecado é escravo do pecado. Veja: “Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado” (Jo 8:34). Se algo te domina, meu irmão, deste algo, tu és escravo e não livre. Isto vale para bebida, sexo, pornografia, masturbação, ira e tantas outras porcarias. Deus não te fez para viver dependente de coisas, mas dele mesmo.
 
Você sabia que não há satisfação no vício ou em qualquer coisa destas que te domina? O que o vício faz com o teu organismo é criar uma sensação de mal estar para em seguida te dar o bem estar e te aliviar, mas repare, não houve saciedade. Você já se deixa levar pensando no próximo, no próximo e assim sucessivamente. Nunca você estará satisfeito e sempre o próximo você desejará. Isto é cíclico. Você está preso em cadeia circular, para sempre. Quando você está satisfazendo-se com a porcaria que te domina, você, seu organismo, já disparou o mecanismo que te irá preparar para o próximo. Por isso que também no vício não existe essa de o último.
 
O rompimento de uma cadeia de vícios ou de hábitos pecaminosos não é fácil, pois nossa consciência já cauterizada aprendeu a negociar com o ele (o pecado, o vício). John Owen (1616 - 1683)* nos diz que se já sentimos atração por algo, já entramos em tentação e o próximo passo será cair em tentação e, em seguida, o pecado gerar a conseqüente morte. São duas as atitudes recomendadas quando nos sentimos atraídos pelo vício: a vigilância e a oração.
 
"E não nos induzas à tentação, mas livra-nos do mal; porque teu é o Reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém!" (Mt 6:13)
"perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a qualquer que nos deve; e não nos conduzas em tentação, mas livra-nos do mal." (Lc 11:4)
"Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca." (Mt 6:41)
"Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca." (Mc 14:38)
E, quando chegou àquele lugar, disse-lhes: Orai, para que não entreis em tentação.” (Lc 22:40)
E disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos, e orai para que não entreis em tentação.” (Lc 22:46).
 
Eu sei que não é fácil romper isso, mas em nome do Senhor Jesus, pelo menos ore com fé ao Senhor, pois estás em grande laço e a libertação somente poderá vir do Senhor. Por hoje é só. No dia 2/11/2009 fará 4 anos que estou vencendo a luta contra o tabaco. Aleluias! Eu irei falar mais posteriormente, pois a minha vitória talvez seja o motivo para a tua. A Deus toda a glória. Amém!
 
---------NOTA---------
* “John Owen nasceu no ano de 1616 e cresceu numa quieta casa pastoral no condado de Oxford. Entrou na Universidade de Oxford com a idade de doze anos, recebeu o título de Bacharel em Artes em 1632 e o de Mestre em Artes em 1635. Owen foi um dos mais destacados teólogos que a Inglaterra já teve. Meditações sobre a glória de Cristo foi o último de muitos livros que Owen escreveu. Ele faleceu quando o mesmo estava sendo impresso, em 1683. Foi escrito, ele nos diz, "para estimular a sua própria mente quando a fraqueza, cansaço e a aproximação da morte" o estavam chamando deste mundo.” (ref.: http://www.edificai.com.br/)
 
 
 

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No entanto, lembre-se de juntar Cl 3:17 com 1 Co 10:31 :
devemos tudo fazer para a glória de Deus e em nome de Jesus! Deus o abençoe.